Questões de Concurso Comentadas sobre antiguidade oriental (egípcios, mesopotâmicos, persas, indianos e chineses) em história

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Q4151015 História
No Extremo Oriente, a dança também ocupou lugar de destaque nas civilizações da China e do Japão antigos, com funções rituais, religiosas e sociais específicas. Na China antiga, a dança estava presente nas cortes imperiais e em celebrações como colheitas, casamentos e cultos aos deuses. Confúcio fazia com que todos cumprissem antigos ritos dos quais a dança fazia parte, como exemplifica PORTINARI (1989) com a dança em homenagem a Tsao-Chen, deus da comida, executada por mulheres carregando tigelas de arroz. No Japão, segundo os preceitos do xintoísmo, a dança surgiu com o mito de Amaterasu Omikani, a deusa do sol. Após uma briga com o irmão, a deusa escondeu-se em uma caverna, mergulhando o mundo na escuridão e no frio. Os demais deuses, para atraí-la para fora, começaram a dançar em frente à caverna. Curiosa, Amaterasu saiu do esconderijo, riu do ocorrido e o sol voltou a brilhar. Considerando essas informações, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE as funções da dança na China e no Japão antigos, conforme apresentado no texto.
Alternativas
Q4087612 História
A respeito do Egito Antigo, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4087597 História
Ao planejar atividades didático-pedagógicas acerca da cultura jurídica na Antiga Mesopotâmia, o professor buscou considerar como as práticas e as representações jurídicas se estabeleciam naquele contexto. Nesse caso, é correto afirmar que o professor deve 
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Q4087587 História

Ao receber um projeto de trabalho de conclusão de curso de um orientando, o docente identificou que a proposta, que tem como pano de fundo um estudo sobre as sociedades da Antiguidade Asiática, baseia-se integralmente em uma perspectiva eurocêntrica acerca desses povos.


Considerando a atuação do professor e as tendências historiográficas atuais, assinale a alternativa correta.

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Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: SED-SC Prova: FURB - 2026 - SED-SC - Professor - História |
Q4079294 História
Sobre a formação histórica do Irã e a permanência de elementos da tradição persa em diferentes períodos, assinale a alternativa correta: 
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Q4078328 História
O Kitáb-i-Aqdas da Fé Bahá'í , revelado em 1873, é um livro de leis e princípios para a construção de uma civilização mundial unificada, destinado a perdurar por não menos de mil anos. Os Sete Vales e os Quatro Vales, também de Bahá'u'lláh , são um tratado místico sobre os estágios espirituais da alma em direção a Deus. O Tao Te Ching  do Taoísmo, escrito por Lao Tzu entre os séculos VI e IV a.C., propõe a harmonia com a natureza e a não-ação (wu wei) como caminho para a paz interior e a ordem social, sem formular leis ou instituições formais. O Confucionismo organiza seu cânone em Cinco Clássicos (Wu Jing) − documentos históricos, poesia, ritos, crônicas e cosmologia − e em Quatro Livros (Si Shu) − núcleo ético sobre virtude, formação moral e bondade humana −, todos voltados para a harmonia social e o governo justo. As Quatro Sutras Sagradas da Seicho-No-Ie, centradas na Chuva de Néctar da Verdade, afirmam que "O Homem é Filho de Deus" e que a tomada de consciência dessa condição conduz à perfeição espiritual, sendo sua leitura diária prática fundamental ao lado da meditação Shinsokan.
Os textos sagrados da Fé Bahá'í, do Taoísmo, do Confucionismo e da Seicho-No-Ie apresentam semelhanças e diferenças em sua natureza, propósito e estrutura. Analise as afirmativas a seguir, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4078319 História
A Epopeia de Gilgamesh é o texto literário mais antigo conhecido, um mito mesopotâmico sumério-acádio de cerca de 2100-1200 a.C., escrito em 12 tábuas cuneiformes e originário da biblioteca de Assuranipal, o último grande rei do Império Assírio (668-626 a.C.), em Nínive. Como temas, explora a amizade, o heroísmo e o medo da morte.
O texto narra a trajetória de Gilgamesh, rei semideus de Uruk (dois terços deus, um terço homem), filho da deusa Ninsun. Belo e poderoso, construiu muralhas, uma grande fortificação e o templo do abençoado Eana, mas era um tirano: oprimia seu povo e governava com arrogância. Diante dos clamores dos habitantes de Uruk, os deuses intervieram e ordenaram à deusa Aruru que criasse Enkidu, um homem selvagem moldado em argila, igual em força a Gilgamesh, para ser seu rival e domar seu coração. Antes de enfrentá-lo, Enkidu foi "civilizado" por uma cortesã sagrada de Ishtar durante seis dias e sete noites: cortou os cabelos, vestiu-se, aprendeu a comer pão e a beber vinho. Chegando a Uruk, os dois lutaram ferozmente até empatar; do respeito mútuo, nasceu uma profunda amizade, tornaram-se como irmãos e juntos partiram para grandes façanhas. Primeiro derrotaram Humbaba, o monstruoso guardião do Bosque dos Cedros que cuspia fogo pela boca e aterrorizava toda a comarca; Gilgamesh arremessou oito furacões contra o monstro e decepou-lhe a cabeça. Depois, a deusa Ishtar, desejando Gilgamesh como amante e humilhada pela recusa, pediu ao seu pai Anu, senhor de todos os mundos, que enviasse o Touro do Céu para destruir Uruk. Enkidu segurou o touro pelo pescoço, enquanto Gilgamesh o abateu com a espada, contrariando a deusa pela segunda vez. Os deuses, ultrajados, exigiram uma morte: Enkidu contraiu doença fatal e agonizou por doze dias até morrer.
Gilgamesh, devastado pela perda do único igual que conhecera, recusou aceitar a mortalidade e partiu em busca da imortalidade. Após atravessar mares tenebrosos e montanhas de escuridão total, encontrou Utnapishtim, o único mortal a quem os deuses concederam a imortalidade após o Grande Dilúvio, salvo pelo deus Ea. Utnapishtim revelou-lhe que a imortalidade estava fora do alcance humano, mas, compadecido, sua esposa indicou o segredo: no fundo do mar crescia uma planta capaz de restaurar a juventude eterna. Gilgamesh amarrou pedras nos pés, mergulhou nas profundezas e arrancou a planta com as próprias mãos feridas. Porém, em um momento de descanso na viagem de volta, adormeceu. Uma serpente sentiu o perfume da planta, apoderou-se dela e partiu, mudando imediatamente de pele ao rejuvenescer. Gilgamesh chorou sua derrota amarga e, por fim, aceitou a condição humana: retornou a Uruk, contemplou suas muralhas e suas obras, e reconheceu nelas o único legado que permanecia, não a vida eterna, mas a memória do que se constrói.
Com base na narrativa, analise as afirmativas:
I.Gilgamesh (dois terços deus, um terço homem), filho da deusa Ninsun, constrói as muralhas e o templo do abençoado Eana, em Uruk; os deuses ordenam à deusa Aruru que crie Enkidu, moldado em argila, como seu rival para domar sua arrogância; após ser "civilizado" por uma cortesã sagrada de Ishtar durante seis dias e sete noites, Enkidu luta com Gilgamesh, empata, e os dois tornam-se irmãos.
II.Juntos, os heróis derrotam Humbaba, guardião monstruoso do Bosque dos Cedros, que cuspia fogo e aterrorizava toda a comarca, e o Touro do Céu, enviado pelo deus Anu a pedido de Ishtar após Gilgamesh recusar seu amor; ultrajados, os deuses exigem uma morte como punição, e Enkidu contrai doença fatal, agonizando por doze dias, o que precipita a busca de Gilgamesh pela imortalidade.  
III.Na busca pela imortalidade, Gilgamesh atravessa mares tenebrosos e encontra Utnapishtim, único mortal a quem os deuses concederam imortalidade após o Grande Dilúvio, salvo pelo deus Ea; obtém a planta da juventude eterna do fundo do mar, mas uma serpente, ao sentir seu perfume, apodera-se dela enquanto Gilgamesh dorme, mudando de pele ao rejuvenescer. O herói, derrotado, aceita sua condição humana.
É correto o que se afirma em:
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Q4071911 História
Em Alexandre, o Grande, no Capítulo II “Origens e objetivos da conquista”, Pierre Briant afirma que, após Queroneia, o Synedrion da Liga votou a “guerra de represálias” contra a Pérsia e conferiu formalmente a Felipe II o comando da expedição. Neste contexto, fora concedido um título a Felipe II; sobre o título concedido, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4071858 História

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os mistérios de uma antiga civilização avançada ainda pouco conhecida

Casas de tijolos com vários andares, ruas organizadas e um sistema de drenagem eficiente, com estruturas semelhantes a vasos sanitários com descarga, poderiam lembrar cidades atuais. No entanto, essa descrição refere-se aos centros urbanos da antiga civilização do Vale do Indo, que existiu há milhares de anos e já apresentava elevado nível de desenvolvimento.

Essa civilização, contemporânea do antigo Egito e da Mesopotâmia, é considerada altamente sofisticada, embora ainda seja pouco compreendida. Parte desse desconhecimento decorre do fato de sua escrita não ter sido decifrada, além da possibilidade de sua organização social ter sido mais igualitária do que a de outras sociedades da época.

Seu período mais desenvolvido ocorreu entre 2600 a.C. e 1900 a.C., embora suas origens remontem a cerca de 4000 a.C. Estendia-se ao longo do rio Indo, em regiões que hoje correspondem ao Paquistão e à Índia, sendo formada por comunidades agrícolas e mais de mil e quatrocentas cidades e povoados.

Um de seus aspectos mais notáveis era o planejamento urbano. As cidades possuíam construções de tijolos padronizados, ruas retas e organizadas em ângulos, além de sistemas de esgoto avançados e espaços destinados a banhos. Esses elementos indicam preocupação com higiene e saúde. A organização urbana também favorecia o comércio, incluindo trocas com outras regiões, como a Mesopotâmia, envolvendo matérias-primas e tecidos.

Outro ponto relevante é a forma de governança. As evidências sugerem uma administração coletiva e estruturada, responsável pela manutenção das cidades, sem sinais claros de poder concentrado, como palácios ou grandes monumentos. Isso diferencia essa civilização de outras da mesma época, nas quais o poder era centralizado e visível.

Apesar dos avanços, muitos aspectos permanecem desconhecidos. Isso se deve, em parte, ao fato de vários sítios ainda não terem sido escavados e ao uso predominante de materiais menos duráveis, como tijolos de barro. Além disso, a escrita encontrada em selos ainda não foi compreendida, o que dificulta o acesso a informações sobre a cultura, as crenças e a organização dessa sociedade.

Essa escrita é composta por poucos símbolos e não possui equivalentes conhecidos que auxiliem sua interpretação. Estudos indicam que há uma estrutura organizada, o que sugere a existência de regras, mas ainda não há consenso sobre seu significado. Caso seja decifrada, poderá revelar informações importantes sobre essa civilização.

Quanto ao seu declínio, uma das principais explicações está relacionada a mudanças ambientais, especialmente alterações no regime de chuvas. Evidências indicam que as populações abandonaram as cidades por volta de 1900 a.C. devido a inundações e dificuldades de adaptação ao novo ambiente.

O estudo dessa civilização oferece reflexões importantes para o presente. Sua organização social e urbana demonstra alto nível de planejamento, mas também revela que fatores ambientais influenciam profundamente o destino das sociedades. Com os recursos tecnológicos atuais, há maior capacidade de compreender esses processos e buscar formas de garantir a sustentabilidade das civilizações contemporâneas.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c248qzqvzqpo.adaptado.

Os estudos sobre civilizações antigas evidenciam diferentes formas de organização social, desenvolvimento urbano e adaptação ao ambiente. A análise dessas sociedades permite compreender tanto seus avanços quanto os fatores que influenciaram sua permanência ou declínio.
De acordo com o texto apresentado sobre a civilização do Vale do Indo, analise as afirmativas a seguir:
I. A civilização do Vale do Indo desenvolveu cidades com planejamento urbano e sistemas de esgoto organizados.
II. A escrita dessa civilização permanece sem decifração, o que dificulta o conhecimento sobre sua cultura.
III. A presença de grandes monumentos indica a existência de poder centralizado nessa sociedade.
IV. Mudanças ambientais estão entre os fatores associados ao abandono das cidades.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4051558 História
 Segundo Howarth (1993), elementos como a face de Nefertiti, o vasto templo de colunatas de Karnak, o enigma da Esfinge e o caixão de ouro encontrado no túmulo de Tutankhamon são algumas das imagens que remetem à arte:
Alternativas
Q4046895 História
Considerando debates historiográficos recentes sobre as estruturas políticas e culturais da Antiguidade Oriental e Clássica, analise como diferentes formas de centralização estatal influenciaram a produção de legitimidade em sociedades como Egito, Mesopotâmia, Pérsia, Grécia e Roma, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4042352 História
As civilizações da Mesopotâmia desenvolveram formas complexas de organização política, econômica, jurídica e cultural, que exerceram influência significativa sobre outras sociedades da Antiguidade. Considerando essas características, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4023687 História
Sobre economia, sociedade e cultura das civilizações orientais citadas, analise as proposições:

I. No Egito e na Mesopotâmia, o controle das águas e da produção agrícola sustentou burocracias estatais e hierarquias sociais.
II. A Fenícia destacou-se pela navegação, pelo comércio de longa distância e pela difusão de um alfabeto fonético.
III. A Palestina antiga caracterizou-se por politeísmo estatal e ausência de códigos éticos de base religiosa.
IV. O Império Persa estruturou administração eficiente (satrapias), infraestrutura e política de respeito a costumes locais.

Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q4023673 História
Em diferentes regiões do Oriente Antigo, sociedades organizaram-se em torno de grandes rios, desenvolveram agricultura irrigada, instituíram poder político centralizado e elaboraram normas jurídicas escritas. A autoridade do governante era frequentemente associada ao sagrado, e a administração mobilizava tributos, trabalho compulsório e obras públicas para manter a ordem e a produção.

Considerando as características gerais da Antiguidade Oriental, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4015983 História
As civilizações da Antiguidade Oriental desenvolveram estruturas políticas, econômicas, religiosas e culturais distintas, embora compartilhassem elementos como a centralidade da agricultura irrigada, formas de poder teocrático ou monárquico e intensa articulação entre religião e organização social. A análise comparativa desses povos exige atenção às especificidades históricas e institucionais de cada sociedade.

Assinale a alternativa CORRETA acerca das características dessas civilizações.
Alternativas
Q3995299 História
A Idade Antiga foi marcada pelo desenvolvimento de diversas civilizações em diferentes regiões do mundo. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a distinção entre civilizações orientais e clássicas: 
Alternativas
Q3995295 História
Sobre a estrutura política e social do Egito Antigo, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3995294 História
As primeiras grandes civilizações da Antiguidade Oriental desenvolveram-se em regiões específicas que apresentavam condições favoráveis à fixação humana. Assinale a alternativa que explica corretamente essa característica: 
Alternativas
Q3977310 História
No que diz respeito ao Egito Antigo, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3977309 História
Em relação aos povos da antiguidade oriental, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
21: E
22: A
23: D
24: E
25: A
26: C
27: D
28: C
29: B
30: B
31: B
32: D
33: D
34: C
35: D
36: D
37: C
38: A
39: E
40: C