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Sobre história do brasil em história
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"Um amigo jornalista, mais experiente, voltou para me buscar: “Está bem que você seja idiota a ponto de achar que jogando pedras na vitrine você está resistindo. Mas não precisa ser demais, a ponto de jogar pedra e ficar aí parado”. Mais tarde, nas noites da clandestinidade, ou mesmo nas conversas de cadeia, pude ir ligando coisas, compondo um quadro mais claro do que foi o golpe de Estado (...)
(...) Os estudantes também estavam tentando resistir. Só que na Universidade de Direito, no Rio, para falar apenas da experiência que me foi mais próxima. Num depoimento prestado em 1970, Vladimir Palmeira, que em 68 era o grande líder do movimento estudantil, contou que eram mais de trezentos. A mesma disposição heroica, as mesmas frases de efeito: resistir até o último homem ou então: daqui a pouco chegam as armas do dispositivo militar do presidente.
(GABEIRA, Fernando. O que é isso, companheiro? São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p.15.)
“Me dê um beijo, meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estantes, as estátuas
As vidraças, louças, livros, sim...
E eu digo sim
E eu digo não ao não
E eu digo:
É! -- proibido proibir.”
É Proibido Proibir – Caetano Veloso (1968)
( ) Em um cenário de grandes incertezas, existiam divergências sobre a forma de organizar a República. Grupos políticos de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo foram os articuladores desse momento político. ( ) No cenário de divergências políticas, destacam-se os representantes políticos de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, os quais sistematizaram um arcabouço de ideias e justificativas opondo-se à ideia de uma República Federativa. ( ) O Partido Republicano Paulista, juntamente com os políticos mineiros, defendia um modelo federativo liberal, em que a base da República seria composta de cidadãos, com um presidente eleito pelo congresso nacional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Os quilombos se tornariam um avanço na luta contra a escravidão, uma vez que a fuga isolada marginalizava o negro foragido, ao passo que as comunidades quilombolas facilitavam a sobrevivência de seus componentes. II. A destruição dos quilombos tornou-se uma obsessão das autoridades e dos proprietários de escravos. Era comum a organização de expedições apoiadas pela Polícia para aprisionar os escravos aquilombados. III. Muitos quilombos formavam-se próximos às cidades e vilas com as quais mantinham relações tanto com as populações livres como escravas. Podemos citar como exemplo os quilombos formados próximos a Vila Rica, Pelotas e Porto Alegre.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
( ) Em meados do século XIX, pouco se encontravam escravos nos centros urbanos brasileiros, especialmente em cidades como Salvador, onde o contingente de negros africanos era pífio. ( ) Nas cidades, os escravos estavam presentes em todos os lugares, desempenhando as mais variadas funções e ofícios trabalhando como carpinteiros, ferreiros, sapateiros, marceneiros etc. Eram os chamados escravos de ofício. ( ) Nos centros urbanos, os escravos que eram alugados para prestarem serviços como o transporte de mercadorias pesadas e de gente nos palanquins, ou mesmo atuarem como vendedores, eram chamados de negros de ganho. ( ) As casas mais ricas podiam possuir até setenta escravos. Uma pequena parte dos cativos cuidava dos serviços domésticos; outra ficava destinada às necessidades pessoais dos senhores e senhoras e os demais findavam trabalhando como escravos de ganho.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.