Questões de Concurso
Sobre mercantilismo, colonialismo e a ocupação portuguesa no brasil em história
Foram encontradas 586 questões
SIQUEIRA JULIO, Suelen. “Resistências nativas” in: https://www.historia.uff.br/impressoesrebeldes/revista/resistencias-nativas/
As afirmativas a seguir exemplificam corretamente programas historiográficos que valorizam o protagonismo indígena e repensam a história do Brasil, à exceção de uma. Assinale-a.
I.Nos primeiros trinta anos de chegada dos portugueses, houve um forte empenho no projeto de colonização com objetivo de povoar a terra.
II.Produtos como madeira para tintura como a do pau-brasil eram os mais explorado e comercializados pelos portugueses.
III.Animais como macacos, papagaios contemplavam a lista de exploração, contudo, nessa época, não havia qualquer escravização.
IV.A coroa portuguesa enviou ao Brasil uma expedição costeira chefiada por Martim Afonso de Sousa para combater o contrabando.
Está(ão) CORRETA(AS) a(s) seguinte(s) preposição(ões):
PÁDUA, José Augusto. Um sopro de destruição: pensamento político e crítica ambiental no Brasil escravista, 1786-1888. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 42.
O excerto acima, publicado em 1789 pelo naturalista italiano Domenico Agostino Vandelli, mostra um tipo específico de visão a respeito da ocupação do território brasileiro no contexto dos séculos XVIII e XIX. Sobre este assunto, assinale a alternativa incorreta.
O ________, assinado entre Portugal e Espanha em 1750, tinha como objetivo demarcar os limites de dominação entre os colonizadores, que posteriormente resultou na Guerra Guaranítica.
ASSUNÇÃO, Paulo de. A terra dos Brasis: a natureza da América portuguesa vista pelos primeiros jesuítas (1549-1596). São Paulo: Annablume, 2000, p. 142.
Sobre a ação dos jesuítas no processo de colonização do Brasil, assinale a alternativa incorreta.
Considerando as características da atividade mineradora realizada no período do Brasil Colonial, analise as assertivas abaixo:
I. Os metais preciosos obedeciam a três destinos: uma parte ficava no Brasil, dando origem à riqueza da região das minas; outra seguia para Portugal, sendo consumida no longo reinado de Dom João V, nos gastos da corte e em obras gigantescas como o Palácio-convento de Mafra; e a terceira, foi parar em mãos britânicas, acelerando o acúmulo de capitais na Inglaterra.
II. O aumento das atividades mineradoras na região Sudeste foi responsável por liquidar a economia açucareira do Nordeste, uma vez que acarretou grandes deslocamentos de população e ocasionou o aumento da mão de obra escrava, devido ao crescimento em sua procura.
III. Administrativamente, a capital da colônia foi transferida para o Rio de Janeiro, por onde entravam escravos e suprimentos, e saíam o ouro das minas.
IV. A Coroa tentou impedir o despovoamento de Portugal criando normas emigratórias. A entrada de frades foi proibida e uma ordem régia determinava a prisão de religiosos que estivessem sem licença ou sem emprego, dado o fato de que os frades eram suspeitos de contrabando.
Quais são corretas?
Julgue o item subsequente.
Julgue o item subsequente.
Julgue o item subsequente.
Julgue o item subsequente.
Julgue o item subsequente.
Julgue o item subsequente.
Julgue o item subsequente.
Com base nos dados enunciados, marque a alternativa que apresenta a grande dificuldade mencionada.
FAUSTO, Boris. História concisa do Brasil. 3. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2018, p. 16.
Dentre as consequências mais imediatas para os povos indígenas brasileiros diante da chegada dos portugueses, assinale a alternativa incorreta.
Leia com atenção o poema que se segue: Padrão, de Fernando Pessoa.
O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
E para diante naveguei.
A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão sinala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O por-fazer é só com Deus.
E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas Quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é português.
E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar.
Este poema é uma referência às chamadas Grandes Navegações portuguesas. Sua perspectiva sobre esse fato é