Questões de Concurso Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q1832327 História
Segundo José Ramos Tinhorão, estudioso das festas populares no Brasil colonial, nasceu no século XVIII uma “moderna forma de evento público”, os chamados “desfiles sobre rodas de alegorias barrocas”. Este novo formato atingiu alta popularidade em Minas Gerais, onde a chamada “exuberância barroca” ostentava, de forma simbólica e espetacular, “o poder religioso ou real perante os olhos do público”. (Trechos retirados de TINHORÃO, José Ramos. As festas no Brasil Colonial. São Paulo: Editora 34, 2000, p. 105).
Este simbolismo barroco, festivo e moderno no mundo colonial português no Brasil objetivava simbolicamente relacionar e unir dois mundos, a saber o de
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Q1822722 História
Quanto ao papel da Igreja Católica na colonização da América, pode ser constatado/a:
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Ano: 2019 Banca: ESPM Órgão: ESPM Prova: ESPM - 2019 - ESPM - Vestibular 2020/1 - RS |
Q1788912 História
Três monarcas governaram Portugal durante o século XVIII. O longo reinado de Dom João V cobriu a primeira metade do século, durante a qual fluíram grandes riquezas para Lisboa, vindas dos territórios brasileiros, a ‘vaca leiteira’ de Portugal, como tão pitorescamente descreveu o professor Charles Boxer o papel da América Portuguesa nesse período. Em 1750 Dom João V foi sucedido por seu filho Dom José I, cujo reinado se assinalou pela longa predominância do Marques de Pombal nos assuntos de Estado e pelo reinado da devota, e mais tarde louca, Dona Maria I, que sucedeu ao seu pai em 1777.
(Kenneth Maxwell. Marques de Pombal: paradoxo do Iluminismo)
A partir da leitura do texto e tendo em conta a relação entre a política de Marques de Pombal e o Brasil, assinale a alternativa que apresente a grande riqueza que fluía para Portugal levada do território brasileiro, bem como uma medida da administração pombalina com impacto na exploração de tal riqueza:
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Q1765551 História

Estruturação do Domínio Oligárquico no Brasil


Qual era o destino do ouro extraído das minas do Brasil?

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Q1757968 História
A escravidão na América: o tráfico de escravos e a escravização de populações africanas. Coloque V para Verdadeiro e F para falso, sobre o tema proposto. ( ) Na Idade Moderna, no contexto da expansão marítima europeia, surgiu uma nova forma de escravidão. Populações africanas foram escravizadas para a exploração de riquezas coloniais. ( ) Inicialmente eram vendidos na Europa, mas a partir do século XVI também na América. ( ) Sob o comando das Coroas europeias, no caso da colônia portuguesa, pode-se afirmar que esse negócio foi tão ou mais rentável do que a economia açucareira. ( ) Na verdade, uma atividade ligava-se a outra, pois Portugal obtinha lucros com a venda do açúcar na Europa e a venda dos escravos obtidos na África para os senhores de engenho em sua própria colônia. ( ) O tráfico de escravos já existia na África antes de os portugueses iniciarem seu processo de conquista no século XV. Indique a alternativa que completa de forma correta a questão.
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Q1738959 História
Pois quanto ao serviço de Sua Alteza, que Deus guarde, é cousa muita o que se mostrou sempre zeloso tanto assim que em muitas ocasiões se lhe ouviu dizer, que todos tinham a obrigação de servir a seu Príncipe debaixo do encargo de pecado mortal. E melhor o mostrou com o exemplo em todas as ocasiões em que se ofereceram do real serviço em que sempre assistiu sempre tão pontual assim como sua pessoa como sua fazenda que parece não tinha nascido no mundo para outra cousa mais que para solicitar o aumento da Real Coroa.
LEME, Garcia Rodrigues Paes, citado por: ALMEIDA, Carla M. C. de; OLIVEIRA, Mônica R. de. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima. Coleção O Brasil Colonial, 1580-1720. Vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014, p. 285-286.
Esse texto é um trecho do requerimento de Garcia Rodrigues Paes Leme, filho de Fernão Dias, ao Rei de Portugal, provavelmente datado da década de 1680. Por meio de sua leitura, é possível compreender como se estabeleciam as relações entre os indivíduos, particularmente entre súditos e rei, no Antigo Regime.
Sobre essas relações, é correto afirmar:
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Q1730088 História
O corpo escravo se constitui assim como o horizonte fantasmático universal das relações sociais, como se o colonizador tivesse conseguido instaurar sua exploração do corpo da terra como metáfora última das relações sociais. E, de fato, o corpo escravo é onipresente. Os jornais nos falam regularmente da escravatura que ainda existe e que a polícia persegue. E há aquela que a polícia não persegue. Um mal-estar permanente nas classes privilegiadas, com relação às condições de indigência de uma grande parte da população, manifesta o sentimento de que algo, no vínculo empregatício, ainda participe ou possa participar da escravatura. (CALLIGARIS, Contardo. Hello, Brasil! – psicanálise da estranha civilização brasileira. São Paulo: Três Estrelas, 2017)
O texto conduz o leitor a uma reflexão em torno
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Q1730087 História
Foi só com a proximidade do fim da escravidão e da própria monarquia que a questão racial passou para a agenda do dia. Até então, enquanto “propriedade”, o escravo era por definição “o não-cidadão”. No Brasil, é, portanto, com entrada das teorias raciais que as desigualdades sociais se transformam em matéria da natureza. (SCHWARCZ, Lilian Moritz. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade. In.: SCHWARCZ, Lilian. História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.186)
A discussão sobre a “questão racial” no Brasil, após abolição da escravidão, revestiu-se
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Q1730067 História
Em 1808, como consequência da invasão francesa a Portugal, chega a família real ao Brasil. D. João, o príncipe regente, sua mãe, D. Maria, e ainda fidalgos, oficiais, clérigos, açafatas, que os acompanham nessa desdita que marca o fim do período colonial. A capital do vice-reino terá de absorver todo esse “povo” e acomodar várias secretarias [...].Como manter essa corte e a ampliação do aparelho burocrático com a penúria do tesouro real ?
(SCHNOOR, Eduardo. Os senhores dos caminhos: a elite na transição para o século XIX. IN : DEL PRIORE, Mary. Revisão do paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.163)
As soluções encontradas pela administração para o problema da escassez de recursos necessários à manutenção da corte no Brasil foram
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Q1730058 História
A diversidade foi a principal característica do comércio na América Portuguesa o que gerou um amplo espectro de tipos de comerciantes, de atividades e de estabelecimentos. Os comerciantes compunham, portanto, uma camada heterogênea [...].
(VENÂNCIO, Renato Pinto e FURTADO, Júnia Ferreira. Comerciantes, tratantes e mascates. In: DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: 2000, p.95)
Um fator que explica a diversidade da camada dos comerciantes na América Portuguesa está associado
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Q1730057 História
Móbil, instável, e mais ainda dispersa, a população na Colônia devia provavelmente angustiarse diante da dificuldade desedimentar laços primários. E note-se que essa dispersão decorre diretamente dos mecanismos básicos da colonização de tipo plantation.
(NOVAIS, Fernando A.Condições da privacidade na colônia. IN: NOVAIS, Fernando A. (Org.). História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.21)
A relação mencionada no texto resulta
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Q1730055 História
Notava as coisas e via que mandava comprar um frangão, quatro ovos e um peixe para comer, e nada lhe traziam, porque não se achava na praça, nem no açougue, e, se mandava pedir as coisas e outras às casas particulares, lhas mandavam. Então disse o bispo: verdadeiramente que nestas terras andam as coisas trocadas, porque toda ela não é republica, sendo-o cada casa.
(SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro I, cap.II, p.42-3, NOVAIS, Fernando A. (Org.). História da vida privada no Brasil : cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.14).
As condições de privacidade na colônia eram marcadas
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Q1730054 História
[...]. A Igreja recomendava aos pais batizar seus filhos assim que possível. O batismo de crianças livres ou escravas era ministrado por párocos ou capelães, sem delongas, para garantir aos inocentes que morressem a chance de ir direto ao Céu sem passar pelo Purgatório. Escravos adultos eram batizados em ritos extremamente sumários e, na maior parte, coletivos. Na intimidade, a preocupação com o crescimento dos filhos era recorrente. Testamentos feitos entre os séculos XVII e XVIII registram instantâneos de como se concebia a criação da prole: aos machos devia se ensinar a ler, escrever e contar. Às fêmeas, coser, lavar e os bons costumes; ambos deviam sempre ‘apartar-se do mal e chegarse ao bem [...].
(PRIORE, Mary Del. Ritos da vida privada. p.276-330. In: SOUZA, Laura de Mello. (Orgs.). História da Vida Privada no Brasil – Cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v.1. p. 311).
A privacidade na colônia era realizada mediante diversos ritos cotidianos que
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Q1721861 História

É sabido por todos que o Brasil é um país em desenvolvimento, considerado em muitos aspectos atrasado quando comparado aos demais países. A História mostra que, de fato, o Brasil está tecnologicamente, economicamente e industrialmente, quase um século atrasado. Baseado nessas informações, analise as afirmações abaixo:


I - Países como Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra, Japão, entre outros, aderiram ao processo de industrialização em torno do século XVIII, durante a Revolução Industrial. Neste período o Brasil era ainda uma colônia de Portugal;


II – O pacto Colonial imposto por Portugal permitia apenas a abertura de indústrias têxteis no país, sendo o Brasil obrigado a comprar os demais produtos manufaturados de Portugal;


III - Apenas no fim do século XIX e início do século XX que o Brasil começou a aderir à Revolução Industrial e sua forma de produção. Os cafeicultores de São Paulo haviam investido grandes quantias financeiras em seus negócios, mas com a crise do café precisaram de uma segunda opção para investir, e assim foram os precursores do investimento no setor industrial do Brasil;


São afirmações corretas apenas:

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Q1721860 História

A Revolução Pernambucana foi um movimento social (revolta) de caráter emancipacionista ocorrido em Pernambuco no ano de 1817. É considerado um dos mais importantes movimentos de caráter revolucionário do período colonial brasileiro. Em relação as causas da Revolução Pernambucana, analise as afirmações:


I - Insatisfação popular com a chegada e funcionamento da corte portuguesa no Brasil, desde o ano de 1808;

II - Existiram interesses econômicos dominantes e a principal causa dessa revolução tinha um objetivo principal que era se separar do Brasil politicamente;

III - Insatisfação com impostos e tributos criados no Brasil por D. João VI a partir da chegada da corte portuguesa ao Brasil;


São afirmações corretas apenas:

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Q1721859 História
O período conhecido como União das Coroas Ibéricas foi:
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Q1721858 História
Em 1534 o império português adotou o sistema de capitanias hereditárias na colônia brasileira, doando imensos lotes de terra a homens que eram escolhidos pelo rei português para povoá-las e cultivá-las. Esses homens que receberam as capitanias eram chamados de:
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Q1721857 História
Ao perceber a existência de pau-brasil na nova colônia, a coroa portuguesa arrendou a exploração dessa valiosa madeira a mercadores que se comprometiam a erguer uma feitoria no litoral brasileiro. Nesse caso, podemos dizer que feitoria é:
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Q1721856 História

Em relação ao relacionamento entre os indígenas e os colonizadores portugueses, analise as afirmações abaixo:


I – Nas primeiras décadas do século XVI, os contatos entre os portugueses e os tupis foram amistosos;

II – Grupos indígenas se aliaram com os portugueses para guerrear com outros indígenas;

III- Com a instalação do governo geral em 1549, os portugueses começaram a usar os indígenas como escravos;

IV – Os indígenas aceitaram passivamente o domínio dos portugueses;


São afirmativas corretas apenas:

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Q1651435 História
Leia o texto e responda: “Essas comunidades de ex-escravos organizavam-se de diversas formas e tinham proporções e duração muito diferentes. Havia pequenos quilombos, compostos de oito homens ou pouco mais; eram praticamente grupos armados. No recesso das matas, fugindo do cativeiro, muitas vezes eram recapturados pelos profissionais de caça aos fugitivos. Criou-se para isso uma profissão específica. Em Cuba chamavam-se rancheadores; capitães do mato no Brasil; coromangee ranger, nas Guianas, todos usando táticas mais desumanas de captura e repressão. Em Cuba, por exemplo, os rancheadores tinham como costume o uso de cães amestrados na caça aos escravos negros fugidos”. (MOURA, Clóvis. Quilombos, Resistência ao Escravismo, São Paulo, Editora Ática, 1987, p.12-13). Aponte a alternativa que melhor define conceitualmente os quilombos:
Alternativas
Respostas
841: C
842: C
843: A
844: C
845: B
846: C
847: B
848: B
849: E
850: B
851: D
852: E
853: D
854: C
855: B
856: C
857: C
858: B
859: A
860: C