Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

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Q4255536 História
A produção feudal própria do Ocidente europeu tinha por base a economia agrária, de escassa circulação monetária, autossuficiente. A propriedade feudal pertencia a uma camada privilegiada, composta pelos senhores feudais, altos dignitários da Igreja e longínquos descendentes dos chefes tribais germânicos. As estimativas de renda per capita da Europa feudal a colocam em um nível muito próximo ao mínimo de subsistência. Na Alta Idade Média ocorreu uma acentuada retração das atividades comerciais e artesanais. Em razão disso, houve um processo de ruralização da sociedade da Europa ocidental, com o predomínio da agricultura de subsistência. A partir do século XI em diante, transformações econômicas, sociais, políticas e culturais começaram a minar esse modo de produção. Sobre as transformações assinale a alternativa incorreta: 
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Q4255535 História
Durante o Período Regencial, após a abdicação de D. Pedro I, o país viveu momentos de turbulência e de conflitos diante das condições de miséria e descaso com os setores mais desfavorecidos, como negros forros, escravos, indígenas e homens livre em condição de pobreza. Nesse sentido, quase todas as regiões tiveram conflitos localizados, alguns de grande impacto para a nova nação independente. No Grão-Pará, aconteceu um violento conflito entre 1835 e 1840, onde índios, mestiços e pobres analfabetos que viviam amontoados em habitações de barro à beira dos rios (que originou o nome da revolta), usados como mão de obra em forma de semiescravidão na província, e integrantes da classe média uniram-se nessa revolta, com objetivo de aumentar a importância do seu território no governo central brasileiro e, enfrentar a questão da pobreza na região. O conflito foi duramente reprimido pelas forças regenciais. Essa revolta foi chamada de: 
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Q4255534 História
Durante os séculos XVII e XVIII, formou-se o que Capistrano de Abreu denominou “Civilização do Couro”, que está ligado ao aspecto de ocupação e territorialização do espaço cearense, e que pode ser explicado pelo:
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Q4255533 História
“Suas origens estão ligadas à saída dos holandeses do norte do Estado do Brasil, em 1654. As ações de incentivo à povoação dos sertões da Paraíba e do Rio Grande se intensificaram por parte de seus capitães-mores com o objetivo de ocupar o espaço, prevenindo a volta dos holandeses, bem articulados com os habitantes daquelas áreas, e possível invasão de outros povos europeus, além de torná-lo rentável para a Fazenda Real, neste caso com a implementação da pecuária. Os primeiros destes confrontos ocorreram no Recôncavo Baiano, na capitania da Bahia, entre os anos de 1651 e 1679. O segundo maior conflito desta conflagração foi travada nos sertões das capitanias do Rio Grande, Paraíba e Ceará, entre os anos de 1687 e 1720. Apesar de essas duas áreas serem consideradas o palco de sangrentos acontecimentos, esses conflitos se espalharam pelos sertões do Maranhão, Piauí e Pernambuco.

(Fonte: https://www.historia.uff.br/)

Esse conflito que durou quase 80 anos e resultou no extermínio das populações nativas é chamado de:
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Q4255532 História
“O clareamento racial, branqueamento racial ou simplesmente branqueamento, é uma ideologia que era amplamente aceita no Brasil entre finais do século XIX e início do século XX, como a solução para o excesso de indígenas, mestiços e negros. Simpatizantes do Branqueamento acreditavam que a raça negra iria avançar culturalmente e geneticamente, ou até mesmo desaparecer totalmente, dentro de várias gerações de miscigenação entre brancos e negros. Esta ideologia ganhou o apoio da ideologia do racismo científico e do Darwinismo social. Combinando essas duas ideias, a elite branca da época acreditava que o sangue ''branco" era superior e inevitavelmente iria clarear as demais raças.” Várias ideias pseudocientíficas formavam a base dessa ideologia, exceto:
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Q4255531 História
Em relação à Escola em Tempo Integral, projeto do governo estadual, “A organização da escola em tempo integral é uma estratégia defendida por todos que querem que a educação formal desenvolvida em estabelecimentos públicos consiga proporcionar aos filhos de trabalhadores uma formação integral e que respeite seus potenciais, direitos de aprendizagem e desenvolvimento”.

(https://www.seduc.ce.gov.br/escola-em-tempo-integral/)

As afirmativas a seguir descrevem ações pedagógicas que caracterizam esse projeto, à exceção de uma. Assinale-a.
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Q4253826 História
Desde a Constituição de 1988 e a volta da eleição direta para presidente a partir de 1989, tivemos 2 presidentes que não terminaram os seus mandatos. São eles:
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Q4200325 História
O Decreto-Lei no 5.480, de 13 de maio de 1943, instituiu o curso de jornalismo no sistema de ensino superior do país. O decreto foi assinado pelo Presidente 
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Q4198248 História
Após apuração de 100% das urnas eletrônicas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu o segundo turno das eleições 2022 para presidente com 50,9% dos votos, contra 49,1% de Jair Bolsonaro (PL). O atual Presidente está em seu terceiro mandato como chefe de Estado no Brasil. Ele assumiu a presidência da República em 1º de janeiro de 2023, representando seu retorno ao cargo após ter sido presidente nos anos de
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150163 História
A Convenção n. 29 da Organização Internacional do Trabalho define trabalho forçado como aquele exigido sob ameaça de sanção e sem oferta voluntária. O trabalho escravo é o oposto do trabalho decente, que é bem remunerado, realizado em liberdade, equidade e segurança, garantindo vida digna. A Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) enfatiza a promoção do trabalho decente, incluindo a meta de erradicar o trabalho forçado, a escravidão moderna e o tráfico de pessoas. Acabar com estes problemas exige ação global coordenada, diminuindo vantagens dos exploradores e mitigando a vulnerabilidade das vítimas. A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é destacada como instrumento para promover o trabalho decente.

ONU. Trabalho Escravo. Brasília, abril de 2016. Disponível em: https://brasil.un.org/sites/default/ files/2020-07/position-paper-trabalho-escravo.pdf. Acesso em: 04 jun. 2024 (adaptado).

Considerando a orientação da ONU para a promoção do trabalho decente, uma professora de História de uma turma de Ensino Médio da EJA solicitou uma atividade avaliativa que relacionasse o trabalho análogo à escravidão no Brasil atual com aquele presente em outras temporalidades históricas, notadamente nos períodos colonial e monárquico.
Nessa situação, a atividade proposta pela professora possibilita aos estudantes desenvolver as capacidades de
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150161 História
Alterosa foi uma revista ilustrada que circulou na capital mineira entre 1939 e 1964 e apresentava conteúdo amplamente diversificado, embora mantivesse seções permanentes destinadas ao público feminino. Citemos, a título de exemplo, algumas das seções dedicadas especialmente a esse público: “Página das Mães”, que oferecia conselhos para educação, cuidado e saúde dos filhos; discutia temas como família, maternidade e casamento; a coluna “Para as donas de casa” trazia receitas e dicas para retirar manchas e cheiros, uso e conservação de alimentos, lavagem de tecidos, valor nutritivo dos alimentos, etc.; o “Bazar feminino”, com conselhos e dicas de beleza, cremes, cuidados com os cabelos e a pele, maquiagem, etc., e a coluna “Tendências da moda”, com as novidades, sobretudo do vestuário, de cortes e de tecidos.

MAIA, C. J.; SILVA, T. B. Alterosa para a família do Brasil: breve história de uma revista. Revista Caminhos da História, v. 15, n. 2, p. 97 - 111, 2010 (adaptado).

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/hdb/periodico.aspx. Acesso em: 17 set. 2024.
Uma professora de História, ao ministrar uma aula sobre o Brasil dos anos 1950, projetou imagens da Revista Alterosa que evidenciam a construção de um imaginário de “casamento dos sonhos”, sem divórcio, e a associação da saúde com a beleza, constituindo um ideal de mulher moderna e perfeita.
Ao trabalhar essas imagens, a professora solicitou que os alunos confrontassem as representações de gênero nos anos 1950 e na contemporaneidade, o que lhes permitirá compreender melhor as relações de gênero e a construção do masculino e do feminino.

Nesse caso, no que diz respeito às representações presentes na sociedade dos anos 1950, a professora e os estudantes devem considerar
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150156 História
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História para ninar gente grande. Samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira, 2019. In: DE ALMEIDA JESUS, A. C. Carnaval e “A História que a História Não Conta”: Uma Análise dos Sambas de Enredo. LICERE - Revista do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer, v. 23, n. 1, p. 157, 2020.

A Estação Primeira de Mangueira, em 2019, foi campeã do grupo especial com o enredo apresentado acima, que teve como objetivo questionar uma perspectiva de História e contar uma versão diferente dos acontecimentos, a qual
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150143 História
Ao ser questionada a respeito de discursos revisionistas sobre a ditadura e a violação de direitos humanos que circulam em diferentes plataformas digitais, a historiadora Heloisa Starling fez o seguinte alerta:

“O que estão tentando fazer hoje no Brasil não é revisionismo, nem a construção de novas versões. É fraude. Fraudar fatos é uma boa maneira de se investir contra a democracia. A História tem uma função estratégica para a nossa vida pública. Ela define um referencial concreto e rigoroso para averiguação dos fatos que se relatam, indica qual a relevância das evidências que tornam esse fato verificável e deixa claro que fato histórico não é invenção. Se a confiança na veracidade histórica for eliminada, as pessoas acreditam no que querem ou no mais conveniente; tudo se resume a uma questão de opinião e à melhor versão em curso – é o passado às avessas.”

STARLING, H. O Brasil republicano entre autoritarismos e democracia. Entrevista concedida a Antonio Gasparetto Júnior e Wagner Teixeira. Locus - Revista de história, Juiz de Fora, v.25, n. 2, p. 349, 2019 (adaptado).

Para enfrentar o problema apontado pela autora, professores podem ensinar os estudantes a utilizar métodos e técnicas próprios da pesquisa histórica adaptados ao meio digital, como
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150142 História
É mais importante entender do que lembrar, embora para entender também seja preciso lembrar.

SONTAG, S. apud SARLO, B. Tempo Passado: cultura da memória e guinada subjetiva. São Paulo: Companhia das letras de Belo Horizonte/UFMG, 2007, p. 22.

Muita gente já ouviu seus pais e avós comentarem sobre como era viver em uma ditadura. Na intenção de problematizar essas memórias, uma professora de História decidiu organizar com seus alunos a realização de entrevistas com pessoas da comunidade que tenham vivido o período entre as décadas de 1960 e 1970. A dificuldade da tarefa consiste em selecionar os entrevistados, visto que os sujeitos escolhidos para participar da atividade passaram por experiências muito diferentes e têm opiniões divergentes sobre como era a vida nessa época.
Nessa situação, para enfrentar esse desafio, a professora deve orientar seus alunos a verificar
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - História |
Q4150136 História
TEXTO 1

A comemoração pelo Dia do Trabalho em 1940 não foi como qualquer outra. Naquele 1° de maio, Getúlio Vargas instituía o salário mínimo brasileiro, que entrava em vigor já naquela data, com prazo de vigência de três anos. Segundo a lei, o trabalhador deveria ganhar, então, pelo menos cerca de 240 mil réis. O salário mínimo já vinha se anunciando na década de 1930, regulamentado em uma lei, em 1936, e em um decreto-lei, em 1938.

BRASIL, B. Há 80 anos, Getúlio Vargas criava o salário mínimo. Biblioteca Nacional. 01 de maio de 2020. Disponível em: https://antigo.bn.gov.br/acontece/noticias/2020/05/ha-80-anos-getuliovargas-criava-salario-minimo. Acesso em: 10 maio 2024 (adaptado).

TEXTO 2

A relação do motorista de aplicativo com a plataforma é um vínculo de emprego? Ou ele é um trabalhador independente que contrata a tecnologia dessas empresas? Para enxergar de outro ângulo essa questão — motivo de disputas no mundo todo —, o procurador do Ministério Público do Trabalho Ilan Fonseca tirou uma licença de quatro meses para ser motorista de Uber nas ruas de Salvador. Antes de ser procurador, ele já havia sido advogado e auditor fiscal do trabalho. Mas sentiu que faltava uma peça para se aprofundar na discussão sobre os trabalhadores de aplicativo: viver o cotidiano de um motorista de aplicativo. Queria experimentar, entre outros pontos, como é a comunicação das plataformas com os motoristas e quanto poder de decisão eles realmente têm. Ele reconhece que fez o trabalho de motorista sem depender disso para pagar as contas — e que, “na qualidade de homem branco, enfrentou menos dificuldades do que enfrentaria se fosse mulher ou negro”. Procurada pela reportagem, a Uber criticou a pesquisa de Fonseca e respondeu que “os motoristas parceiros não são empregados e nem prestam serviço à Uber”.

ALEGRETTI, L. O procurador que foi Uber por 4 meses em Salvador: ‘Não tive sensação de ser meu próprio chefe’. BBC News Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/. Acesso em: 20 maio 2024 (adaptado).

No mês de abril de 2024, em uma turma de Educação de Jovens e Adultos dos anos finais do Ensino Fundamental, a professora de História promoveu uma discussão acerca da proposta apresentada pelo Governo Federal para regulamentar o trabalho dos motoristas de aplicativos no Brasil, questionando se tal fato geraria resultados práticos para a vida desses atores. Uns concordavam e outros discordavam da proposta. A professora, então, propôs a leitura dos Textos 1 e 2, para comparar diferentes temporalidades em relação às questões trabalhistas.
Nessa situação, a discussão encaminhada pela professora privilegiou, como tema, as transformações na sociedade brasileira que resultaram
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Geografia |
Q4149681 História
Estados com registro de assassinatos nos quilombos entre 2018 e 2022

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Disponível em: https://terradedireitos.org.br/racismoeviolencia/index?download=1. Acesso em: 3 set. 2024 (adaptado).

O mapa apresenta a distribuição espacial de assassinatos de quilombolas brasileiros no período de 2018 a 2022, por unidade da federação. Os processos históricos de racismo e de negação de direitos à população quilombola têm se acentuado de maneira contínua e refletem com intensidade o racismo estrutural, institucional e ambiental que recai sobre eles.

A partir dos dados apresentados, é correto concluir que
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Q3991264 História
O vitorinismo foi o período em que o domínio político do pernambucano Vitorino Freire se consolidou no Maranhão, entre 1946 e 1965. Indique a alternativa que aponta o elemento que sustentou a base do poder de Vitorino:
Alternativas
Q3991260 História
Ao analisar o desempenho da economia maranhense no século XIX, observamos várias características. Assine uma alternativa que faça uma referência incorreta à economia do Maranhão durante esse período: 
Alternativas
Q3991259 História
A Balaiada no Maranhão (1838-1841) faz parte do ciclo das revoltas regenciais. Comparada a outras grandes revoltas desse período, como a Cabanagem (1835-1840) no Pará, a Farroupilha (1835-1845) em Santa Catarina e a Sabinada (1837-1838) na Bahia, a Balaiada apresentou uma peculiaridade que a distingue das demais. Qual é essa especialidade? 
Alternativas
Q3991258 História
A colonização portuguesa no Maranhão teve início após a expulsão dos franceses em 1615. Portugal instalou, em 1619, a Câmara Municipal de São Luís e, em 1621, criou o Estado do Maranhão. O processo de colonização portuguesa no Maranhão se desenvolveu em duas frentes principais: ao norte e ao sul. Assinale a alternativa correta em relação à colonização portuguesa no sul maranhense:
Alternativas
Respostas
2141: C
2142: A
2143: D
2144: B
2145: C
2146: D
2147: A
2148: D
2149: A
2150: C
2151: C
2152: B
2153: C
2154: D
2155: A
2156: B
2157: A
2158: D
2159: B
2160: D