Questões de Concurso Sobre história
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I. As Regências se caracterizaram por conflitos regionais como a Cabanagem e a Farroupilha, revelando tensões entre o governo central e elites locais.
II. O Ato Adicional de 1834 centralizou ainda mais o poder no Rio de Janeiro, eliminando autonomias provinciais.
III. Movimentos populares de cunho separatista foram rapidamente sufocados, sem grandes repercussões na organização política posterior.
IV. As disputas entre liberais e conservadores influenciaram a estruturação do Estado, levando ao golpe da maioridade de D. Pedro II.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I. A Revolução Industrial inglesa foi impulsionada pela abundância de capitais, recursos naturais e mercado consumidor.
II. O desenvolvimento de máquinas a vapor e sistemas fabris intensificou a urbanização e alterou relações de trabalho.
III. A industrialização precoce na América Latina equiparoua ao ritmo da Europa no período.
IV. O neocolonialismo resultou em busca de mercados e matérias-primas, reforçando a expansão das potências industriais.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I. A organização republicana vigorou sem conflitos sociais, pois patrícios e plebeus desfrutavam do mesmo status jurídico.
II. A expansão territorial romana consolidou a difusão do latim e de instituições jurídicas, promovendo certa unidade cultural no Império.
III. O Cristianismo foi irrelevante no contexto de Roma, pois surgiu após a queda do Império do Ocidente.
IV. As crises do século III envolveram invasões bárbaras, disputas internas e tensões econômicas, contribuindo para a posterior fragmentação imperial.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I. A centralização administrativa e o fortalecimento das burocracias régias contribuíram para a consolidação do poder real.
II. O desenvolvimento do Renascimento cultural foi indissociável do apoio das monarquias nacionais, que financiaram universidades livres de qualquer influência religiosa.
III. A expansão marítima europeia impulsionou o acúmulo de capitais, favorecendo políticas mercantilistas associadas ao poder monárquico.
IV. O processo de unificação territorial foi uniforme em todo o continente, sem resistências de nobres locais.
Estão CORRETAS as alternativas:
De acordo com o conteúdo discutido em sala de aula, assinale qual das afirmativas abaixo é a correta:
Forma de governo em que o poder é centralizado na figura do monarca, que o transmite hereditariamente. Esse sistema foi específico da Europa nos séculos XVI e XVII, principalmente. Tendia a conceder ao rei um caráter sacralizado, aspecto enfatizado pela teoria do direito divino dos reis. Uma teoria que defendia que o poder do rei e a centralização do Estado se deviam a Deus, que escolhera o rei e sua linhagem, e logo seu poder não deveria ser contestado por nenhum dos súditos. Contudo, o sistema apresentava variações regionais que o poderiam fazer mais ou menos centralizado, e apesar das particularidades, a maior parte compartilhava algumas características: a concentração de poder na figura do rei, a existência de burocracias e exércitos públicos, o enfraquecimento dos vínculos feudais, a mercantilização da economia. As justificativas jurídicas ou teológicas tinham em comum o fato de que foram construídas para explicar o poder centralizado.
SILVA, Kalina Vanderlei & SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2009, pp 11-15. (Adaptado)
O sistema político a que o texto se refere é:
A presença e a liderança feminina em Palmares surgem descritas na “Relação das guerras feitas aos Palmares de Pernambuco no tempo do governador d. Pedro de Almeida" — uma memória sobre as incursões realizadas entre 1675 e 1678, em que aparecem definições de “distintos Palmares”. Acotirene e
Aqualtune, assim como as expressões “rainha”, “fêmea” e “negras”, parecem resumir a presença feminina palmarista. A preocupação das autoridades coloniais com as mulheres em Palmares — apesar da pequena referência a nomes próprios — está registrada nas polêmicas que surgiram sobre como proceder com as prisioneiras. Considerava-se que, após a captura, elas deviam ser exterminadas ou vendidas e mandadas para bem longe. Caetano de Melo e Castro (1680-1718), ao dar a notícia sobre o sucesso dos ataques a Palmares, em 1694, destacou que as “negras fêmeas” e suas crias que “chegaram a ter aquela liberdade” deveriam ser mesmo enviadas para fora da capitania, senão todos ali ficariam “menos seguros pelo que a experiência tem mostrado”.
Além de combaterem lado a lado com os homens, uma série de mulheres exercia, com frequência, funções logísticas significativas, transportando alimentos, pólvora e armamento, bem como cuidando dos feridos. Se a história colonial silenciou sobre seus nomes, não pode evitar falar de seus atos e papéis dentro das comunidades palmarinas.
GOMES, Flávio, LAURIANO, Jaime & SCHWARCZ, Lilia. Enciclopédia Negra. São Paulo: Companhia das Letras, 2021, pp. 25-26. (Adaptado)
O texto refere-se ao Quilombo dos Palmares, marco da resistência dos escravizados entre 1597 e 1704 na América Portuguesa, que chegou a agregar 20 mil pessoas. Ao enfatizar as mulheres quilombolas, destaca: