Questões de Concurso Sobre história e geografia de estados e municípios
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As disparidades socioeconômicas regionais no Brasil são marcantes e foi objeto de estudo por várias áreas do conhecimento, principalmente da História Econômica. Guardadas as devidas proporções, essas disparidades se repetem internamente no estado de Goiás e remontam ao início da organização do povo goiano.
Disponível em: <https://www.imb.go.gov.br/files/docs/publicacoes/estudos/2013/ desequilibrios-regionais-e-a-distribuicao-de-recursos-em-goias.pdf>. Acesso em: 20 mar. 2024.
Mesorregiões são áreas individualizadas de cada estado que contém características específicas no que se refere a economia requerendo, por conseguinte, políticas públicas também especificas. Acerca das mesorregiões do estado de Goiás,
O objetivo de uma Região Metropolitana é favorecer o desenvolvimento socioeconômico, político e financeiro dos municípios integrantes, por meio da influência central da metrópole, que normalmente centraliza algumas funções públicas, comerciais e de serviços. A Região Metropolitana de Goiânia está atualmente definida pela Lei complementar n.º 149, de 15 de maio de 2019, que objetiva o desenvolvimento e integração dos municípios participantes. A Região Metropolitana de Goiânia é composta atualmente por 21 Municípios.
Disponível em: <https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_fundamental/ geografia-a-regiao-metropolitana-de-goiania/>. Acesso em: 20 mar. 2024.
Atualmente, um problema de cunho urbanístico/geográfico atinge a região metropolitana de Goiânia. Qual é ele?
Este tipo de imposto foi o mais cobrado nas regiões auríferas goianas e era caracterizado por uma cobrança relativa ao valor de 20% do ouro extraído. Essa taxa era devidamente retirada nas casas de fundição, local para onde o ouro deveria obrigatoriamente passar.
Elaborado pelo(a) autor(a).
Ao falar dos muitos tipos de impostos existentes em Goiás no século XVIII, este o qual mencionamos sempre recebe maior destaque, o texto se refere
Em 1961, foi eleito governador, implementando ações modernizadoras na administração pública estadual. Responsável por adotar, pela primeira vez, o planejamento como instrumento de gestão pública, criou no estado a primeira Secretaria de Planejamento e Coordenação, iniciativa pioneira no país. Em seu governo, elaborou e implementou o 1º Plano Quinquenal de Desenvolvimento Econômico (...) criou órgãos em áreas vitais para o desenvolvimento administrativo do estado, como o Consórcio de Empresas de Rádio Difusão do Estado (CERNE), Consorcio Rodoviário Intermunicipal (CRISA), a Organização de Saúde do Estado de Goiás (OSEGO), a Indústria Química do Estado de Goiás (IQUEGO) e a Metais de Goiás (METAGO).
Disponível em: <https://www.imb.go.gov.br/index.php?Itemid=207>. Acesso em: 20 mar. 2024.
O texto se refere a qual liderança política estadual de Goiás?
Veja a fotografia a seguir.

Disponível em: <https://www.ibflorestas.org.br/bioma-amazonico>. Acesso
em: 09 mar. 2024.
A imagem mostra um tipo de vegetação comum do Acre,
que se define por matas
A colonização da Amazônia submeteu os indígenas de forma violenta ao controle do trabalho, recursos e produtos em torno da produção mercantil. Na Amazônia Sul Ocidental este processo se deu em fins do século XIX e durante quase todo o século XX. O seringal virou cativeiro para o indígena que perdeu o direito sobre o território tornando-se uma grande força de trabalho e impedido de viver sua cultura nas suas formas linguísticas, festas, rituais, pinturas artesanatos e agricultura.
Fonte: KAXINAWÁ, Joaquim Paulo Maná, et al. Índios no Acre: História e organização. 2ª ed. Rio Branco: Comissão Pró-Índio do Acre, 2002.
A história indígena passa por novas interpretações de caráter decolonial considerando a importância da memória dos povos originários como portadora da narrativa sobre eles. O trecho elucida o tempo do cativeiro no Estado do Acre, no qual povos indígenas e seringueiros
I - Pinhalzinho.
II - Vista Alegre.
III - Bragança.
IV - Camapuã.
( ) A região foi alvo de uma política nacional de terras chamada “Homens sem Terra para uma Terra sem Homens” criada pelo então presidente do Brasil em 1970, o Emílio Médici
( ) Todos os colonos que chegaram em Enéas Marques receberam casas de madeira com instalações elétricas e água encanada, além de quatro alqueires para cultivar com a família. As benfeitorias custeadas pelo governo federal.
( ) A posse definitiva da terra pelos colonos e posseiros só se estabilizou com a criação da GETSOP (Grupo Executivo de Terras do Sudoeste do Paraná), responsável pela demarcação e legalização das áreas de terra.
( ) O nome do município foi escolhido como homenagem ao presidente do Brasil naquela época, Jânio Quadros, que também era popularmente conhecido como Jango.
( ) Entre 1864 e 1870, a região sudoeste do Paraná foi pleiteada pelo governo da Argentina. A questão foi resolvida em favor do Brasil, com a arbitragem do presidente norteamericano John F. Kennedy e atuação irretocável do Conde D’Eu.
( ) No início do século XX, no conflito que ficou conhecido como Guerra do Contestado, milhares de pessoas que haviam sido expulsas de suas terras para a construção de uma estrada de ferro acreditaram que o monge José Maria voltaria dos céus liderando um exército encantado para lhes trazer redenção.
( ) Entre 1943 e 1946 o governo brasileiro desmembrou áreas do Paraná e de Santa Catarina para criar o Território Federal do Iguaçu. A ideia era reforçar a presença brasileira na fronteira internacional dentro do projeto conhecido como “Marcha para Oeste” do então presidente Getúlio Vargas.
( ) Em 1957 ocorreu o movimento conhecido como Revolta dos Colonos foi um levante de repúdio aos problemas de colonização na região. O contexto envolvia os posseiros que exigiam titulação das terras, mas também companhias de colonização e os governos federal e estadual.