Questões de Concurso
Sobre república autoritária : 1964- 1984 em história
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(In: Gilberto Cotrim. História Global: Brasil e Geral. São Paulo: Saraiva, 2002. p.568)
O texto faz referência a diferenças existentes entre o Estado Novo (1937-1945) e os governos militares (1964-1985). Contudo, é importante destacar que ambos
(Mariana Oliveira, www.el.com.br. em Brasília, 30/03/2014 13h21 - Atualizado em 31/03/201414h49).
Numere a coluna abaixo, relacionando o número da imagem ao contexto histórico brasileiro que ela representa.
( ) Década de 1970 e Estado Autoritário.
( ) Campanha em prol do monopólio do petróleo no Brasil, iniciada na capital federal em 1946.
( ) Manifestação em prol do monopólio do petróleo, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro em 1964.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
I - A primeira fase foi o Golpe de Estado, em abril de 1964, e a consolidação do novo regime.
II - A segunda fase iniciou-se em dezembro de 1968, com o decreto do Ato Institucional n.º 5 (AI-5), desdobrando-se nos chamados anos de chumbo, em que a repressão atingiu seu mais alto grau.
III - A terceira fase iniciou-se com a posse do general Ernesto Geisel, em 1974 – ano em que, paradoxalmente, o desaparecimento de opositores se tornou rotina –, iniciando-se, então, uma lenta abertura política, que iria até o fim do período de exceção.
Quais estão corretas?
Ao longo do regime militar instaurado, no Brasil, em 1964, a política externa brasileira para a África, a partir do governo Costa e Silva e principalmente do governo Geisel, subordinou-se aos imperativos econômicos; assim, a necessidade de abrir novos mercados para produtos industrializados e de obter fornecimento de petróleo, que levou o Brasil a reconhecer todas as ex-colônias portuguesas, superou os interesses estritamente políticos, assentados no desejo de afastar o país do modelo calcado na defesa de posições colonialistas.
A diplomacia econômica praticada pelo governo Geisel com a finalidade de promover o desenvolvimento pretendia reduzir as vulnerabilidades do país aos contingenciamentos da economia internacional, orientando-se pela busca de diversificação de parcerias, o que explica a aproximação do Brasil com a América Latina, a África e a Europa Oriental, entre outros parceiros.
Aparadas as arestas com alguns importantes e tradicionais parceiros, como França e Itália, o Brasil assinou, com a Alemanha, acordo nuclear que previa a implantação de centrais nucleares, o reprocessamento de combustíveis e a produção de reatores nucleares, com respectivas instalações e componentes, mas vetava, em face das pressões norte-americanas, a prospecção, o tratamento e o enriquecimento do urânio.
Os avanços e recuos verificados na estratégia de abertura política formulada por Geisel e Golbery refletiam, respectivamente, o sentimento oposicionista, que começava a ganhar força na sociedade brasileira, e a linha-dura, com fortes pressões de áreas integrantes do sistema de poder contrárias a qualquer forma de distensão do regime.
A etapa final da Era Vargas, o Estado Novo, foi marcada por uma ditadura sem disfarces, com ações que remetiam ao regime fascista de Benito Mussolini.
Eleito com pequena vantagem de votos, Jânio Quadros chegou ao fim de seu governo com elevados índices de aprovação popular.
Iniciado em 1964, o regime militar tornou-se plenamente autoritário com o Ato Institucional n.º 5, baixado em 1968.
A rápida experiência parlamentarista do Brasil na República decorreu do golpe de Estado que depôs o presidente João Goulart.
Na Era Vargas, os direitos sociais, tais como as leis de proteção ao trabalho, foram introduzidos no Brasil.

