Questões de Concurso
Sobre brasil monárquico – primeiro reinado 1822- 1831 em história
Foram encontradas 442 questões
I- Apesar da criação do Código de Processo Criminal, que propiciou o aumento do poder exercido pelos juízes de paz, as Assembleias Provinciais limitavam o poder desses indivíduos. II- As Assembleias Provinciais passaram a ter a responsabilidade de cuidar das despesas, criar impostos, nomear e demitir funcionários públicos. III- A constituição da Guarda Municipal somente por indivíduos oriundos da elite e o seu comando a cargo das elites locais favoreceram o desenvolvimento de um corpo armado local.
Assinale a alternativa correta:
(BASILE, Marcelo Otavio. O império brasileiro: panorama político. IN: LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990, p.225)
A Guarda Nacional, no contexto de debates e disputas políticas do Império brasileiro, cumpriu uma função
A análise do quadro da distribuição étnica no Brasil Imperial, demonstra que
I. O Brasil obteve a independência em 1822, mas, ao contrário dos demais países americanos, a forma de governo adotada foi a monarquia, que se manteve até 1889. II. O feudalismo começou a se formar no século V, na Europa Ocidental, com a crise do Império Romano.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A Confederação do Equador (1824) foi um movimento revolucionário e emancipacionista de cunho republicano e separatista entre os monarquistas e os liberais.
II. A avaliação deve considerar a diversidade de instrumentos e situações.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A perspectiva de cada momento da avaliação educacional não deve ser definida claramente.
II. Depois de coroado, D. Pedro I teve que enfrentar a difícil situação criada por algumas províncias onde as Juntas Governamentais eram dominadas por portugueses.
Marque a alternativa CORRETA:
NEVES, Lúcia Bastos Pereira das. “A vida política”. In SCHWARCZ, Lilia M. (org.) História do Brasil Nação: 1808-2010. Vol. 1, Crise colonial e independência, 1808-1830. Alberto da Costa e Silva (coord). Rio de Janeiro: Objetiva, 2011, p. 111.
Entre os fatores responsáveis pela abdicação de D. Pedro I, Lúcia Bastos P. Neves indica a “opinião pública”, que participava da vida política através da
Decorrida de forma pacífica e sem grandes abalos, a Independência do Brasil apoiava-se na existência de uma elite política homogênea, com uma base social firme e um projeto claro para a nova nação, na forma de uma monarquia constitucional de base econômica escravocrata.
Após a independência política, os portugueses sofreriam, rapidamente, a rejeição explícita dos nacionais. Contribuía fortemente para isso o fato de o Partido Português experimentar ascensão política no primeiro reinado, em detrimento do Partido Brasileiro, ao mesmo tempo em que Dom Pedro I, nascido em Portugal e herdeiro do trono luso, sofria o crescimento de sua impopularidade.
A rejeição e agressividade brasileiras direcionadas aos portugueses aumentariam sensivelmente com o passar dos anos no século XIX. Os lusos, na historiografia, eram tomados como sinônimos do passado colonial, de dependência e submissão brasileiras.
[Eduardo França Paiva, De português a mestiço: o imaginário brasileiro
sobre a colonização e sobre o Brasil. Em: Lana M. de C. Simam e
Thais N. de L. Fonseca (orgs.). Inaugurando a História e
construindo a nação. Discursos e imagens no ensino
de História. Adaptado]
A partir do excerto, é correto considerar que
Por mais dignas de atenção que tenham sido as rebeliões nordestinas, o fato é que os rumos do país foram traçados, com menores sobressaltos e mudanças, a partir da capital e das províncias à sua volta. Foi assim na independência e seria assim no episódio da queda do primeiro imperador. Em março de 1824, Dom Pedro I dominava a cena, tendo condições políticas para dissolver a Constituinte e baixar uma Constituição. Sete anos depois, foi obrigado a abandonar o trono.
(FAUSTO, B. História do Brasil. 2.ed. São Paulo: Edusp,1995. p. 154).
Dentre os episódios ocorridos nesse intervalo de tempo, podemos apontar:
“Nenhuma sociedade pode fazer uma constituição perpétua ou sequer uma lei perpétua” (Thomas Jefferson).
A constituição brasileira de 1824, que foi outorgada, apresentou, entre outras determinações,