Questões de Concurso
Sobre história do brasil em história
Foram encontradas 9.410 questões
I- As capitanias eram imensas e os donatários recebiam dinheiro suficiente para explorá-las, muitos ampliaram seus interesses, pois investiam para plantar e colher e achavam o lucro interessante, porém alguns nem vieram tomar posse da terra.
II- De acordo com pesquisas recentes, algumas mulheres tiveram papel importante na administração colonial, como Ana Pimentel, que participou da administração da capitania de São Vicente, governando a área e estimulando atividades econômicas.
III- Com poucas dificuldades, as capitanias foram o primeiro passo da colonização, pois esse sistema garantiu a posse das terras pelos portugueses e mostrou o potencial econômico para a Coroa Portuguesa, e nelas se desenvolveram os primeiros povoados, em que se reuniram europeus e índios.
IV- A maioria das capitanias não alcançou o resultado esperado pelo governo português e, no decorrer dos anos, a Coroa foi retomando as capitanias que tinha concedido e, a partir de então, a colônia passou a ser administrada apenas por representantes da Coroa Portuguesa.
V- As capitanias ficavam isoladas entre si e longe de Portugal, muitos povos indígenas resistiram à conquista portuguesa e lutaram para defender suas terras e evitar a escravização, houve guerras, por exemplo, nas Capitanias da Bahia, do Ceará e Espírito Santo.
Estão CORRETAS as afirmativas
Texto 2 Apesar de meios coercitivos, o trabalho [em Goiás] é feito com a genuína preguiça brasileira. Assim, por exemplo, durante um dia, da mina de 10 braças de profundidade, por uma trilha suave de ascensão, um negro conduz pedras de 10 a 15 libras, numa gamela de madeira sobre a cabeça, no máximo quatro vezes. [...] Quando chove, não se trabalha absolutamente. Pohl, Johann E. Viagem ao interior do Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1951. p. 354.
Sobre o processo de escravização negra em Goiás entre os séculos XVIII e XIX, verifica-se que
Sobre o cenário e a história política de Goiás na Primeira República (1889-1930), verifica-se que
Julgue o próximo item, relativo à história do trabalho e da justiça do trabalho no Brasil.
No Brasil, a história do trabalho está profundamente associada ao passado colonial, uma vez que, dentro do sistema escravocrata, dominante até fins do século XIX, as relações eram caracterizadas pela posse total não somente da força de trabalho, mas também do corpo e da vida dos indivíduos escravizados.
Julgue o próximo item, relativo à história do trabalho e da justiça do trabalho no Brasil.
Criador da legislação trabalhista no Brasil, Getúlio Vargas governou o país de maneira democrática durante toda a sua estadia no poder, tendo por isso grande respaldo entre os trabalhadores até os dias de hoje.
Julgue o próximo item, relativo à história do trabalho e da justiça do trabalho no Brasil.
A Constituição de 1934 mencionava a criação da justiça do trabalho para dirimir questões entre empregadores e empregados, todavia foi somente com a Constituição de 1946 que ela passou a integrar a estrutura do Poder Judiciário brasileiro.
Julgue o próximo item, relativo à história do trabalho e da justiça do trabalho no Brasil.
Na década de 50 do século XX, João Goulart, então ministro do trabalho do governo Vargas, apresentou uma proposta aos sindicatos para duplicar o valor do salário mínimo, proposta esta que foi combatida por determinados setores das Forças Armadas, o que culminou na assinatura, por coronéis e tenentes-coronéis do Exército, do documento conhecido como Manifesto dos Coronéis.
Brasileiros! Está proclamada a República! Povo, Exército e Armada, na mais patriótica e sublime confraternização, sacodem o jugo vergonhoso do Império e firmam os seus foros de cidadãos. Purificou-se, enfim, o Continente Novo!
[...]
Viva a República! Viva a Pátria brasileira! Viva o povo norte-rio-grandense! Viva o governo provisório!
O entusiasmo é uma emoção possível de ser observada na Proclamação da República ao povo do Rio Grande do Norte. Tinha início a mudança de governo, sem a participação popular, tanto em nível nacional quanto local. Na cidade do Natal, no dia 17 de novembro de 1889, foi aclamado presidente
“[...] bárbaro costume de açoitar escravos entre nós, que confiados os escravocratas na impunidade dos crimes cometidos em outras épocas, continuavam açoitar os próprios libertos e ingênuos, havendo até quem use ainda troncos, carros, ganchos, peias de ferro e outros meios de tortura” (A Verdade, 1888).
O documento noticiado pelo jornal A Verdade denunciou a violência cometida contra pessoas libertas e ingênuos, sendo estes últimos, conforme a lei n. 2.040 de 1871,
“O Relatório é dividido em duas partes. Na primeira parte, de responsabilidade do capitão José Domingos da Silva, têm-se os resultados das investigações na área rural e na Rede Ferroviária Federal, fixando a responsabilidade de 38 indiciados. Na segunda parte do documento, de responsabilidade do delegado Carlos Moura de Moraes Veras, têm-se os resultados das investigações nos setores sindicais, estudantil, intelectual e Prefeitura do Natal, fixando a responsabilidade de 45 indiciados.”
Com base nesses dados e nos conhecimentos da história local, é possível identificar que a repressão estabelecida a partir do Relatório Veras atingiu: