Questões de Concurso Sobre história
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Considere as seguintes afirmativas:
As afirmativas anteriores referem‐se ao governo do presidente:
“Classe social que surgiu nos últimos séculos da Idade Média (por volta do século XII e XIII) com o renascimento
comercial e urbano. Dedicava‐se ao comércio de mercadorias (roupas, especiarias, joias etc) e prestação de serviços
(atividades financeiras). Habitavam os burgos, que eram pequenas cidades protegidas por muros. Como eram
pessoas ricas, que trabalhavam com dinheiro, não eram bem‐vistas pelos integrantes do clero católico.” Essa classe
ficou conhecida como:
(Adaptado de Folha de S. Paulo, Opinião, 16 dez. 2013).
De acordo com o texto, é correto afirmar que a Transamazônica:

Esta é a capa de uma revista dos anos 30 do século XX. Nela aparece a saudação “Anauê” que identificava o grupo político:
(Adaptado do CÁCERES, Florival. História do Brasil, p. 234).
A afirmação refere-se ao(à):
Observe a imagem do Palácio do Planalto

A inauguração de Brasília e a mudança da capital
federal para a nova sede se deu durante o governo de
Juscelino Kubitschek, no ano de:
Derramou-se fraterno o sangue no Congo.
Derramou-se luminoso, escorreu-se errante.
Derramou-se farto de bravas veias pulsantes.
Derramou-se em resistência o sangue de Canudos.
Derramou-se até onde foi possível derramar.
Derramou-se Hei sem mais se guardar
O sangue milagroso e particular em meu corpo,
de alguma estranha maneira sanguinária,
tomou-se o sangue coletivo dessas memórias.
(Fonte: CORREIA, Wesley. Deus é negro: da partida, da chegada, da multiplicação: poesia. Salvador Pinaúna, 2013, p. 36)
O poeta Wesley Correia sintetiza no poema “Memória a sangue” as dores dos irmãos escravizados e apresenta, em “sangue coletivo dessas memórias” (v.9), as diferentes formas de resistência negra à condição que lhe fora imposta pelo branco dominador, entre os séculos XV ao XIX. Na História do Brasil, é possível identificar algumas formas de resistência negra, como a:
Falava-se de um "Brasil Grande", "Brasil Potência", e distribuíam-se adesivos com a inscrição "Brasil, ame-o ou deixe-o". Com bandeiras do Brasil na mão, cantava-se repetidamente: "Este é um país que vai pra frente”.
(Fonte: GASPARI, Elio. A ditadura escancarada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 207-8. Adaptado)
O contexto político-econômico em que ocorre a
situação exposta é o:
Observe a charge sobre a Ditadura Militar Brasileira (1964-1985). Em seguida, marque a alternativa correta acerca da Anistia.

Disponível em: <http://augustobier.blogspot.com. br/>,
Acesso em: 23.09.2015.
Getúlio Dorneles Vargas governou o Brasil entre 1930 a 1945. Sobre as fases em que Vargas governou o Brasil, é correto afirmar que:

Disponível em: <http://www.jblog.com.br/ hojenahistoria.
php?blogid=57&archive=2010-10>. Acesso em:
23.09.2015.
Leia com atenção o texto sobre República Velha (1889-1930) e, em seguida, assinale a alternativa correta sobre esse período.
A República Velha é dividida em dois momentos: a República da Espada e a República Oligárquica. A República da Espada abrange os governos dos marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto. Foi durante a República da Espada que foi outorgada a Constituição que iria nortear as ações institucionais durante a Primeira República. Além disso, o período foi marcado por crises econômicas, como a do Encilhamento, e por conflitos entre as elites brasileiras, como a Revolução Federalista e a Revolta da Armada. A República Oligárquica foi marcada pelo controle político exercido sobre o Governo Federal, pela oligarquia cafeeira paulista e pela elite rural mineira, na conhecida “política do café com leite”. Foi nesse período, ainda, que se desenvolveu, mais fortemente, o coronelismo, garantindo poder político regional às diversas elites locais do país.
Disponível em: < www.brasilescola.com>. Acesso em: 23.09.2015. Adaptado
Os negros livres e libertos preocuparam os observadores do acaso do Império português no Brasil, mas foi, sobretudo, pensando nos escravos que eles distinguiram a atuação de um “partido negro”. Um anônimo informante da Coroa portuguesa escrevería numa data entre 1822 e 1823: “(...) embora havendo no Brasil aparentemente só dois partidos [portugueses e brasileiros], existe também um terceiro: o partido dos negros e das pessoas de cor, que é o mais perigoso, pois se trata do mais forte numericamente falando. Tal partido vê com prazer e com esperanças criminosas as dissensões existentes entre os brancos, os quais dia a dia têm seus números reduzidos”.
Fonte: REIS, João José. O Jogo Duro do Dois de Julho: o “Partido Negro” da Independência da Bahia. In: REIS, João José & SILVA, Eduardo. Negociação e Conflito. A resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. p. 79-98.
A denúncia da existência de um perigoso “partido negro”, no contexto da luta pela independência na Bahia, pode ser explicada pela: