Questões de Concurso
Sobre construção de estados e o absolutismo em história
Foram encontradas 153 questões
(Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista, 1998)
Perry Anderson faz referência a esses processos para
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista)
Como argumento para a tese apresentada, Perry Anderson mostra que
De acordo com o historiador citado, as afirmações abaixo, sobre as teorias do poder monárquico, podem ser relacionadas, respectivamente, aos seguintes pensadores:
I. A educação de um príncipe só pode ser concebida se pautada em uma ética dos valores cristãos. II. Assim como a soberania divina é exercida por um só Deus, apenas o governo de um só homem é capaz de manter a unidade política.
Leia o trecho a seguir.
O que as monarquias do século XVII pretendiam não era tanto a centralização, mas o fortalecimento das suas dinastias, a imposição do princípio de autoridade sobre seus súditos considerados pouco obedientes e pouco cumpridores de suas obrigações, especialmente em matéria fiscal e na reputação na cena internacional, reputação essa considerada impossível sem um exército vitorioso e temível.
PUJOL, Xavier Gil. Centralismo e Localismo? In Penélope.
Fazer e Desfazer a História, nº 06, Lisboa, 1991.
De acordo com o trecho acima, a autoridade régia das monarquias europeias do século XVII caracterizava-se pelo(a)
Considerando o mundo europeu de transição no qual se estruturou o Mercantilismo europeu na Idade Moderna, podemos afirmar:
“Excepcionalmente, contudo, há períodos em as classes em luta se equilibram, de tal modo, que o poder de Estado, pretenso mediador, adquire momentaneamente um certo grau de autonomia em relação a elas. Assim, aconteceu com a monarquia absoluta dos séculos XVII e XVIII, que manteve o equilíbrio” (ENGELS, F. citado por ANDERSON, Perry, Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, p.15) As classes em equilíbrio das quais nos fala Engels são:
Não foi um filósofo que justificou a existência de um Estado Absolutista:
O trecho acima faz referência a:
“Elaborada tal qual um grande teatro, um teatro do Estado, a atuação do rei se transforma em performance; os seus trajes viram fantasia. Na verdade, esculpida de maneira cuidadosa, a figura do rei corresponde aos quesitos estéticos necessários à construção da “coisa pública”. Saltos altos para garantir um olhar acima dos demais, perucas logo ao levantar, vestes magníficas mesmo nos locais da intimidade; enfim, trata-se de projetar a imagem de um homem público, caracterizado pela ausência de espaços privados de convivência. Tal qual um evento multimídia, o rei estará presente em todos os lugares, será cantado em verso e prosa, retratado nos afrescos e alegorias, recriado como um Deus nas estátuas e tapeçarias.
(S C H W A R C Z , Lilia Moritz. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.)
A passagem aos Estados Absolutistas Europeu na modernidade se caracteriza ela formação imagética positiva da figura do governante.
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
I. Quando a burguesia e a monarquia se aproximaram, objetivando os mesmos interesses, a centralização do poder foi consumada. II. Os entraves do mundo feudal foram ao poucos desmontados pelas necessidades dos negócios da burguesia. III. Foi a partir do início do século XV que a participação efetiva de Portugal no comércio Europeu teve grande impulso. IV. A formação do Estado Moderno contou com a intensificação expansionista com grandes navegações promovidas por Portugal, Espanha, França e Grécia.
Quais estão corretas?