Questões de Concurso Sobre história
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Somos da América e queremos ser americanos.
A nossa forma de governo é, em sua essência e em sua prática, antinômica e hostil ao direito e aos interesses dos estados americanos. A permanência dessa forma tem de ser forçosamente, além da origem de opressão no interior, a fonte perpétua da hostilidade e das guerras com os povos que nos rodeiam. Perante a Europa passamos por ser uma democracia monárquica que não inspira simpatia nem provoca adesão. Perante a América passamos por ser uma democracia monarquizada, onde o instinto e a força do povo não podem preponderar ante o arbítrio e a onipotência do soberano. (In Os programas dos partidos e o 2º Império, de Américo Brasiliense, São Paulo, 1878, págs. 59-88.)
Com base no texto e nos conhecimentos históricos, podemos afirmar que:
Fernandes Júnior, Luiz C.C. Geohistória do Maranhão: aspectos físicos, econômicos e humanos, 2021, p.189.
Durante a Segunda Guerra, o Brasil vivia a ditadura do Estado Novo, sob o comando de Vargas, que veio a colocar como interventor do Maranhão a figura de:
Costa, Rafael de Oliveira. O feudalismo como formação pré-capitalista europeia e o debate sobre o feudalismo no Brasil colonial. / Rafael de Oliveira Costa. – 2016, p.13
Sobre os fatores geradores da crise do sistema feudal, a partir da baixa Idade Média, podemos concluir que:
Eram agrupamentos criados em locais de difícil acesso, e que dispunham de armas e estratégias de defesa contra a invasão de milícias e tropas governamentais. O Brasil colonial conviveu com centenas de comunidades quilombolas, espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da Bahia (BA), Pernambuco (PE), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Minas Gerais (MG) e Alagoas (AL).”
https://www.gov.br/palmares/pt-br/departamentos/protecao-preservacaoe-articulacao/serra-da-barriga-1/quilombo. Acesso em 29/09/2024.
Em relação ao Quilombo dos Palmares, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta:
I. O bandeirante Domingos Jorge Velho foi contratado pelo governo português para destruir o quilombo de Palmares.
II. Palmares foi o maior núcleo de resistência à escravidão criado na região de Alagoas, chegando a ter 20 mil habitantes.
III. Embora os escravizados fugidos fossem a maioria dos habitantes dos quilombos, eles também eram formados por mestiços, indígenas soldados desertores e até foragidos da justiça.
IV. Os quilombos se mantinham completamente isolados em locais estratégicos de difícil acesso, sendo destruídos em função de constantes atritos com comunidades indígenas.
Com base nas afirmações, podemos inferir que:
https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/uniaoiberica.htm.Acesso em 29/09/2024
Sobre o assunto, podemos afirmar que:
https://www.acropole.org.br/historia/a-realeza-no-egito-as-dinastiasdivinas-e-humanas/. Acessado em 26/09/2024.
Uma das formas de manutenção das dinastias egípcias e do sangue real se dava por meio do:
https://www.historiadomundo.com.br/grega/ostracismo-ateniense.htm. Acesso em 26/09/2024
Nas democracias modernas, tomando como referência a democracia brasileira atualmente, a prática do ostracismo evoluiu para instrumentos modernos, podendo ser associada ao:
I. Até o século XVIII a população maranhense era formada basicamente por índios e brancos, porém com a expansão da lavoura algodoeira no século XVIII e a proibição da escravização do índio, a escravidão negra se expande.
II. O Maranhão tem a menor população de negros e mestiços do país.
III. No quadro geral da formação da população maranhense não se deve esquecer a migração interna, pessoas que vieram de outros estados brasileiros fugindo da seca.
I. Entre 1950 e 1960, ocorre o desaparecimento do parque fabril.
II. As oposições coligadas em 1951, reunia um grupo de partidos que contestavam o Vitorinismo.
III. “Maranhão Novo” foi a bandeira do governo Sarney (1966-1959), numa referência a oposição do Novo versus o Velho.
I. Foi um movimento que tinha entre seus projetos a ruptura do Pacto Colonial.
II. Uma das causas da Revolta foi o não cumprimento por parte da Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará de suas obrigações no norte brasileiro.
III. Os rebeldes da revolta de Beckman promoveram a primeira expulsão dos Jesuítas do Norte brasileiro.