Questões de Concurso Comentadas sobre abordagens da educação de surdos - oralismo, comunicação total, bilinguismo, bimodalismo e inclusão em libras

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Q4295158 Libras
Um evento que marcou a educação dos surdos foi o “Congresso de Milão”, realizado em 1880. Sobre esse evento, é correto afirmar que a principal decisão tomada durante o congresso foi a
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Q4295157 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
Segundo o texto, a escola francesa, iniciada pelo abade L’Epée, diferenciava-se da escola alemã, principalmente, porque defendia
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Q4295155 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
De acordo com o artigo, as ideias do médico suíço Johann Conrad Amman e do educador prussiano Samuel Heinicke são
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Q4295154 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
Segundo o texto, para o médico suíço Johann Conrad Amman, o objetivo central da educação voltada para surdos deveria envolver o
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Q4289869 Libras
No livro A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez (Alvez et al., 2010), os autores apresentam que, conforme Damázio (2007), o AEE envolve três momentos didático-pedagógicos: AEE em Libras, AEE de Libras e AEE de Língua Portuguesa.

Assinale a alternativa que descreve corretamente, conforme o autor, a função do AEE em Libras.
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Q4278894 Libras
Considerando a análise de Santos e Lacerda (2015) sobre a atuação do intérprete educacional em uma sala de aula bilíngue inclusiva, analise as assertivas abaixo:
I. As escolhas didáticas do professor influenciam as possibilidades linguísticas e semióticas mobilizadas pelo intérprete.
II. O acesso prévio ao planejamento e a recursos como imagens e vídeos pode favorecer a preparação e a interpretação.
III. Reconhecer o intérprete como coautor dos discursos em circulação não lhe confere autorização para comentar, explicar ou alterar indevidamente o conteúdo do professor.
IV. A parceria entre professor e intérprete elimina a distinção entre ensinar e interpretar, tornando o intérprete o responsável principal pelo currículo.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q4278298 Libras
Uma escola que atende estudantes com surdez está reorganizando o Atendimento Educacional Especializado e precisa contemplar, em seu planejamento, os três momentos didático-pedagógicos previstos para esse atendimento. Segundo as orientações do documento Atendimento Educacional Especializado: Pessoa com Surdez, assinale a alternativa que caracterize, corretamente, esses três momentos. 
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Q4277867 Libras
Um dos pioneiros da educação de pessoas surdas foi o padre espanhol Pedro Ponce de León. Posteriormente, seus métodos foram sistematizados por Juan Pablo Bonet, que publicou um manual reunindo diferentes estratégias para o ensino de estudantes com deficiência auditiva. Com base nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4259962 Libras

Considerando o contexto histórico da educação de sur dos, especialmente a partir do Congresso em Milão, em 1880, a filosofia educacional começou a mudar na Europa e, consequentemente, em todo o mundo, havendo divergências entre diferentes abordagens educacionais.


Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4259957 Libras

Uma família de uma criança com surdez opta por uma proposta de educação bilíngue no momento de seu ingresso na escolarização.


Considerando os princípios dessa abordagem educacional para estudantes surdos, assinale a alternativa que apresenta corretamente como a organização do ensino deverá ocorrer.

Alternativas
Q4259949 Libras

Durante o planejamento pedagógico de uma escola, observou-se que um estudante surdo acompanha as atividades da turma com o apoio de colegas em diferentes momentos da rotina escolar.


Considerando os princípios da educação inclusiva e da acessibilidade comunicacional, essa situação evidencia principalmente:


Alternativas
Q4248011 Libras
As escolas ou classes de educação bilíngue são aquelas em que a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa constituem as línguas de instrução em todo o processo educativo. Considerando as orientações didáticas para o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para estudantes surdos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4248010 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida legalmente como meio de comunicação e expressão da comunidade surda brasileira. No contexto da educação bilíngue para estudantes surdos, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4248006 Libras
A comunicação adequada com estudantes surdos ou com deficiência auditiva constitui uma prática de respeito às diferenças e favorece sua participação nas atividades escolares. Relacione as estratégias de comunicação a seguir com suas respectivas finalidades. Sobre esse assunto, relacione a coluna I à coluna II.

Coluna I

1.Organização do ambiente.
2.Disposição do mobiliário escolar.
3.Recursos pedagógicos.
4.Comunicação do professor.

Coluna II

(__)Utilizar imagens e outros recursos visuais para favorecer a compreensão dos conteúdos.
(__)Evitar falar de costas para a turma ou olhando para o quadro.
(__)Manter o ambiente adequadamente iluminado.
(__)Organizar as carteiras em círculo ou meia-lua para facilitar a visualização dos colegas e a leitura labial.

Correlacione as colunas I e II, e assinale a alternativa CORRETA. 
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Q4247999 Libras

Em uma rede pública de ensino, alunos surdos passaram a ser matriculados em turmas comuns, sob o argumento de fortalecimento da política de inclusão. A escola disponibiliza intérprete de Libras em alguns momentos, mas mantém o português escrito como centro absoluto do currículo, organiza avaliações sem considerar a Libras como língua de constituição do sujeito surdo e entende o Atendimento Educacional Especializado como espaço de “correção” das dificuldades linguísticas desses estudantes.


À luz dos conceitos de governamento, governabilidade e das discussões contemporâneas sobre educação linguística de surdos, é correto afirmar que 

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Q4223410 Libras
Sobre linguagem e educação bilíngue de surdos, analise as afirmativas.

I – O reconhecimento legal da Libras preserva a obrigatoriedade da modalidade escrita da língua portuguesa.
II – A atuação fonoaudiológica na educação pode abranger acessibilidade comunicativa e linguagem oral, escrita e visuoespacial, em parceria com os agentes escolares.
III – A modalidade pode ser oferecida em escolas bilíngues, classes bilíngues, escolas comuns ou polos de educação bilíngue de surdos.
IV – A presença de tradutor e intérprete de Libras caracteriza a modalidade bilíngue, ainda que o ensino permaneça organizado em português oral.

Estão corretas as afirmativas:
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Q4219390 Libras
Uma estudante com deficiência auditiva, que utiliza a Língua Brasileira de Sinais, foi matriculada em uma escola regular. A escola disponibilizou intérprete, mas os professores utilizam principalmente explicações orais e poucos recursos visuais. A estudante apresenta pouca interação e dificuldades nas avaliações, embora sua família relate autonomia em Libras. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta. 
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Q4215072 Libras
Uma escola municipal de Vitória da Conquista está ajustando seu Projeto Político-Pedagógico para acolher estudantes surdos. A equipe pedagógica e os professores discutem como organizar o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e as salas comuns, visando superar o modelo de integração e concretizar a inclusão. A discussão gira em torno da utilização de intérpretes em salas regulares ou da implementação de modalidades bilíngues específicas de acordo com a legislação vigente. Com base nesse caso e na legislação brasileira, qual fundamento deve orientar a organização da educação para estudantes surdos? 
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Q4215064 Libras
Em determinada escola municipal, a equipe pedagógica analisa o processo educativo de um estudante surdo. Alguns profissionais defendem que o desenvolvimento do aluno resulta de suas capacidades cognitivas individuais e biológicas. Considerando as diretrizes para o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno surdo, a análise técnica do processo educativo no contexto apresentado indica que 
Alternativas
Q4215060 Libras
Com base nos estudos sobre a educação bilíngue e o processo de apropriação da escrita por estudantes surdos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
41: B
42: E
43: C
44: B
45: E
46: C
47: A
48: C
49: D
50: C
51: A
52: A
53: B
54: B
55: C
56: C
57: A
58: C
59: D
60: A