Questões de Concurso Sobre construção de estados e o absolutismo em história

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Q3511780 História
A transição da Idade Média para a Idade Moderna na Europa foi marcada por um processo complexo de consolidação do Estado monárquico, que envolveu dinâmicas políticas, econômicas, sociais e religiosas. Sobre esse processo, analise criticamente as afirmativas a seguir:
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Q3505595 História
“O sociólogo Max Weber afirmou, no início do século XX, que o Estado Moderno se definiu a partir de duas características: a existência de um aparato administrativo cuja função seria prestar serviços públicos, e o monopólio legítimo da força. Weber defendia, dessa forma, que o Estado era o único que poderia empregar a violência legalmente, esta passando a ser um instrumento de controle da sociedade. Ele afirmou ainda que o processo histórico que constituiu o Estado conviveu com a expropriação dos meios de produção dos artesãos pelos possuidores do capital.”
(SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2009. p. 115.)

A partir do pensamento do sociólogo alemão Max Weber (1864- 1920) sobre o Estado Moderno, assinale a afirmativa correta.
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Q3505593 História
“Em 1640 teve início a Revolução Puritana. Em 1688 teve lugar a Revolução Gloriosa. Ambas, contudo, fazem parte do mesmo processo revolucionário, o que nos leva a optar pela denominação Revolução Inglesa e não Revoluções Inglesas, considerando-se que a verdadeira revolução se deu no transcurso da Revolução Puritana, entre 1640 e 1649, e que a Revolução Gloriosa de 1688 foi apenas seu complemento natural.”
(ARRUDA, José Jobson de Andrade. A Revolução Inglesa. São Paulo: Brasiliense, 1990. p. 7.)

A chamada Revolução Inglesa se caracterizou como uma revolução de caráter
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Q3458079 História
Leia o texto a seguir:

   As alterações nas formas de exploração feudal sobrevindas no final da época medieval estavam, naturalmente, longe de serem insignificantes. Na verdade, foram precisamente essas mudanças que modificaram as formas do Estado e levaram ao absolutismo.

(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1998. Adaptado)

De acordo com Perry Anderson, o absolutismo constituiu
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Q3418258 História
A transição do feudalismo para o capitalismo marcou profundamente os rumos da história e alterou as relações sociais e econômicas existentes. Nesse período histórico sai a figura do senhor feudal que comandavam os feudos para dar lugar ao burguês capitalista que acumulou riquezas através da expropriação e posteriormente influenciou o desenvolvimento capitalista. Também a figura do servo com sua família que prestava serviço nos feudos para os senhores feudais desaparecem para ceder lugar à divisão do trabalho e ao emprego remunerado. Essas mudanças não ocorreram de forma pacífica, automática e nem de uma fase para outra: houve crises, conflitos, período de pré-capitalismo até se chegar ao capitalismo consolidado.
Qual foi um dos principais fatores que contribuíram para a transição do feudalismo para o capitalismo: 
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Q3285987 História
Considere a definição abaixo:
Forma de governo em que o poder é centralizado na figura do monarca, que o transmite hereditariamente. Esse sistema foi específico da Europa nos séculos XVI e XVII, principalmente. Tendia a conceder ao rei um caráter sacralizado, aspecto enfatizado pela teoria do direito divino dos reis. Uma teoria que defendia que o poder do rei e a centralização do Estado se deviam a Deus, que escolhera o rei e sua linhagem, e logo seu poder não deveria ser contestado por nenhum dos súditos. Contudo, o sistema apresentava variações regionais que o poderiam fazer mais ou menos centralizado, e apesar das particularidades, a maior parte compartilhava algumas características: a concentração de poder na figura do rei, a existência de burocracias e exércitos públicos, o enfraquecimento dos vínculos feudais, a mercantilização da economia. As justificativas jurídicas ou teológicas tinham em comum o fato de que foram construídas para explicar o poder centralizado.
SILVA, Kalina Vanderlei & SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2009, pp 11-15. (Adaptado)
O sistema político a que o texto se refere é:
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Q3219351 História

Qual tratado de 1648 marcou o fim da Guerra dos Trinta Anos e simbolizou o declínio do poder do Sacro Império Romano-Germânico, um exemplo de absolutismo?

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Q3219340 História

Qual foi a principal causa da Revolta Camponesa Inglesa em 1381?

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Q3213911 História

As monarquias absolutas introduziram os exércitos regulares, uma burocracia permanente, o sistema tributário nacional, a codificação do direito e os primórdios de um mercado unificado. Todas essas características parecem ser eminentemente capitalistas. Uma vez que elas coincidem com o desaparecimento da servidão, uma instituição nuclear do primitivo modo de produção feudal na Europa, as descrições do absolutismo por Marx e Engels como um sistema de Estado correspondente a um equilíbrio entre a burguesia e a nobreza – ou mesmo a uma dominação direta do capital –, sempre pareceram plausíveis. No entanto, um estudo mais detido das estruturas do Estado absolutista no Ocidente invalida inevitavelmente tais juízos.


(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista. Adaptado)


De acordo com Anderson, a estrutura dos Estados absolutistas foi determinada

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Q3177994 História
A consolidação do Estado Moderno centralizado na Europa é fruto da aproximação entre a monarquia e a burguesia, com gerenciamento e manipulação da dinâmica social e financeira. Segundo a historiografia, a consolidação do Estado Moderno se efetivou com a participação de:

I. Portugal.
II. Espanha.
III. França.

Quais estão corretas?
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Q3174628 História

O Absolutismo Monárquico foi um sistema político em que os reis concentravam em suas mãos o poder total, com poucas ou nenhuma limitações de outros poderes. Durante o período de expansão marítima, os reis absolutistas foram fundamentais para as conquistas ultramarinas que caracterizaram o início da globalização. Sobre o Absolutismo Monárquico e a Expansão Marítima Europeia, analise as afirmativas a seguir:



I. O absolutismo monárquico foi um fator fundamental para a expansão marítima, pois os reis concentravam o poder nas suas mãos, permitindo que os investimentos necessários para os descobrimentos fossem centralizados e direcionados pelo Estado.


II. A expansão marítima europeia foi exclusivamente promovida por monarquias absolutistas, deixando de lado as repúblicas e as cidades-estado que também tiveram papel nas grandes navegações.


III. A busca por novas rotas comerciais e territórios para exploração foi motivada, em grande parte, pela necessidade de financiar as grandes cortes absolutistas, especialmente as de Portugal e Espanha, por meio das riquezas provenientes das colônias.



Assinale a alternativa correta: 

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Q3551164 História
“Sobre as políticas indigenistas, convém lembrar que, no caso do Brasil, já se propunha desde as reformas pombalinas o fim da distinção entre índios e não índios”.
Fonte: ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Comunidades indígenas e Estado nacional: histórias, memórias e identidades em construção – Rio de Janeiro e México séculos XVIII e XIX. In: ABREU, Martha; SOIHET, Rachel; CONTIJO, Rebeca (Orgs.). Cultura política e leituras do passado: historiografia e ensino de história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. p. 202.
Analise as proposições a seguir:
I- Podemos perceber pelo menos três imagens de índios com valores diversos nos discursos históricos e políticos do período: os idealizados do passado, os bárbaros cruéis e os degredados.
II- No Brasil oitocentista, o índio cruel e ameaçador surgiu principalmente na figura dos aguerridos tupis-guaranis, contra os quais foi declarada guerra justa pela violenta reação que opuseram ao devassamento do seu território.
III- No projeto de construção da memória coletiva do Estado brasileiro, era preciso incorporar a imagem do índio de forma compatível com os ideais de progresso e superioridade europeia. Os índios eram considerados inferiores, porém redimíveis.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Q3499484 História
O Absolutismo foi uma forma de governo que dominou a Europa durante os séculos XVI a XVIII. Este regime caracterizava-se pela centralização do poder nas mãos de um monarca, que governava com autoridade total, frequentemente justificada pela doutrina do direito divino. Diferentes teóricos e filósofos políticos contribuíram para a teorização e justificação do absolutismo. Qual teórico é mais associado à formulação da teoria do direito divino dos reis, que afirmava que a autoridade monárquica era sancionada por Deus, e não deveria ser contestada nem limitada por nenhuma instituição terrena?
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Q3380480 História
“A Revolução Gloriosa, por meio da Declaração de Direitos, modificou a política __________, instaurando a monarquia parlamentar, regulamentando os limites do poder real na economia, garantindo o direito à propriedade privada e determinando punições para os governantes que não obedecessem a suas determinações.” Preenche corretamente a lacuna:
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Q3380088 História

É comum se dizer que Maquiavel introduziu, por meio de seus pensamentos, as ideias que foram responsáveis pelos regimes absolutistas na Europa. Entretanto, aqueles que leram com atenção os textos do florentino chegaram à conclusão de que ele era um republicano. Esse debate é um dos que estão na base das discussões sobre os estados centralizados modernos.


Assinale a opção que melhor define o que foi o absolutismo na França.

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Q3351080 História
Embora o termo "absolutismo" possa ser considerado anacrônico quando aplicado a alguns períodos, as políticas e ações de Filipe IV, o Belo, da França, refletiram um desejo de centralizar e fortalecer o poder monárquico, características frequentemente associadas ao absolutismo. Sobre o reinado desse monarca, assinale a alternativa correta:
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Q3128774 História
“Forma de governo predominante na Europa nos séculos XVI e XVII, caracterizada pelo poder centralizado nas mãos de um único governante, que detinha autoridade completa e não estava sujeito a limitações constitucionais.” Trata-se da forma de governo conhecida como:
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Q3122106 História
O Absolutismo foi um sistema de governo que se consolidou na Europa entre os séculos XVI e XVIII, caracterizado pela centralização do poder nas mãos de um monarca. Esse modelo político era fundamentado em teorias que justificavam a autoridade absoluta dos reis e influenciou diretamente as estruturas sociais e econômicas da época. Analise as afirmativas abaixo e indique se cada uma é verdadeira (V) ou falsa (F).

( ) O absolutismo justificava-se por teorias como o "Direito Divino dos Reis", que afirmava que o poder do monarca era uma concessão direta de Deus, tornando o rei inquestionável.
( ) No sistema absolutista, os nobres e a burguesia eram plenamente integrados ao governo, participando das decisões políticas e limitando a autoridade do rei.
( ) O absolutismo foi essencial para consolidar a formação das Monarquias Nacionais, fortalecendo o poder centralizado e reduzindo a fragmentação feudal.
( ) Os monarcas absolutistas promoviam políticas mercantilistas, buscando aumentar o acúmulo de riquezas e o fortalecimento econômico do Estado como forma de garantir sua autonomia.

A sequência CORRETA é:
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Q3103313 História
Eric Hobsbawm pode ser considerado o pensador contemporâneo que mais teria contribuído para a compreensão dos conceitos de Nação, de Nacionalidade e de Nacionalismo. Ele alerta para os riscos que se comete quando se reduz demais os critérios que se deve levar em consideração ao se tratar do tema, como atesta nesse fragmento Hobsbawm (1998: 14 e 15):

As tentativas de se estabelecerem critérios objetivos sobre a existência de nacionalidade, ou de explicar por que certos grupos se tornaram ‘nações’ e outros não, frequentemente foram feitas com base em critérios simples como a língua ou a etnia ou em uma combinação de critérios como a língua, o território comum, a história comum, os traços culturais comuns e outros mais. (...) Todas as definições objetivas falharam pela óbvia razão de que (...) sempre é possível descobrir exceções. (...) os critérios usados para esse objetivo são em si mesmos ambíguos, mutáveis, opacos (...)”.

(HOBSBAWM, Eric. Nações e Nacionalismo desde 1780. Paz e Terra. São Paulo. 1998.)

Pode-se concluir acerca dos estudos de Hobsbawm sobre o tema, pegando o caso da formação do Estado Nacional italiano, que:
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Q3103309 História
Leia o fragmento de texto.

Maquiavel é um homem todo da sua época; e a sua ciência política representa a filosofia do tempo, que tende para a organização das monarquias nacionais absolutas, a forma política que permite e facilita um ulterior desenvolvimento das forças produtivas burguesas. Em Maquiavel pode descobrir-se in nuce (de forma concisa) a separação dos poderes e o parlamentarismo (o regime representativo): a sua “ferocia” dirige-se contra os resíduos do mundo feudal, e não contra as classes progressistas. O Príncipe deve pôr termo à anarquia feudal (...).

(GRAMSCI, António S. F. Obras Escolhidas. Editorial Estampa. Lisboa, 1974. Pp. 273-274.)

António Gramsci aprofundou seus estudos sobre “A Política como Ciência Autônoma”, retornando à Maquiavel, quando esse delineou os princípios fundamentais para a constituição dos Estados Modernos, e chamou a atenção para uma série de considerações que devem ser feitas acerca do momento em que Maquiavel elaborava seus estudos, que se apresentava “estreitamente ligado às condições e às exigências de seu tempo”, tais como:
Alternativas
Respostas
21: B
22: B
23: D
24: E
25: B
26: C
27: B
28: B
29: C
30: D
31: B
32: B
33: C
34: B
35: C
36: D
37: C
38: A
39: D
40: B