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Questões de Concurso Sobre questões internacionais: história do tempo presente em história

Foram encontradas 262 questões

Q2405001 História

TEXTO I


A Marinha identifica, na voz de Thomas Barnett, uma ampla região potencialmente insubmissa ou simplesmente irredutível às normas gerais de funcionamento promovidas pelos Estados Unidos e sancionadas pelo Fundo Monetário Internacional, pela Organização Mundial do Comércio e pelo Banco Mundial. E não necessariamente por sua consciência rebelde, mas sim, em muitos casos, pela insubstancialidade de suas instituições estatais.


TEXTO II


Imagem associada para resolução da questão


CECEÑA, A. E. Hegemonias e emancipações no século XXI. Buenos Aires: Clacso, 2005.


As preocupações do governo estadunidense expressas no texto e no mapa evidenciam uma estratégia para

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Q2126262 História
“Tempo e espaço constituem os materiais básicos dos historiadores. De fato, qualquer escrita da história fundamenta-se em uma dimensão temporal e espacial.
Um dos objetivos básicos da História é compreender o tempo vivido de outras épocas e converter o passado em “nossos tempos”. A História propõe-se a reconstruir os tempos distantes da experiência do presente e assim transformá-lo em tempos familiares para nós.
BINTTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2008, p.204.
O trecho acima faz referência ao tempo estudado pelos historiadores. Esse estudo é proposto pela Escola dos Annales que vai interagir com o tempo vivido e o tempo presente para que o aluno perceba que há: 
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Q2126256 História
“A história é busca, portanto escolha. Seu objeto não é o passado: A própria noção segundo a qual o passado enquanto tal possa ser objeto da “ciência” é absurda. Seu objeto é o “homem” ou melhor “os homens” e mais precisamente “homens no tempo”. “O historiador nunca sai do tempo..., considera nele ora grandes ondas de fenômenos aparentados que atravessam, longitudinalmente, a duração, ora momentos humanos em que essas correntes se apertam no poderoso nó das consciências”.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou o Ofício do historiador. Rio de Janeiro; Ed. Jorge Zahar, 2001, p.24.
Os dois trechos acima reportam a falar da História. Eles se referem ao:
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Q2126253 História
“O uso de novas fontes, assim como abertura para novas temáticas, foi incorporado à pesquisa histórica a partir da Escola dos Annales, que teve sua emergência por volta da segunda década do século XX. Até esse momento, vigorava uma concepção positivista da história, que considerava apenas a dimensão “científica” do conhecimento, como algo neutro e objetivo. (...) As considerações e os questionamentos que levaram à ampliação de temáticas e de fontes que constituem o conhecimento histórico - e que se desdobram em diversas linguagens - foram fundamentais para a melhoria da qualidade do ensino, pois contribuíram para que o professor pudesse “sair da rotina”, tornando o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico.
História e Ensino, Londrina, vol. 13, p. 127-140, set. 2007.
Os dois trechos acima nos remetem à revolução feita pela Escola dos Annales que transformou o ensino de História por meio da ampliação de fontes e de outro ponto importante que foi o (a):
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Q2121983 História
São muitos os laços étnicos e afetivos que unem o Brasil a países como Nigéria, Togo, Benin, Angola e República Democrática do Congo, além dos vínculos econômicos, por exemplo, com Congo, Guiné, Gabão e Moçambique. Relativamente aos reinos africanos entre os séculos V e XV, julgue o item subsequente.
Segundo classificação linguística, não étnica, mais da metade do continente africano é ocupada pelo grupo bantu, cuja origem se situa na fronteira das atuais Nigéria e Camerun. 
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Q2121981 História
São muitos os laços étnicos e afetivos que unem o Brasil a países como Nigéria, Togo, Benin, Angola e República Democrática do Congo, além dos vínculos econômicos, por exemplo, com Congo, Guiné, Gabão e Moçambique. Relativamente aos reinos africanos entre os séculos V e XV, julgue o item subsequente.
Entre os povos do golfo da Guiné, os únicos que chegaram a constituir um poder político antes do século XVI foram os iorubás.
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Q2121980 História
São muitos os laços étnicos e afetivos que unem o Brasil a países como Nigéria, Togo, Benin, Angola e República Democrática do Congo, além dos vínculos econômicos, por exemplo, com Congo, Guiné, Gabão e Moçambique. Relativamente aos reinos africanos entre os séculos V e XV, julgue o item subsequente.
Chama-se costa da Guiné a região situada entre a atual Serra Leoa e o delta do Níger. No interior, desenvolveram-se os impérios muçulmanos do Mali, Songhai e Bornu; na costa e na floresta, formaram-se sociedades diversificadas. 
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Q2114627 História
No campo dos estudos sobre História da África, Alberto da Costa e Silva diz que: “um visitante holandês do século XVII não escondeu a sua admiração por Benin, uma cidade enorme, cortada por uma longa avenida, que lhe parecia mais larga do que a principal rua de Amsterdã. [...] Vasco da Gama, ao chegar à costa Oriental da África, encontrou portos cheios de navios e de comerciantes de todas as partes do Oceano Índico, bem como casas parecidíssimas com as de Algarves, em Portugal”. 
(Alberto da Costa e Silva. A África explicada aos meus filhos. Rio de Janeiro: Agir, 2008, p. 27.)
O olhar de Alberto da Costa e Silva sobre a África e os africanos explicitado na citação anterior se refere à:
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Q2113159 História
Histórias contrafactuais exploram versões alternativas do passado em que uma alteração na linha do tempo leva a um resultado diferente daquele que conhecemos. A pergunta: “E se ...?” tornou-se cada vez mais frequente, deixando de animar não apenas os gêneros de ficção científica e passando a se apresentar também em jogos, séries e filmes com fundo histórico. Apesar de derivado em essência da historiografia tradicional, esse tipo de ficção revela visões pré-concebidas sobre seus temas ou sobre o próprio conceito de História assumido por seus criadores.
(Cf. EVANS, Richard. Altered Pasts. Counterfactuals in History. Waltham Mass: Brandeis University Press, 2013)
Assim, segundo Richard Evans, as histórias contrafactuais 
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Q2113158 História
O historiador britânico Peter Burke afirma: “Historiadores do futuro decerto poderão se referir ao período em torno do ano 2000 como a ‘era da informação’”, comentando a denominação “sociedade da informação”, utilizada por sociólogos e economistas. Entretanto, pondera que essa denominação, “era da informação”, de forma análoga também poderia ser atribuída a outros períodos da história, pois a mercantilização da informação é tão antiga quanto o capitalismo, e a coleta sistemática de informações já era usada na Antiguidade, pela China ou pelo governo de Roma.
(Cf. BURKE, Peter. Uma História Social do Conhecimento, de Gutenberg a Diderot. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2003)
A afirmação mais coerente com as opiniões do historiador Burke sobre o tema é:  
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Q2113157 História
O uso de depoimentos e testemunhos de pessoas é um dos recursos do historiador em seu trabalho de reconstrução do passado. Não se trata de entrevistar aleatoriamente indivíduos dispostos a falar sobre suas vidas. É preciso haver questões que justifiquem sua articulação com um projeto de pesquisa previamente definido. Por meio da História Oral pode se obter novos dados, avaliar relatos ou mesmo recolher depoimentos que terão função de registro sobre uma certa experiência do tempo.
(Cf. ALBERTI, Verena. Manual de História Oral. Rio de Janeiro: FGV, 2012)
Melhor contempla o papel dos depoimentos orais na pesquisa historiográfica: 
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Q2113156 História
Nos apontamentos do medievalista francês Marc Bloch, reunidos postumamente sob o título Apologia da História ou o Ofício do Historiador, há um relato de uma visita a Estocolmo, na Suécia, em que Bloch acompanhava o notório medievalista Henri Pirenne. O que vamos ver primeiro? Parece que há uma prefeitura nova em folha. Comecemos por ela, sugere Pirenne. E como se quisesse evitar uma reação de surpresa e estranheza com essa proposta, o mestre acrescentou: Se eu fosse antiquário, só teria olhos para as coisas velhas. Mas sou um historiador. É por isso que amo a vida.
(Cf. BLOCH, Marc. Apologia da História ou o Ofício do Historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001)
Considerando esse relato, selecione a proposição que melhor descreve o ofício do historiador:
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Q2113155 História
“Lugar de memória” é um conceito histórico proposto ao longo da obra homônima Les Lieux de Mémoire, publicada entre 1984 e 1992, sob a direção do reconhecido historiador francês Pierre Nora. Um lugar de memória pode ser um monumento, uma personagem, um museu, um arquivo, um evento, uma instituição, que se transforma em patrimônio cultural de uma comunidade quando é reconhecido como memória por uma narrativa histórica coletiva. A visita aos lugares de memória é um recurso educativo bastante frequente, sobre o qual cabe considerar que: 
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Q2087738 História
BRASÍLIA (Reuters) – A Cúpula do Mercosul foi encerrada nesta sexta-feira em Brasília sem uma declaração presidencial final, em meio a mais uma crise entre os membros frente a divergências sobre negociações comerciais fora do bloco e a decisão de reduzir a Tarifa Externa Comum (TEC), aplicada a produtos de países de fora. Ao final de dois dias de reuniões em Brasília, apesar dos avanços em um dos temas até agora mais difíceis, que é a redução da TEC, o governo uruguaio decidiu que só assinaria a declaração, onde constaria a possibilidade de redução da TEC, se os demais países concordassem em aludir, no texto, à permissão para que o Uruguai iniciasse negociações de acordos comerciais independentes, sem os demais membros do bloco.
(Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/ 2021/12/17/cupula-do-mercosul-termina-sem-declaracao-presidencial-por-divergencias-com-uruguai. 17/12/2021 18h23. Por Lisandra Paraguassu.)
O Mercosul (Mercado Comum do Sul), que completou trinta anos da sua criação em 2021, preconiza, além da ideia explícita no trecho:
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Q2024348 História
“Desde os anos 1990, as tradições expressivas do Congado mineiro tornaram-se objeto de políticas culturais, sendo analisadas com as categorias de cultura popular de matriz africana e de patrimônio cultural de natureza imaterial. Independente do recorte interpretativo, as tradições do Congado atualizam uma carga de memórias traumáticas relacionadas à experiência da escravidão africana. A abordagem dessas memórias, pelos estudos sobre folclore e cultura popular, impõe uma série de desafios aos agentes responsáveis por sua patrimonialização, uma vez que implica reconhecer as relações de alteridade que os recriadores do Congado (congadeiros) estabelecem com seus ancestrais e divindades, e, portanto, com o sofrimento do tempo do cativeiro”.
Adaptado de BOEING, R.; ABREU, R. “Memória e música nas tradições expressivas do Congado mineiro”, in Portuguese Literary & Cultural Studies, 2021.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir sobre a relação de alteridade estabelecida pelos congadeiros com o passado colonial.
I. Na ação cultural dos congadeiros, a alteridade afrodescendente é positivada e torna-se oportunidade de manifestação de memórias e experiências da riqueza da própria herança cultural e da força de sua resistência sociopolítica.
II. As tradições expressivas do Congado reinterpretam o catolicismo com base em um sistema de crenças e cosmovisão próprios das culturas da África Centro-Ocidental, presentes nas estruturas rituais e elementos simbólicos.
III. Nos cantos, ritmos e danças que louvam Nossa Senhora do Rosário e demais entidades, os congadeiros afirmam a sua interpretação do mundo e do passado colonial brasileiro, reelaborando simbolicamente a escravidão, o racismo e as desigualdades sofridas.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2016238 História
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Manuel Castells, em Comunicação e Poder, sustenta que a mídia não é detentora do poder, mas representa o espaço em que o poder é decidido e constituído. Pode-se afirmar que, no século XXI, a web assumiu um papel central no desenvolvimento e amplificação de protestos e movimentos sociais, com forte impacto na vida offline. Trata-se da categoria sociológica de “ativismo midiático”: um tipo de ativismo digital que utiliza instrumentos tecnológicos e a Internet para organizar e difundir ações de mudança político-social.
Com base na definição contida no trecho, assinale a afirmativa que descreve corretamente ações de ativismo midiático contemporâneas.
Alternativas
Q2016232 História
Em 2014, a China ultrapassou os EUA e passou a assumir o posto de maior economia do mundo, representando 16,6% do PIB mundial. Esse crescimento é o fruto de mudanças estruturais implementadas desde a segunda metade do século XX.
A respeito do crescimento chinês, assinale a afirmativa que caracteriza corretamente uma de suas etapas. 
Alternativas
Q2016231 História
A respeito dos projetos de integração desenvolvidos na segunda metade do século XX, leia as descrições a seguir.
I. É um projeto de integração concebido por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai em 1991. No aspecto econômico, assume o caráter de união aduaneira, mas seu fim é constituir um verdadeiro mercado comum, seguindo os objetivos estabelecidos no Tratado de Assunção. II. É um acordo de livre comércio planejado para ser instrumento de integração das economias dos Estados Unidos, Canadá e México. Entrou em vigor em 1994 e ajudou a consolidar o comércio regional no hemisfério norte do continente americano.
Os textos I e II caracterizam, respectivamente,
Alternativas
Q2016229 História
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Eleanor Roosevelt exibe a impressão da Declaração Universal dos Direitos Humanos (Nova York, 1948).


Assinale a afirmativa que caracteriza corretamente a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Alternativas
Q2016221 História
O nome Rota da Seda é uma convenção historiográfica do século XIX para designar o fluxo comercial ancestral da Eurásia. Na verdade, a Rota da Seda era um conjunto de vias comerciais, ao norte e ao sul, através das estepes, desertos, montanhas e mares, conectando desde a costa chinesa do Pacífico às costas atlânticas da Europa e da África; da Escandinávia ao Oceano Índico.
A respeito da história milenar da Rota da Seda, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
161: D
162: A
163: C
164: C
165: C
166: C
167: C
168: D
169: E
170: E
171: D
172: D
173: C
174: A
175: E
176: B
177: C
178: A
179: E
180: E