Questões de Concurso
Sobre questões internacionais: história do tempo presente em história
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Para que possamos analisar os movimentos sociais brasileiros em sua especificidade em relação aos movimentos sociais europeus e norte-americanos vigentes nos anos 1970, devemos considerar que
Para a análise do fenômeno político do trumpismo, o autor sugere
O dia 24 de outubro de 1929 marca o início do que muitos sociólogos consideram a pior crise econômica da história do capitalismo. Nesse dia, a bolsa de valores de Nova Iorque sofreu a maior baixa de sua história e, devido à centralidade dos Estados Unidos na economia mundial, a crise se espalhou para diversos países.
Entre os fatores causadores da crise destacam-se:
(GIDDENS, Anthony. 1991.)
Embora o termo globalização não possa ser considerado por alguns ainda como um conceito preciso, podemos afirmar que:
I. Resistência é o nome dos grupos civis que lutaram contra os nazifascistas durante a Segunda Guerra Mundial. Esses grupos surgiram por toda a Europa e eram formados por operários, membros da aristocracia, do exército, da administração pública, eclesiásticos e intelectuais.
II. Na Alemanha, o líder da Resistência era o general Charles de Gaulle, que estava exilado na Inglaterra. De lá, ele enviava instruções a seus compatriotas da Resistência por intermédio da rádio BBC de Londres.
Marque a alternativa CORRETA:
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/primavera-Arabe.htm. Acesso em: 07/10/2023.)
A respeito da Primavera Árabe, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Foi um conjunto de manifestações populares que aconteceram nos países de língua árabe do Norte da África e do Oriente Médio a partir de 2010.
( ) Governos autoritários, truculência policial, desemprego e outras consequências da crise econômica de 2008 estão entre as principais causas da Primavera Árabe.
( ) As principais reivindicações dos protestos eram o fim das monarquias e o estabelecimento de uma teocracia, a reforma política, em alguns casos, e a melhoria na qualidade de vida da população.
( ) As redes sociais desempenharam um papel diminuto no compartilhamento de informações e na organização dos protestos, em virtude das restrições à liberdade de expressão.
( ) A repressão aos protestos e os conflitos gerados a partir de então também resultaram em uma guerra civil na Síria, que perdura até o presente.
( ) Trouxe consigo várias consequências, como mortos e feridos pela repressão, além de refugiados, crises políticas e conflitos internos, incluindo guerras civis.
A sequência está correta em
Sobre os países africanos e asiáticos que obtiveram suas independências após a Segunda Guerra, o historiador Eric Hobsbawm afirmou...
“[...] todos eram pobres (comparados com o mundo desenvolvido), todos eram dependentes, todos tinham governos que queriam "desenvolver", e nenhum acreditava, no mundo pós-Grande Depressão e Segunda Guerra Mundial, no mercado mundial capitalista [...] quando a grade de ferro da Guerra Fria se abateu sobre o globo, todos que tinham alguma liberdade de ação queriam evitar juntar-se a qualquer um dos dois sistemas de aliança, isto é, queriam manter-se fora da Terceira Guerra Mundial que todos temiam.”
“Os dois sistemas de aliança” a que se refere o trecho anterior, são respectivamente:
I. Ruanda é um país localizado na África Central e possui uma população majoritariamente composta por dois grupos étnicos, os hutus e os tutsis.
II. Durante o período colonial, a administração belga agravou as tensões étnicas em Ruanda ao introduzir políticas que favoreceram os tutsis em detrimento dos hutus, exacerbando as divisões na sociedade ruandesa. Os colonizadores belgas justificaram essas políticas com base em crenças de superioridade étnica.
III. O assassinato do presidente hutu Juvénal Habyarimana em 1994 desencadeou o genocídio, com extremistas hutus acusando os tutsis de serem responsáveis pelo ataque que resultou em sua morte.
IV. Em abril de 1994, o presidente ruandês Juvénal Habyarimana (um hutu) foi morto num atentado contra o avião em que viajava. Logo no dia seguinte, o genocídio começou. Sem apresentar provas, as lideranças hútus acusaram os tútsis pelo assassinato do presidente e conclamaram a população a iniciar a matança.
V. Após o genocídio, a comunidade internacional respondeu prontamente, enviando tropas de paz que conseguiram interromper a violência em poucos dias.
Dentre as afirmativas:
Leia o trecho destacado e responda o que se segue.
“Há, portanto, algumas convergências que permitem considerar que as catástrofes do século XX, e em particular o segundo conflito mundial, inauguraram com uma nova contemporaneidade, não marcada pelo otimismo, como acreditaram aqueles que fizeram do ano de 1945, nos anos 1960, o ponto de partida de um novo mundo cheio de promessas – Europa, crescimento, paz -, mas pelo pessimismo, um espírito do tempo que privilegia, no plano da memória coletiva, os momentos mais mortíferos do passado próximo, aqueles que tem mais dificuldade de “passar”.”
ROUSSO, Henry. A última catástrofe. Rio de Janeiro: FGV, 2016. p. 27.
O trecho em destaque foi retirado de um livro inserido no debate historiográfico da História do Tempo Presente, abordando debates relacionados à História, memória e contemporaneidade. No que diz respeito aos estudos relacionados à História do Tempo Presente, assinale a alternativa incorreta:
Analise as afirmativas abaixo sobre a perspectiva historiográfica denominada História Global.
1. Surgiu no fim do século XIX, impulsionada pelas críticas dos meios acadêmicos contra as denominadas histórias marxistas e culturalistas, dominantes na historiografia da época.
2. Trata-se de uma área de estudos centrada na análise de fenômenos, eventos e processos históricos inseridos em contextos globais.
3. No seu desenvolvimento foram relevantes as produções historiográficas da França, Inglaterra e Estados Unidos, que permitiram sua consolidação na década de 1990.
4. As críticas mais contundentes aos estudiosos que seguem os pressupostos da história global referem-se ao processo de elitização da historiografia, produzida nos redutos acadêmicos e com base em métodos quantitativos.
5. São priorizadas as investigações sobre os processos de conexão e interação apresentadas pela comunidade humana, na perspectiva de que as histórias nacionais ou regionais estão conectadas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
As ideologias políticas sempre impulsionaram grupos sociais a lutarem por perspectivas individuais e coletivas. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta um grupo ideológico histórico, extremante radical, que lutava para derrubar o Estado usando a força armada, pois, na visão do grupo, seria possível uma vivência natural do homem sem a presença do Estado.
29 maio 2021 Autor: Tim Whewell*/BBC News, Namibia
Na sexta-feira (28), após mais de 100 anos, Berlim reconheceu oficialmente as atrocidades que cometeu durante a ocupação colonial da Namíbia e ofereceu ao país africano uma quantia em dinheiro como compensação.
Mas como se compensa a destruição de uma sociedade inteira? Que preço colocar?
A Alemanha concordou em pagar mais de 1 bilhão de dólares.
“À luz da responsabilidade histórica e moral da Alemanha, pediremos desculpas à Namíbia e aos descendentes das vítimas”, disse o ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, na sexta-feira.
O governante alemão acrescentou que seu país, em um "gesto de reconhecimento do imenso sofrimento infligido às vítimas", apoiará o desenvolvimento da nação africana através de um programa que vai custar mais de 1,3 bilhões de dólares.
A quantia será paga em 30 anos e investida em infraestrutura, assistência médica e programas de treinamento que beneficiam comunidades afetadas.
Mas alguns líderes namibianos até agora se recusaram a apoiar o acordo, informou o jornal local New Era.
Na Namíbia, descendentes de vítimas e colonos debateram ferozmente sobre o valor financeiro associado ao genocídio.
Extraído: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-57292909
O caso noticiado exemplifica práticas cada vez mais recorrentes das relações entre nações europeias e suas ex-colônias africanas. O conceito que melhor interpreta este fenômeno contemporâneo é
A morte da rainha Elizabeth 2ª gerou uma onda de pesar e de homenagens tocantes por parte de líderes mundiais e também do público em geral.
Muitos nas antigas colônias britânicas saudaram abertamente a memória da rainha, enquanto outros compartilharam fotos da monarca durante visitas aos seus respectivos países.
Mas a admiração não é unânime. Para alguns, sua morte reacendeu memórias da muitas vezes sangrenta história colonial britânica - atrocidades contra populações indígenas, roubo de estátuas e artefatos de nações do oeste da África, ouro e diamantes da África do Sul e da Índia, escravidão e opressão.
Enquanto o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, descreveu a rainha como uma figura pública extraordinária que deveria ser lembrada com carinho por muitos ao redor do mundo, o opositor partido Combatentes pela Liberdade Econômica (EFF, na sigla em inglês) disse que não estaria entre aqueles lamentando a morte.
“Durante seus 70 anos de reinado como rainha, ela nunca reconheceu crimes que o Reino Unido e sua família perpetraram pelo mundo, e era na verdade uma porta-bandeira orgulhosa dessas atrocidades", disse o partido, o terceiro maior do país, em um comunicado. "Para nós, sua morte é uma lembrança de um período muito trágico neste país e na história da África”, diz o comunicado. Nas redes sociais, as críticas foram muito além.
Artigo de Nomsa Maseko https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62871616
A partir da leitura do artigo jornalístico, podemos afirmar que o caso noticiado é representativo

Manifestantes tomam as ruas do Egito contra o ditador Mubarak, em 2011. (Extraído em 22/09/23 de https://www.brasildefato.com.br/2021/02/24/da-euforiaa-realidade-os-descaminhos-da-primavera-arabe-dez-anos-depois)
Para uma melhor interpretação da Primavera Árabe, acerca dos fatores geradores dessas revoltas, deve-se considerar e apreender que:
A criança não está morta! [...] A criança está presente em todas as assembleias e tribunais Surge aos pares, nas janelas das casas e nos corações das mães Aquela criança, que só queria brincar sob o sol de Nyanga, está em toda parte!
Ingrid Jonker foi uma poeta sul-africana que, através da arte, lutou contra a desigualdade racial em pleno regime do apartheid. O poema acima foi lido por Nelson Mandela em sua cerimônia de posse como presidente da África do Sul, em 1994, como forma de marcar a dura luta do povo sul-africano pelo fim do regime de segregação. Sobre o regime de apartheid na África do Sul, assinale a alternativa INCORRETA.
Disponível em: https://www.infoescola.com/historia/.
O trecho acima fala do contexto social da França que levou a um movimento historiográfico, que revolucionou a escrita na História por colocar elementos do cotidiano como fontes históricas, tendo Lucien Febvre e Marc Bloch como idealizadores. Estamos falando de:
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/08/05/mais-uma-vez-onuacusa-franca-de-preconceito-religioso.
Como diz a notícia acima, a França vem tomando atitudes radicais com relação ao uso de símbolos religiosos em lugares públicos. Considerado um estado laico desde a Revolução Francesa, mas, de uma via religiosa católica, a exposição de outras religiões parece ameaçar os franceses. Desde o início do século XX, os franceses veem o evidente avanço no país da religião: