Questões de Concurso Sobre construção de estados e o absolutismo em história

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Q1374620 História
[...] o absolutismo inglês foi derrubado em meados do século XVII [...] o absolutismo prussiano sobreviveu até um período avançado do século XIX [...]
(Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista, 1998)

Perry Anderson faz referência a esses processos para
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Q1142193 História
Embora os historiadores estejam naturalmente cientes de que os índices de mudança variam nas diferentes camadas ou setores da sociedade, o hábito e a conveniência mandam, em geral, que a forma de uma obra implique ou obedeça a um monismo cronológico. Vale dizer, seus materiais são tratados como se compartilhassem um ponto de partida comum e um mesmo ponto de chegada, abarcados por um único espaço de tempo. Neste estudo, não há tal meio temporal, uniforme: pois os tempos dos absolutismos mais importantes da Europa – oriental e ocidental – foram, precisamente, caracterizados por uma enorme diversidade, constitutiva ela mesma de sua natureza respectiva, enquanto sistemas estatais.
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista)
Como argumento para a tese apresentada, Perry Anderson mostra que
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Q1132996 História
Foi com Luiz XIV, entre 1643 e 1715, que o absolutismo atingiu seu apogeu na França. Durante o seu reinado, o poder monárquico foi reforçado, sendo caracterizado por um duplo monopólio do soberano:
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Q1074960 História
O Rei João da Inglaterra (1199-1216), conhecido como João Sem Terra, após se envolver em longas e onerosas guerras, aumentou drasticamente a cobrança de impostos. Contra sua política de impostos, os nobres se rebelaram contra o rei, num processo decisivo na formação do Estado Moderno Inglês, fazendo o rei assinar o documento conhecido como: 
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Q1054423 História
“O conceito de Estado – sua natureza, seus poderes, seu direito de exigir obediência – passara a ser considerado o mais importante objeto de análise no pensamento político europeu”. SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político Moderno. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
De acordo com o historiador citado, as afirmações abaixo, sobre as teorias do poder monárquico, podem ser relacionadas, respectivamente, aos seguintes pensadores:
I. A educação de um príncipe só pode ser concebida se pautada em uma ética dos valores cristãos. II. Assim como a soberania divina é exercida por um só Deus, apenas o governo de um só homem é capaz de manter a unidade política.
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Q1039812 História
O absolutismo, como o próprio termo sugere, tem como base o poder absoluto do governante, que dessa forma
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Q1004999 História

Leia o trecho a seguir.

O que as monarquias do século XVII pretendiam não era tanto a centralização, mas o fortalecimento das suas dinastias, a imposição do princípio de autoridade sobre seus súditos considerados pouco obedientes e pouco cumpridores de suas obrigações, especialmente em matéria fiscal e na reputação na cena internacional, reputação essa considerada impossível sem um exército vitorioso e temível.

PUJOL, Xavier Gil. Centralismo e Localismo? In Penélope.

Fazer e Desfazer a História, nº 06, Lisboa, 1991.

De acordo com o trecho acima, a autoridade régia das monarquias europeias do século XVII caracterizava-se pelo(a)

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Q2799320 História

Considerando o mundo europeu de transição no qual se estruturou o Mercantilismo europeu na Idade Moderna, podemos afirmar:

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Q2799305 História

“Excepcionalmente, contudo, há períodos em as classes em luta se equilibram, de tal modo, que o poder de Estado, pretenso mediador, adquire momentaneamente um certo grau de autonomia em relação a elas. Assim, aconteceu com a monarquia absoluta dos séculos XVII e XVIII, que manteve o equilíbrio” (ENGELS, F. citado por ANDERSON, Perry, Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, p.15) As classes em equilíbrio das quais nos fala Engels são:

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Q2751839 História

Não foi um filósofo que justificou a existência de um Estado Absolutista:

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Q1798833 História
(Concurso Milagres/2018) “Damiens fora condenado, a 2 de março de 1757, a pedir perdão publicamente diante da porta principal da Igreja de Paris, [aonde devia ser] levado e acompanhado numa carroça, nu, de camisola, carregando uma tocha de cera acesa de duas libras; [em seguida], na dita carroça, na praça de Grève, e sobre um patíbulo que aí será erguido, atenazado nos mamilos, braços, coxas e barrigas das pernas, sua mão direita segurando a faca com que cometeu o dito parricídio, queimada com fogo de enxofre, e às partes em que será atenazado se aplicarão chumbo derretido, óleo fervente, piche em fogo, cera e enxofre derretidos conjuntamente, e a seguir seu corpo será puxado e desmembrado por quatro cavalos e seus membros e corpo consumidos ao fogo, reduzidos a cinzas, e sua cinzas lançadas ao vento” (IN: FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: histórias da violência nas prisões. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 11.) Observando o texto acima, assinale a única opção correta sobre as ações do Estado de punição de crimes, no final do século XVIII e início do XIX, na Europa: 
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Q1790387 História
Após 1870, especialmente depois da experiência da Comuna de Paris, ficou evidente que as massas caminhariam para o centro do teatro da política. O mundo ocidental caminhava rapidamente para um sistema político baseado em um eleitorado cada vez mais amplo, no qual sobressaía a figura do homem comum. [...] O desdobramento lógico dessas transformações foi a mobilização de diversos grupos sociais [...] para participar das eleições e através delas conseguir intervir na formação de governos e na implementação de políticas públicas.
PARADA, Maurício. Formação do mundo contemporâneo:
O século estilhaçado. Petrópolis: Editora Vozes;
Rio de Janeiro: Editora PUC Rio. 2014, p. 50-51.
O cenário apresentado pelo texto indica, dentro do clima de nacionalismo típico da época, um processo de democratização da sociedade. Nesse sentido, entre as suas possíveis decorrências, tem-se
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Q1753813 História
“Foi um conflito que se desdobrou de 1853 a 1856, na península da Crimeia (no mar Negro, ao sul da atual Ucrânia), no sul da Rússia e nos Bálcãs. Envolveu de um lado a Rússia e, de outro, uma coligação integrada pelo Reino Unido, França, Piemonte-Sardenha (na atual Itália) - formando a Aliança Anglo-Franco-Sarda - e o Império Turco-Otomano (atual Turquia). Esta coligação foi formada com o objetivo de conter a expansão russa.”
O trecho acima faz referência a:
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Q1752467 História
Com a assinatura do Ato da Supremacia, que o tornou chefe da igreja da Inglaterra, seu poder aumentou ainda mais:
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Q1752457 História
A unificação italiana completou-se:
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Q1730941 História
Ocorrida entre 1688 e 1689, foi a revolução que tratou de uma manobra do Parlamento inglês para depor o Monarca James II, da casa Stuart, e elevar em seu lugar sua primogênita, a Princesa Maria, juntamente com o sobrinho e genro dele, William III de Orange, da casa de Orange de Nassau:
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Q1728082 História
O último rei absolutista inglês foi Jaime II. Para evitar uma nova guerra civil, o parlamento o depôs por uma ação chefiada por seu genro, Guilhermo de Orange, denominada de:
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Q1727757 História
Não corresponde a um filósofo que justificou a existência do Estado Absolutista:
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Q1342868 História
Leia o texto a seguir.

“Elaborada tal qual um grande teatro, um teatro do Estado, a atuação do rei se transforma em performance; os seus trajes viram fantasia. Na verdade, esculpida de maneira cuidadosa, a figura do rei corresponde aos quesitos estéticos necessários à construção da “coisa pública”. Saltos altos para garantir um olhar acima dos demais, perucas logo ao levantar, vestes magníficas mesmo nos locais da intimidade; enfim, trata-se de projetar a imagem de um homem público, caracterizado pela ausência de espaços privados de convivência. Tal qual um evento multimídia, o rei estará presente em todos os lugares, será cantado em verso e prosa, retratado nos afrescos e alegorias, recriado como um Deus nas estátuas e tapeçarias.
(S C H W A R C Z , Lilia Moritz. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.)

A passagem aos Estados Absolutistas Europeu na modernidade se caracteriza ela formação imagética positiva da figura do governante.

De acordo com o texto, é correto afirmar que:
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Q1299946 História
Analise as assertivas abaixo sobre a expansão das potências colonizadoras e formação do Estado moderno na Europa:

I. Quando a burguesia e a monarquia se aproximaram, objetivando os mesmos interesses, a centralização do poder foi consumada. II. Os entraves do mundo feudal foram ao poucos desmontados pelas necessidades dos negócios da burguesia. III. Foi a partir do início do século XV que a participação efetiva de Portugal no comércio Europeu teve grande impulso. IV. A formação do Estado Moderno contou com a intensificação expansionista com grandes navegações promovidas por Portugal, Espanha, França e Grécia.

Quais estão corretas? 
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Respostas
101: B
102: A
103: E
104: C
105: C
106: E
107: A
108: C
109: D
110: E
111: A
112: D
113: D
114: B
115: D
116: C
117: C
118: C
119: C
120: D