Questões de Concurso Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q100361 História
De 1500 a 1532, a economia brasileira assentava-se em uma série de feitorias costeiras onde se iam acumulando, à espera dos navios, mercadorias pouco numerosas (pau-brasil, pássaros e animais da terra, uns poucos escravos indígenas) obtidas por escambo. A partir de 1532, com o início da colonização efetiva e da economia do açúcar, as exigências de alimentos para a população européia crescente e de mão-de-obra para os engenhos mudaram com rapidez o caráter das relações com os autóctones.
O século XVII foi, de fato, aquele em que o Nordeste do Brasil se transformou, pioneiramente, em relação a outras áreas afro-americanas, em região típica de plantation. Com a insuficiência crescente da disponibilidade de escravos indígenas, uma procura já existente passou a ser atendida pela importação
de africanos. A fuga, a resistência e a revolta foram, desde o início, inseparáveis da escravidão.
Com a mineração de ouro e diamantes no século XVIII, bem como devido à urbanização intensificada, e ainda em função da expansão e diversificação agrícolas, deu-se nesse período uma intensificação da escravidão e, por conseguinte, do tráfico que a alimentava. Um dos efeitos da mineração foi o surgimento de uma rede urbana considerável nas zonas das minas e o crescimento do tamanho e da importância do Rio de Janeiro.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O trabalho na colônia. In: Maria Yedda Linhares (Org.).História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 88-94 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos marcantes do processo de colonização do Brasil, julgue os itens seguintes.

A emergência da atividade mineradora retirou do Nordeste sua primazia econômica, mas não foi suficiente para transferir o centro político da Colônia para outra região do Brasil.
Alternativas
Q33298 História
No contexto do período colonial, é correto afirmar que, no processo de conquista e colonização da Paraíba,
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Q10647 História
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Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
dimensão do significado da transferência da sede do Estado
português para sua colônia americana, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
A presença da corte bragantina no Rio de Janeiro alterou substancialmente a situação da colônia brasileira. O primeiro sinal dessa transferência, que se mostrou fundamental para o encaminhamento do processo de independência, foi a abertura dos portos ao comércio internacional, decisão que fazia desaparecer o eixo central do sistema colonial: o monopólio metropolitano.
Alternativas
Q10617 História
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O autor do texto Um Imenso Portugal defende a tese de que, no
Brasil, o Estado teria precedido a nação. O tema da grandeza
geográfica do país está, por sua vez, implícito. Julgue (C ou E) os
itens a seguir, considerando a coerência com as idéias expressas
no referido texto.
A adoção da forma império no Brasil, em vez de reino, atendeu aos interesses das grandes potências da época, neles incluídos os dos Estados Unidos da América (EUA).
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Q10616 História
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O autor do texto Um Imenso Portugal defende a tese de que, no
Brasil, o Estado teria precedido a nação. O tema da grandeza
geográfica do país está, por sua vez, implícito. Julgue (C ou E) os
itens a seguir, considerando a coerência com as idéias expressas
no referido texto.
O território deve ter sua importância minimizada, uma vez que, embora preexistente, ele não teria sido suficiente para o surgimento da nação brasileira.
Alternativas
Q10615 História
A afirmativa inicial do texto, "O Brasil fez-se Império antes de se fazer nação", sugere que
Alternativas
Q10610 História
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Ainda considerando o texto de Fernando A. Novais, julgue
(C ou E) os itens seguintes.
A descoberta de ouro em Minas Gerais, no início do século XVII, inibiu a expansão da economia açucareira.
Alternativas
Q10609 História
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Ainda considerando o texto de Fernando A. Novais, julgue
(C ou E) os itens seguintes.
A colônia podia ser considerada um anexo do território metropolitano e, portanto, um prolongamento nãocontíguo de Portugal.
Alternativas
Q10608 História
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Ainda considerando o texto de Fernando A. Novais, julgue
(C ou E) os itens seguintes.
O engenho não demandava altos investimentos, sendo, assim, acessível a todos os segmentos envolvidos na colonização do Brasil.
Alternativas
Q10607 História
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Ainda considerando o texto de Fernando A. Novais, julgue
(C ou E) os itens seguintes.
Na colonização do Brasil, a atividade pecuária procurou utilizar lugares que não eram atrativos para a plantação de produtos tropicais.
Alternativas
Q10576 História
O primeiro período do texto remete ao tempo das guerras cisplatinas, contexto histórico marcante para o Brasil das primeiras décadas do século XIX. Relativamente ao tema, julgue (C ou E) os itens seguintes.
Longe de ser mera bravata e, mais ainda, de integrar um grandioso projeto de Império luso na América, a decisão de incorporar a Banda Oriental foi tomada por D. João VI por imposição da Santa Aliança, como forma de punir Napoleão Bonaparte pela invasão da Espanha.
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Q101840 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

Na divisão cronológica apresentada no texto, a fase que corresponderia à extração do pau-brasil foi omitida, provavelmente em face de sua irrelevância econômica.
Alternativas
Q101839 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

A leitura atenta do texto permite concluir que a mineração do século XVIII, embora tenha estimulado o processo de interiorização da colônia, não foi capaz de promover o aparecimento de outras atividades econômicas e nem mesmo o de uma sociedade menos ruralizada do que a existente no Nordeste açucareiro.
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Q101838 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

A “fase de instalação do escravismo colonial de plantation em sua forma clássica” coincide com o período de proeminência da cana-de-açúcar na economia colonial.
Alternativas
Q101837 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

O desenvolvimento da pesquisa historiográfica no país, visível nas últimas décadas, subverte integralmente a antiga tese de que a colonização do Brasil tenha-se assentado na grande propriedade, na monocultura e na escravidão africana; reduz, assim, radicalmente, a importância desses três aspectos para a formação social e econômica do Brasil.
Alternativas
Q101836 História
Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história do trabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura — embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

Por “considerável complexidade econômico-social brasileira”, expressão utilizada no final do primeiro parágrafo, entende-se uma realidade colonial em que, além das evidentes funções determinadas pela exploração mercantilista, como a de produzir para o mercado externo, a colônia também apresentava dinamismo econômico interno, o qual explica a diversidade de atividades produtivas e de relações de trabalho nesse período.
Alternativas
Q29197 História
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Ao mencionar a existência de "centros mineradores" (R.7-8), o
texto V refere-se ao panorama econômico colonial predominante
ao longo do século XVIII. Relativamente a essa realidade, que
apresenta aspectos distintos daqueles verificados na economia
açucareira, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29196 História
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Ao mencionar a existência de "centros mineradores" (R.7-8), o
texto V refere-se ao panorama econômico colonial predominante
ao longo do século XVIII. Relativamente a essa realidade, que
apresenta aspectos distintos daqueles verificados na economia
açucareira, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29195 História
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Ao mencionar a existência de "centros mineradores" (R.7-8), o
texto V refere-se ao panorama econômico colonial predominante
ao longo do século XVIII. Relativamente a essa realidade, que
apresenta aspectos distintos daqueles verificados na economia
açucareira, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
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Alternativas
Q29194 História
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Ao mencionar a existência de "centros mineradores" (R.7-8), o
texto V refere-se ao panorama econômico colonial predominante
ao longo do século XVIII. Relativamente a essa realidade, que
apresenta aspectos distintos daqueles verificados na economia
açucareira, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
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Alternativas
Respostas
1361: E
1362: A
1363: C
1364: E
1365: C
1366: D
1367: E
1368: C
1369: E
1370: C
1371: E
1372: E
1373: E
1374: C
1375: E
1376: C
1377: C
1378: E
1379: C
1380: E