Questões de Concurso Sobre história
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O século XI foi, marcadamente, um período muito importante para o Ocidente, pois acontecimentos no âmbito da política, da religião e da educação ocorreram nele, alterando profundamente o cenário do Ocidente. No âmbito da política, temos um documento promulgado entre os anos 1074 e 1075, a Dictatus Papae. Na religião, ocorreu a formulação de uma teoria explicativa de mundo, a teoria a Trifuncionalidade, e, na educação, foi a fundação da escola Abadia de Bec.
Quais são os três personagens que promoveram esses eventos?
A organização do sistema feudal durante a Idade Média é marcada por uma série de acontecimentos e datas importantes. Acerca desses eventos relevantes para a organização do Feudalismo no período medieval, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O Feudalismo como ordem social implantou-se no Ocidente desde o século V, quando do início do período a que chamamos de ‘Idade Média’. É, portanto, um equívoco afirmar que o Feudalismo se tornou relevante para a História medieval a partir do século X.
II. O regime de mão de obra modificou-se com o desenvolvimento do Feudalismo. A escravidão praticamente desapareceu do Ocidente e a servidão tornou-se a forma mais importante do trabalho.
III. Os senhores feudais extraíam seus rendimentos dos camponeses de diversas maneiras. Duas das formas usuais eram a cobrança da corveia e da mão-morta.
IV. A produção agrícola não conheceu, na época do Feudalismo, expansão suficiente para gerar excedente, visto que se restringia ao sustento dos senhores e dos camponeses. A expansão da produção agrícola capaz de gerar excedente aconteceria somente a partir dos séculos XVI e XVII.
Sobre as estruturas econômicas da Idade Média, preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Não se deve confundir _______ e _______, ainda que frequentemente tenham estado juntos. O primeiro era a base econômica do segundo, este a manifestação político-militar daquele. O _______ era um território que dava a seu detentor poderes econômicos ou jurídico-fiscais, muitas vezes ambos ao mesmo tempo. O _____ era uma cessão de direitos, geralmente, mas não necessariamente sobre um senhorio.
Nas primeiras décadas do século XX, a historiografia brasileira construiu uma visão da sociedade brasileira apresentando conceitos que definiriam as relações sociais e adjetivou o caráter do brasileiro. Em relação ao exposto, preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Já se disse, numa expressão feliz, que a contribuição brasileira para a civilização será de __________ - daremos ao mundo o __________. A lhaneza no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um traço definido do caráter brasileiro, na medida, ao menos, em que permanece ativa e fecunda a influência ancestral dos padrões de convívio humano, informados no meio rural e __________”
Sobre o método comparativo, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O historiador que pretende se utilizar do método comparativo precisa considerar as diferenças entre os elementos comparados, dispensando uma análise de eventuais semelhanças.
II. Uma das dificuldades em comparar sociedades muito heterogêneas ou demasiadamente distantes no tempo é a facilidade com que o historiador pode cair na “armadilha” do anacronismo, exigindo dele prudência e atenção.
III. Além de levar em consideração as semelhanças e as diferenças entre os elementos a serem comparados, o historiador deve prestar atenção na individualidade de cada um desses elementos.
IV. Uma das formas de aplicação do método comparativo aos estudos históricos é aquela que se preocupa em comparar sociedades temporalmente próximas, que possuem traços estruturais análogos.
“A Independência do Brasil, em Sete de Setembro de 1822, trouxe vida e calor a todo território brasileiro. Mangaratiba, apesar de ainda pequena, não podia ficar indiferente ao progresso. A localidade foi desenvolvendo o seu comércio a passos largos, alimentado pela exuberância do solo propício à agricultura e ao pequeno sistema portuário que se desenvolvia com o escoamento do café do Médio-Paraíba, principalmente em São João Marcos. Outra atividade econômica que vinha proporcionando o enriquecimento de fazendeiros e negociantes de Mangaratiba era o intenso comércio de escravos que vinha se desenvolvendo na região.”
(Resumo de Miriam Bondim, p.26)
Nesse cenário de produção e escoamento do café pelos portos de Mangaratiba, as seguintes afirmativas estão corretas, EXCETO:
(Disponível em: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Projeto_polemico_Transamazonica_faz_40_anos_sem_nunca_ter _sido_concluida&id=357533.)
A Transamazônica, considerada uma obra faraônica, foi iniciada no governo de:
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/paris-abrira-primeiro-centro-para-refugiados-em-outubro.html.)
Diante da maior crise migratória desde a Segunda Guerra Mundial, os países da Europa
A foto, a seguir, traz Jânio Quadros, eleito presidente do Brasil, em 1960, segurando uma vassoura.

O uso da vassoura como símbolo tinha como finalidade aliar
a campanha eleitoral de Jânio
Texto I Na verdade, a escravidão no Brasil agrário-patriarcal pouco teve de cruel. O escravo brasileiro levava, nos meados do século XIX, quase vida de anjo, se compararmos sua sorte com a dos operários ingleses do mesmo período.
(Gilberto Freyre, 1964[1922]:98. Em: Flávio R. Versiani. Escravidão “suave no Brasil: Gilberto Freyre tinha razão? P. 167. Adaptado. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid =S0101-31572007000200001. Acesso em 02.10.2016)
Texto II Uma constante durante a vigência da escravidão no Brasil foi a equiparação do corpo do cativo ao dos animais. Em face disso, era usada constantemente a mutilação, algumas vezes por castigo, com o ferro em brasa, ou pelo corte da orelha do fujão, outras vezes como símbolo de propriedade. Além disso, não se pode esquecer as marcas de instrumentos de tortura, como o tronco, os açoites, os sinais de queimaduras. Raramente um escravo não apresentava uma das marcas de violação no seu corpo. (Clovis Moura. Dicionário da Escravidão. Adaptado)
Analisando-se os dois textos, pode-se concluir corretamente que