Questões de Concurso Comentadas sobre história e geografia de estados e municípios
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A renda de filé, uma das mais importantes fontes de renda da população de Jaguaribe-CE e liderada pelo trabalho feminino há muitas
décadas, pode ser definida como
“Já a criação do gado de toda a região do Vale do Jaguaribe abastecia o mercado da chamada “carne de charque”, como também, da “carne verde”. Diz-nos Jucá (1994): “a carne de charque era um dos gêneros básicos da alimentação colonial, cujo consumo atingia a mão de obra escrava [...] atrelada ao mecanismo das grandes lavouras [...]”. (JUCÁ, 1994, p. 15) Assim sendo, a produção do queijo de coalho de Jaguaribe liga-se à instalação das fazendas para a criação de gado, passando pelo período das charqueadas no século XIX, uma produção inicialmente associada à economia de subsistência. O certo é que quase todos tinham acesso ao queijo e a manteiga para consumo das suas famílias e agregados.” (ULISSES, Ivaneide. Consumo e tradição: a inserção do queijo coalho de Jaguaribe-CE no mercado de produtos de artesanais (1970-2010), 2016, p. 52).
Atribua V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas, com relação às características sociohistóricas da produção de queijo coalho em Jaguaribe-CE:
( ) Criação de gado (ciclo da pecuária nordestina). ( ) O modo de produção artesanal, não industrial por volta de 1860. ( ) Correlação com as charqueadas. ( ) Ligação da produção do queijo com a cultura de subsistência, marcando a vida e cultura local.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta, no sentido de cima para baixo.

Fonte: Prefeitura Municipal de Jaguaribe-CE. Brasão de Jaguaribe. Disponível em: https://www.jaguaribe.ce.gov.br/simbolos.php. Acesso em: 12 set 2020
Com base nos símbolos constituintes do município, assinale a alternativa que represente corretamente as características de Jaguaribe-CE.
A Lei Orgânica de uma cidade trata de vários aspectos inerentes ao poder administrativo, legislativo e a seus servidores. Entre as vedações que esta lei impõe ao município de Fundão NÂO está:
À medida, então, que os independentistas se aproximavam do Maranhão, os portugueses,
A coroa portuguesa instituiu o Estado do Maranhão independente do Estado do Brasil. Conforme Carta Régia de junho de 1621, o Estado do Maranhão abrangeu o vasto território do Ceará até as margens do Rio Oiapoque. Extinto em 1652 e restaurado em 1654, perdeu o Ceará, em 1656, e tomou nova forma em 1774, com o nome de Estado do Maranhão e Grão-Pará.
(LACROIX, Maria de Lourdes Lauande. A fundação francesa de São Luís e seus mitos. São Luís: Editora UEMA, 2008, p.63)
O período da organização administrativa do Maranhão, destacado no texto acima,