Questões de Concurso Comentadas sobre história

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Q2004152 História
A formação do território brasileiro é resultado de um longo processo de expansão e domínio iniciado com a chegada dos europeus.
Analise as afirmativas abaixo sobre a formação do território brasileiro:
1. Os colonizadores portugueses foram se apropriando de terras que hoje constituem o Brasil e conquistando uma extensa área onde viviam milhões de indígenas com seus costumes e crenças. 2. Os atuais limites do território brasileiro começaram a ser definidos já em 1494, com o Tratado de Maastricht. 3. Por meio do acordo assinado através do Tratado, portugueses e mexicanos dividiram entre si as terras descobertas e as que seriam ainda conquistadas nos próximos anos. 4. Para garantir o poder sobre as terras ocupadas e protegê-las de outros conquistadores, como franceses e holandeses, além dos próprios espanhóis, em 1532 a Coroa portuguesa organizou o território, dividindo-o em capitanias hereditárias.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas
Alternativas
Q2003944 História
A ilustração é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele é o próprio responsável. A menoridade é a incapacidade de fazer uso do entendimento sem a condução de um outro. O homem é o próprio culpado dessa menoridade quando sua causa reside não na falta de entendimento, mas na falta de resolução e coragem para usá-lo sem a condução de um outro.
Immanuel Kant. “O que é a Ilustração
As palavras de Kant ecoaram por um período de profundas transformações do pensamento e das condições materiais na Europa.
Entre as características do pensamento de tal período, conhecido como iluminismo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2003934 História
Assinale a alternativa correta a respeito da política e das relações de poder nela contidas. 
Alternativas
Q2003460 História
“Foi um decreto emitido pela Ditadura Militar durante o governo de Artur da Costa e Silva no dia 13 de dezembro de 1968. É entendido como o marco que inaugurou o período mais sombrio da ditadura e que concluiu uma transição que instaurou de fato um período ditatorial no Brasil. Ele deve ser enxergado como o resultado final de um processo que foi implantando o autoritarismo no Brasil pouco a pouco no período entre 1964 e 1968. Foi a conclusão de um processo que visava a governar o Brasil de maneira autoritária em longo prazo.” O trecho acima diz respeito a(ao):
Alternativas
Q2002872 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
“Goulart, como Quadros, atravessou em seu curto período de governo grave crise de legitimidade – o segundo por excesso, o primeiro por falta. (...).” (Ângela de Castro Gomes e outros. O Brasil republicano: sociedade e política (1930-1946). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, v.10, p.229.)
Pode-se afirmar corretamente acerca do período abordado acima que: 
Alternativas
Q2002870 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
O presidente Getúlio Vargas, durante os 15 anos da chamada Era Vargas, seguiu o seguinte estilo de governar o país: 
Alternativas
Q2002868 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
Dentre as medidas da administração Joanina (1808 – 1821), com a instalação da família real e da corte portuguesa na cidade do Rio de Janeiro, destaca-se: 
Alternativas
Q2002866 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
Quanto à participação da Igreja Católica na colonização portuguesa, pode-se aferir que a ação dos jesuítas sobre os nativos resultou, via de regra: 
Alternativas
Q2002865 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
Destacam-se como principais fatores dos impactos da conquista espanhola, sobre a população ameríndia, no vasto e habitado continente americano: 
Alternativas
Q2002864 História
          A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
        Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
          O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.

Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
O contexto histórico em que se inseriu a Peste negra ocorrida no século XIV é:
Alternativas
Q1929993 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


O Haiti foi a última colônia a protagonizar uma revolução levada adiante por escravos oriundos da África em território americano. 

Alternativas
Q1929992 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


A transferência do Estado português para o Brasil, em 1808, decorreu de injunções da política europeia e, ao modificar o status da Colônia, retardou em muito o caminho para a Independência.

Alternativas
Q1929991 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


No Brasil, a escravidão africana prolongou-se por todo o período colonial, sendo extinta apenas ao final do Império, com a Lei Áurea (1888).

Alternativas
Q1929990 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


O insucesso da Conjuração Mineira de 1789 (“Inconfidência”) deveu-se ao fato de que seus integrantes desconheciam por completo a Era Revolucionária que atingia a América do Norte e convulsionava parte da Europa.

Alternativas
Q1929989 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


A Revolução do Porto, em 1820, foi essencialmente liberal, tanto para a metrópole portuguesa quanto para sua colônia brasileira.

Alternativas
Q1929988 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


A “onda revolucionária” a que se refere o texto teve início com a independência das treze colônias inglesas da América do Norte (1776) e sua máxima expressão com a Revolução Francesa, iniciada em 1789, com extensão em 1820, 1830 e 1848.

Alternativas
Q1929987 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


A colonização inglesa na América do Norte em nada diferia do padrão mercantilista que orientou a colonização da Espanha e de Portugal em seus territórios americanos.

Alternativas
Q1929986 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


O mercantilismo, conjunto de práticas econômicas que presidiu em larga medida a exploração da América, fundamentava-se na balança de comércio favorável e na noção de riqueza nacional centrada na acumulação de metais preciosos.

Alternativas
Q1929985 História
O Brasil foi colonizado por Portugal no contexto do mercantilismo europeu da Idade Moderna. A colonização das Américas significou a subjugação da população originária (indígena) e a escravidão de povos oriundos da África. As independências latino-americanas ocorreram no cenário histórico da onda revolucionária que, iniciada na América do Norte, varreu boa parte da Europa, entre fins do século XVIII e primeira metade do XIX.

Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.


A chegada dos europeus ao território que seria denominado América integrou o processo de expansão comercial e marítima europeia dos séculos XV e XVI, que se prolonga na Idade Moderna.

Alternativas
Q1929984 História

A Antiguidade Clássica (greco-romana) lançou as bases do que se entende por Civilização Contemporânea. Nos mil anos do que se convencionou chamar de Idade Média (séculos V- XV), formou-se a Europa moderna. Considerando essas informações como referência inicial, julgue o item.


Muito antes de Portugal, a Espanha se unificou politicamente, fato que lhe permitiu ser pioneira nas Grandes Navegações.

Alternativas
Respostas
11521: B
11522: E
11523: D
11524: D
11525: D
11526: C
11527: A
11528: B
11529: D
11530: D
11531: E
11532: E
11533: C
11534: E
11535: E
11536: C
11537: E
11538: C
11539: C
11540: E