Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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Para trabalhar com qualquer documentação, é preciso saber ao certo do que ela trata, qual é a sua lógica de constituição (...) No caso dos processos criminais, é fundamental ter em conta o que é considerado crime em diferentes sociedades e como se dá, em diferentes contextos e temporalidades, o andamento de uma investigação criminal, no âmbito do poder judiciário (...) é justamente na relação entre produção de vários discursos sobre o crime e o real que está a chave da nossa análise. O que nos interessa é o processo de transformação dos atos em autos, sabendo que ele é sempre a construção de um conjunto de versões sobre um determinado acontecimento. (GRINBERG, Keila, “A história nos porões dos arquivos judiciários”. In: PINSKY, Carla & LUCA, Tania De (orgs). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, p. 122)
Conforme o texto, os historiadores devem trabalhar com processos crimes levando em conta o conceito
Para o autor,

(Disponível em: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=602.)
A gravura anterior se refere à famosa mina de Potosi, uma das maiores minas de que se tem notícia, explorada intensamente pelos espanhóis no contexto das Grandes Navegações. A economia mercantilista característica daquele período, expressa na gravura através do metalismo, caracterizou-se também:
(PCN, 1997, vol. 6, p. 61.)
Ao considerar a história como conhecimento humano, cotidianamente e ininterruptamente construído, cabe ao professor de História:
(Disponível em: https://edittip.net/2014/02/04/donatarios/.)
Dentre os direitos dos donatários podemos destacar:
(Carvalho, S/D, p. 57.)
O texto analisado à vista do contexto da apropriação da América pelos europeus reflete de certa forma:
Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.
Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.
A arte da civilização Ifé-Benin destacou-se pela criação
de estátuas de madeira, que tinham um uso marcadamente
político na homenagem e no culto aos reis e mandatários
locais.
Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.
Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.
Os Estados de Oyo e do Benin, primeiro Estado do Golfo
da Guiné a estabelecer relações com os portugueses tanto
no campo comercial como político, tornaram-se reinos
influentes na região.
Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.
Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.
A cidade de Ifé, considerada pela tradição oral como o local
de origem dos yoruba, teve sua anterioridade em relação
aos outros núcleos urbanos da região confirmada por
investigações realizadas pelo método do carbono 14.
O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.
Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).
Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.
As pesquisas sobre a história do Mali e do Songhai apoiam-se
na tradição oral, pois, diferentemente da investigação histórica
sobre o Magreb, as fontes e textos escritos em árabe têm
um papel irrelevante no estudo dessas sociedades.
O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.
Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).
Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.
A organização política do Império Songhai caracterizou-se
pela resistência ao Islã e pela profunda descentralização
e fragmentação do poder.
O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.
Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).
Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.
Uma das cidades mais conhecidas da marcante vida urbana
dos Estados sudaneses foi Tombuctu, que chegou a ter
milhares de habitantes, grandes mesquitas, bibliotecas,
escolas e universidades islâmicas.
O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.
Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).
Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.
O Islã tornou-se a religião oficial do Império do Mali, o
que favoreceu o surgimento de uma classe de letrados e das
conexões com o mundo árabe, marcadas pelas peregrinações
à Meca realizadas por alguns de seus imperadores.