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Sobre história do brasil em história
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“Algumas delas alcançaram êxito, como as de Pernambuco e de São Vicente. Outras fracassaram desastrosamente, por vezes da forma mais trágica, como a de Pereira Coutinho, em Ilhéus, que acabou devorado pelos índios. Lopes de Souza desinteressou-se totalmente e nem tomou posse da concessão que recebeu. Quase todas deixaram novos povoadores europeus, organizados em bases completamente novas, nas quais o índio já não era um parente, mas mão-de-obra recrutável como escrava.”
RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2012. p. 87.
O autor faz referência à
.Analise o mapa da América Colonial portuguesa abaixo.

Fonte: NOVAIS, F., Org. História da Vida Privada no Brasil. Vol. I. São Paulo:
Companhia das Letras, 1997, p.19
Ao analisar-se o mapa, afirma-se que se refere
“Aos portugueses e, em menor grau, aos castelhanos, coube, sem dúvida, a primazia no emprego do regime que iria servir de modelo à exploração latifundiária e monocultora adotada depois por outros povos. E a boa qualidade das terras do Nordeste brasileiro para a lavoura altamente lucrativa da cana-de-açúcar fez com que essas terras se tornassem o cenário onde, por muito tempo, se elaboraria em seus traços mais nítidos o tipo de organização agrária mais tarde característico das colônias europeias situadas na zona tórrida. A abundância de terras férteis e ainda mal desbravadas fez com que a grande propriedade rural se tornasse, aqui, a verdadeira unidade de produção. Cumpria apenas resolver o problema do trabalho.”
HOLANDA, S. B. de. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 1995. p. 48.
Para tentar resolver essa dificuldade citada por Sérgio Buarque de Holanda, no excerto acima, os portugueses optaram por (pelo)
A respeito da escravidão transatlântica de escravos, afirma-se que
A imprensa foi um veículo de divulgação das ideias republicanas no Brasil, usada para atacar o imperador; os jornais republicanos eram lidos pela elite.
A República teve seu contexto nas lutas regionais identitárias como a Guerra do Paraguai, gerando crises internas no Império.
O processo de implantação da República no Brasil contou com forte apelo popular, principalmente das classes mais baixas.
A Constituição Republicana, datada de 24 de fevereiro de 1891, instaurou a independência dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
A indústria foi uma preocupação menor durante esse período dada a importância da agricultura e da bovinocultura, com foco na produção leiteira.
A República trouxe a implantação do modelo presidencialista norte-americano em detrimento do modelo do parlamentarismo franco-britânico.
O pano de fundo da cena histórica se deu em função do desmantelamento da sociedade feudal, com a falência do absolutismo e a crise do Antigo Regime.
A revolução liberal ocorrida em Portugal chegou ao Brasil por meio dos eventos de insurreição de diversos grupos de elites regionais.
Os eventos internos ocorridos na colônia foram de grande impacto, exigindo um posicionamento do Imperador para garantir a territorialidade.
A legislação colonial apresentava diferentes arranjos em função da classificação estabelecida para cada grupo, legitimando atividades e atitudes a eles destinadas.
As sociedades indígenas aliadas eram aquelas submetidas aos arranjos dos colonizadores e eventualmente dos missionários a que eram vinculadas.
Os índios bravos estavam diretamente relacionados ao conceito de escravização, justificada em função da divisão estabelecida pela estrutura colonial e suas necessidades.
A divisão dos grupos era uma estratégia de gestão de uma cultura diferente, diversificada e que os colonizadores tinham dificuldade em dominar, se configurando como arma de guerra.