Questões de Concurso Sobre brasil monárquico – primeiro reinado 1822- 1831 em história

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Q2114153 História
Considere o texto a seguir:
Na madrugada de 2 de Julho de 1823, a cidade de Salvador amanheceu quase deserta: o exército Português deixou em definitivo a província da Bahia. [...] Os baianos conhecem esta data como sendo a Independência do Brasil na Bahia, que celebra a vitória dos brasileiros na guerra travada na então província da Bahia, por mais de 17 meses (de fevereiro de 1822 a julho de 1823) contra as tropas portuguesas. [...] Sendo assim, com base nos estudos de Luís Henrique Dias Tavares, historiador, professor emérito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o 07 de setembro de 1822 é uma data simbólica, não se tratando da real data da independência do Brasil, até porque um pedaço enorme do país (região Nordeste) ainda não era independente.
(SLAMA, Fernanda. “O 2 de julho. Independência do Brasil na Bahia”. Disponível em: https://www.salvadordabahia.com)
Com base no texto, deve-se afirmar que a data histórica de “2 de julho” 
Alternativas
Q2071679 História
Observe a imagem a seguir: 
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A charge apresentada faz referência
Alternativas
Q2063075 História
Analise as assertivas abaixo a respeito do contexto da Regência Trina Permanente no Brasil, considerando a participação e os objetivos de diferentes partidos:
I. Durante o período da Regência Trina Permanente, os três partidos que se enfrentavam eram: Partido Liberal Exaltado, Partido Liberal Moderado e o Partido Restaurador.
II. O Partido Liberal Moderado, ou conhecido também historicamente como Chimango, defendia a efetiva independência do Brasil com o mínimo de alterações no processo político nacional.
III. Representando a tendência conservadora, o Partido Restaurador defendia a volta de D. Pedro I ao Brasil.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2026712 História
Relativamente ao 1.º e ao 2.º Reinado, durante o Brasil Império, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2022 - USP - Professor - História |
Q2023287 História
“Um contingente ponderável da população – os escravos – estava excluído de seus dispositivos. Deles não se cogita, a não ser obliquamente, quando se fala dos libertos.”
Boris Fausto, História do Brasil, São Paulo: EDUSP, 1995, p. 149.
No processo de definição da cidadania política pela Constituição de 1824, a menção oblíqua aos escravos, constatada pelo excerto, deve-se ao fato de ser facultado aos libertos:
Alternativas
Q1992009 História
Primeiro governo que sucedeu a queda do imperador Dom Pedro I, o período regencial iniciou-se com a formação de dois governos trinos. O primeiro deles ficou conhecido como: 
Alternativas
Q1991743 História
No período imperial brasileiro, a formação econômica do Brasil passou por diversas áreas e comercializou diversos produtos, com isso as alternativas apontadas abaixo, apresentam produtos mais importados pelo Império brasileiro, EXCETO:
Alternativas
Q1972624 História
D. Pedro I foi coroado imperador do Brasil em 1822 e abdicou do trono nove anos depois. Assinale a alternativa que contenha um dos diversos fatores que contribuíram para essa decisão do imperador:
Alternativas
Q1965155 História

A Inglaterra acumulou enormes lucros com o comércio de africanos pelo Atlântico durante os séculos XVII e XVIII, mas no século XIX passou a combater duramente o tráfico e a escravidão. Sobre o cronograma do fim do tráfico de escravizados e a reação do governo brasileiro diante da pressão inglesa, assinale a alternativa correta acerca das seguintes assertivas:


I – Em 1827, a Inglaterra exigiu que o governo de Dom Pedro I extinguisse o tráfico negreiro no prazo de três anos, como condição para reconhecer a emancipação política do Brasil.

II – Em 1831, uma lei brasileira declarou ilegal o comércio de escravizados para o Brasil. Essa lei, no entanto, permaneceu letra morta, isto é, sem efeitos práticos.

III – Em 1845, o parlamento inglês aprovou a Bill Aberdeen, que autorizava a Marinha inglesa a prender/bombardear os navios negreiros e a levar os contraventores para serem julgados na Inglaterra.

Alternativas
Q1960600 História
Assinale a alternativa incorreta, acerca da monarquia no Brasil:
Alternativas
Q1943473 História
“A fim de elaborar o projeto de Constituição que seria apresentado à nova Assembleia, conforme a promessa feita por ocasião da dissolução, ainda em novembro de 1823, por sugestão que atribuímos a Vilela Barbosa, criou o Imperador um Conselho de Estado, composto dos seis Ministros recentemente nomeados e mais quatro personalidades políticas, todos brasileiros natos... Imediatamente instalado o Conselho de Estado, com tanto afinco, trabalhou o novo órgão, sob a presidência e com ativa participação direta do Imperador, que já no dia 11 do mês seguinte, dezembro de 1823, completou a sua tarefa primordial, a elaboração do projeto constitucional.”
(https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/386/1/339%20PDF%20-%20OCR%20-%20RED.pdf)
Assinale a alternativa CORRETA no que diz respeito à Constituição de 1824.
Alternativas
Q1942758 História
Sobre a Constituição de 1824 e o contexto histórico em que foi elaborada, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1939668 História
Acerca da Constituição de 1.824, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1935469 História
Assinale a alternativa correta acerca da Constituição de 1824:
Alternativas
Q1927881 História

A respeito das dinâmicas das políticas institucionais do Primeiro Reinado, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Na agenda externa do Primeiro Reinado, assuntos como guerra e finanças tomaram grande espaço nos debates parlamentares a partir de 1826. Em questão, estavam a Guerra da Cisplatina, na região da bacia do rio da Prata, e os tratados de paz e aliança com a antiga metrópole e de proibição do tráfico de escravizados africanos firmado com a Inglaterra. Em todos os casos, apesar das pressões orçamentárias, dos riscos econômicos e das críticas pontuais quanto à submissão brasileira aos interesses ingleses, os gastos da guerra contra os portenhos, as “indenizações” pagas e a abolição do tráfico atlântico ganharam rápido e incontestável apoio entre as elites senhoriais e seus representantes no Parlamento e seguiram, sem resistências, para a sanção imperial, como previa o mandamento constitucional de 1824. 

Alternativas
Q1927880 História

A respeito das dinâmicas das políticas institucionais do Primeiro Reinado, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Ao lado da regulamentação de vários dispositivos da Constituição, outorgada em 1824, relativos à organização do Estado, um dos temas mais debatidos pelos parlamentares, após a reabertura da Assembleia em 1826, foi o da regulação dos poderes locais. Prescreveram-se limites precisos para a autoridade municipal, restringindo sua capacidade legislativa às matérias de natureza econômica e relativas ao ordenamento local. 

Alternativas
Q1927879 História

A respeito das dinâmicas das políticas institucionais do Primeiro Reinado, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Inicialmente aclamadas como medida de efetiva “constitucionalização” dos governos provinciais ao prestigiar o princípio eletivo para a escolha de seus membros e a participação dos luso-brasileiros na administração, as Juntas de governo, criadas a partir de 1821 pelas Cortes lisboetas, passaram à condição de persona non grata com a instalação da breve Assembleia Constituinte de 1823, especialmente entre aqueles mais próximos do imperador D. Pedro I, os quais desconfiavam dos chamados “governos democráticos” e eram adeptos de um liberalismo clássico, típico da geração Coimbrã, que via o rei como representante suficiente da nação e único capaz de garantir a ordem e a razão de Estado perante a anarquia provincial.

Alternativas
Q1927878 História

A respeito das dinâmicas das políticas institucionais do Primeiro Reinado, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Com a reabertura da Assembleia Geral em 1826, as resistências provinciais foram aplainadas e os anos que se seguiram até a abdicação, em 1831, foram marcados pela continuidade política no governo e pela busca de maiorias parlamentares, sedimentando a estabilização do sistema político após as agitações desencadeadas pela Revolução de Porto (1820) e pelo constitucionalismo luso-brasileiro

Alternativas
Q1927877 História

   

      A ruptura política com Portugal e a organização do Estado nacional implicariam a elaboração de um aparato ideológico que deveria dar legitimidade ao próprio processo de construção da Nação. Tratava-se agora de inventar o Brasil, não apenas no plano geopolítico, mas também no plano simbólico, forjando as bases de sua identidade. [...] À organização política do Estado nacional deveria corresponder uma produção simbólica que delineasse os contornos da Nação e a integrasse no mundo civilizado, segundo os parâmetros europeus.



SANTOS, Afonso Carlos Marques dos. A invenção do Brasil: um problema nacional? In: A invenção do Brasil: ensaios de história e cultura. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2007, p. 59-69, p. 60. 

Acerca das diferentes dimensões do processo de independência do Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Pelo Tratado de Paz e Amizade celebrado no Rio de Janeiro, em 29 de agosto de 1825, o rei de Portugal reconhecia a independência política do Brasil e transferia para seu filho Pedro, de sua livre vontade, a soberania sobre o Império, reconhecendo-o como imperador. Negociado pelo experiente diplomata britânico Charles Stuart, enviado extraordinário e ministro plenipotenciário do rei de Portugal, o Tratado estabelecia que João VI de Portugal reservava para sua pessoa o título de imperador do Brasil. 

Alternativas
Respostas
221: A
222: E
223: E
224: B
225: B
226: C
227: A
228: C
229: D
230: B
231: A
232: E
233: B
234: A
235: B
236: E
237: C
238: C
239: E
240: C