Questões de Concurso
Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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Trechos do poema "Navio Negreiro", Castro Alves, publicado como forma de denunciar a continuidade do tráfico de escravos, uma década depois da promulgação da lei que proibiu o horrendo comércio. Assinalar a alternativa com a lei e data da promulgação.
Abaixo, dois trechos de letras de sambas-enredo, que abordam a abolição da escravidão no Brasil, a partir da Lei Áurea, assinada em 1888. A partir dos documentos e dos seus conhecimentos sobre o pós-abolição da escravidão, assinale a alternativa INCORRETA.
Fragmento 01
“(...)Perguntem ao Criador
Quem pintou essa aquarela
Livre do açoite da senzala
Preso na miséria da favela(...)”
“100 anos de liberdade. Realidade ou Ilusão?”, GRES Estação Primeira de Mangueira, 1988.
Fragmento 02
“(...) Pra Isabel, a heroína
Que assinou a lei divina
Negro cantou, comemorou
O fim da sina (...)”
“Liberdade, liberdade! Abra as asas sobre nós”, GRES Imperatriz Leopoldinense, 1989.
“Entre os anos de 1789 e 1801 as autoridades de Lisboa viram-se diante de problemas sem precedentes. De várias regiões de sua colônia americana chegavam notícias de desafeição ao Trono, o que era sobremaneira grave. A preocupante novidade residia no fato de que o objeto das manifestações de desagrado, frequentes desde os primeiros séculos de colonização, deslocava-se, nitidamente, de aspectos particulares de ações de governo para o plano mais geral da organização do Estado”.
(JANCSÓ, István. A sedução da liberdade: cotidiano e contestação política no final do século XVIII. In: NOVAIS, F. (Dir.); SOUZA, L.M. (Org.) História da Vida Privada no Brasil. Cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997).
Neste momento de fins do século XVIII e princípio do XIX, a chamada crise geral do Antigo Regime se desdobra nas áreas periféricas do sistema atlântico, em que suas manifestações políticas no Brasil se revelam por meio da sedição, ação visando à revolução. Marque a alternativa correta a respeito das sedições no período em questão, enquanto manifestações políticas dessa crise:
Tendo as informações acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema abordado, julgue o item.
Conforme disposição legal, a disciplina história da África, a ser ministrada em todos os níveis de ensino, deve se restringir, fundamentalmente, ao estudo da escravidão.
Atente para o seguinte excerto:
“Alguns pratos indígenas também passaram pela transformação das cozinheiras africanas. É o caso do Caruru, o típico dos típicos na Bahia. Segundo o folclorista Câmara Cascudo (1898-1986), o prato de origem tupi (caá-ruru, folha grossa) consistia num esparregado de quiabos, crustáceos, peixes e ervas, tendo sofrido alterações nas cozinhas dos engenhos, ganhando ingredientes como o dendê e o amendoim.”
POMBO, Nívia. Cardápio Brasil. In: Revista Nossa História, ano 3, nº 29. Rio de Janeiro: Editora Vera Cruz, 2006, p.34.
O trecho acima corresponde ao aspecto da cultura no Brasil colonial referente
Em novembro de 1807, temendo ser aprisionado pelas tropas de Napoleão Bonaparte, o príncipe regente de Portugal, D. João VI, deixou Lisboa acompanhado de sua família e de boa parte da nobreza da Corte, em direção ao Brasil, onde se estabeleceu até 1821, ano em que regressou à metrópole já como rei. Com relação às diversas consequências, para a colônia, da permanência de D. João VI no Brasil, julgue (C ou E) o item seguinte.
A noção de brasilidade, ou seja, a consciência de ser brasileiro,
esteve presente desde cedo na cultura política e na identidade
da sociedade brasileira, tendo-se manifestado nas sedições
nativistas da Inconfidência Mineira e da Conjuração Baiana,
ambas de cunho emancipacionistas, e, em fins do período
colonial, terminado por ser a base da luta pela independência
do Brasil
A principal autoridade em todos os domínios coloniais portugueses era o rei, que, na administração desses domínios, contava com o auxílio do Conselho Ultramarino e da Mesa de Consciência e Ordens. Tendo em vista que, apesar do auxílio dessas instituições, a organização administrativa do Brasil colonial funcionava de modo precário, julgue (C ou E) o seguinte item, relativos às causas dessa precariedade.
A Coroa Portuguesa, do início ao fim da colonização, procurou
manter o controle total sobre o empreendimento colonial,
motivo pelo qual resistiu às investidas da iniciativa privada
(ou particular), no sentido de assumir papel exclusivo na
exploração econômica da colônia.
A principal autoridade em todos os domínios coloniais portugueses era o rei, que, na administração desses domínios, contava com o auxílio do Conselho Ultramarino e da Mesa de Consciência e Ordens. Tendo em vista que, apesar do auxílio dessas instituições, a organização administrativa do Brasil colonial funcionava de modo precário, julgue (C ou E) o seguinte item, relativos às causas dessa precariedade.
O processo administrativo era excessivamente centralizado:
todas as decisões de maior ou média envergadura
administrativa passavam pelo crivo de Portugal; de tudo se
queria saber em Lisboa e por tudo se interessavam o Conselho
Ultramarino e a Corte.
A principal autoridade em todos os domínios coloniais portugueses era o rei, que, na administração desses domínios, contava com o auxílio do Conselho Ultramarino e da Mesa de Consciência e Ordens. Tendo em vista que, apesar do auxílio dessas instituições, a organização administrativa do Brasil colonial funcionava de modo precário, julgue (C ou E) o seguinte item, relativos às causas dessa precariedade.
Embora fosse consensual e geograficamente constatável, a unidade territorial brasileira aparecia oficialmente visível apenas nos títulos do vice-rei e do príncipe do Brasil.