Questões de Concurso
Sobre mercantilismo, colonialismo e a ocupação portuguesa no brasil em história
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Considerando o contexto histórico da dinâmica de expansão das fronteiras coloniais da América Lusitana entre os séculos XVII e XVIII, bem como o debate historiográfico sobre a ocupação do território, assinale a alternativa CORRETA.
Cardoso, Sebastião de Jesus. Barcarena cidade-obra: cartografia de uma cidade entontecida / Sebastião de Jesus Cardoso. – Ponta Grossa - PR: Atena, 2024.
Sobre a formação histórica e a origem do município de Barcarena, é correto afirmar que:
Em consonância com a Lei n.º 11.645/2008, leia o fragmento a seguir:
Ao chegarem ao território que viria a ser o Brasil, os __________ identificaram que a música desempenhava um papel vital na vida social e espiritual dos povos originários. Em vez de eliminá-la de imediato, decidiram utilizá-la como ferramenta de catequese, introduzindo instrumentos europeus de corda friccionada (como o violino) e ensinando os indígenas a tocá-los e a fabricá-los.
Com base nessa contextualização histórica e na posterior apropriação cultural feita pelo povo Guarani — que incorporou o violino (rawe'i) e o violão (mbaraka) às suas práticas musicais e espirituais —, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
Sobre o Expansionismo Europeu e a Colonização da América, assinale a alternativa CORRETA:
(L. M. Schwarcz; H.M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 222. Adaptado)
O movimento em referência teve como parte de suas causas a
Observe o mapa:

No século 18, intensifica-se a ocupação do território colonial, impulsionada pelas atividades econômicas representadas no mapa.
Na legenda do mapa, os números 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, a
Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses dois grupos
Ao oferecer uma leitura dessa prática que se aproxima do conhecimento antropológico moderno sobre o assunto, Gonçalves Dias rompeu com toda uma tradição de literatura indianista no Brasil, que, por três séculos, representou e caricaturou o canibalismo como prova da barbárie primitiva do índio. De fato, ele é único no indianismo do século dezenove por essa interpretação, e, depois dele, teve-se que esperar pelo movimento modernista para que a significação ritual do canibalismo fosse novamente reafirmada. Tal revisão radical de uma das pedras fundamentais do discurso colonial fala alto pela notável contribuição deste poeta como uma das mais poderosas vozes dissidentes no seio da tradição romântica indianista.
REECE, David. Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indígena, e o estado-nação imperial. São Paulo: Nankin, Edusp, 2008. p. 191. [Adaptado].
Qual estereótipo do discurso colonizador o texto denuncia?
O primeiro deles, que contesta várias ideias sobre a colonização da América, é que a ibérica foi, em quase todos os sentidos, mais organizada, planejada e metódica que a anglosaxônica. Caso atribuamos valor à organização, é inegável que a colonização ibérica foi muito “melhor” que a anglo-saxônica. Na verdade, só podemos falar em projeto colonial nas áreas portuguesa e espanhola. Só nelas houve preocupação constante e sistemática quanto às questões da América. A colonização da América do Norte inglesa, por razões que veremos adiante, foi assistemática. No século XVII, quando a América espanhola já apresentava universidade, bispados, produções literárias e artísticas de várias gerações, a costa inglesa da América do Norte era um amontoado de pequenas aldeias atacadas por índios e rondadas pela fome. A península ibérica enviava ao Novo Mundo homens de toda espécie. Dentre os primeiros franciscanos que foram ao México, por exemplo, estava Pedro de Gante, parente do próprio imperador da Espanha. No Brasil, a nova e entusiasmada ordem dos jesuítas veio com o primeiro governador-geral. Imaginar o Brasil povoado só por ladrões e estupradores é tão falso como supor que apenas intelectuais piedosos foram para as 13 colônias.
KARNAL, L. Brasil e Estados Unidos: comparações incômodas. In: KARNAL, Leandro et al. História dos Estados Unidos. Campinas: Contexto, 2007. p. 28. [Adaptado].
O texto contesta qual narrativa sobre a colonização da América?
A partir de seus conhecimentos sobre a escravidão no Brasil, estabeleça associação entre as colunas a seguir.
1) Tráfico atlântico
2) Africanos no Brasil
3) Trabalhador liberto
4) Máscara de Flandres
( ) Instrumento usado como castigo, que permitia à vítima enxergar e respirar, mas a impedia de se alimentar.
( ) Indivíduos trazidos para a América pelo tráfico, na sua maioria, eram da África ocidental.
( ) Europeus de várias nações, africanos e mercadores do Rio de Janeiro e da Bahia estiveram envolvidos, tendo ocorrido durante trezentos anos.
( ) Afrodescendente que conseguiu a carta de alforria, após trabalho de 12 a 15 horas por dia, por longos anos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando a coluna à direita de cima para baixo.
( ) Os padres, para facilitar a comunicação, ensinaram aos índios a língua portuguesa e desenvolveram um método de ensino na língua europeia.
( ) A extensão do território brasileiro ajudou na dispersão de diversos grupos portugueses, que iam se deslocando em direção ao interior.
( ) Os índios que se refugiaram no interior perderam a sua cultura e deles descendem muitos dos indígenas atuais da Amazônia e Centro-Oeste.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
I. A expansão do catolicismo durante a colonização portuguesa esteve associada a processos de evangelização e dominação cultural, influenciando a configuração do campo religioso brasileiro.
II. As práticas sincréticas constituíram estratégias desenvolvidas por grupos africanos e afro-brasileiros para preservar referências religiosas diante das limitações do contexto colonial.
III. As práticas religiosas indígenas permaneceram em diferentes regiões do território brasileiro, preservando tradições, rituais e formas de transmissão dos conhecimentos religiosos.
Quais estão corretas?