Questões de Concurso Sobre conhecimentos gerais
Foram encontradas 14.373 questões
Com esse resultado, Santa Catarina ficou posicionado como:
Da publicação de uma colunista, e também professora, em uma revista nacional, extraiu-se a seguinte vivência: “Em um mundo cada vez mais digital, ainda cultivo o hábito de guardar papéis, cartas, bilhetes e atividades dos estudantes com quem tenho convivido desde a última década como se fossem verdadeiros tesouros. Dentro do meu “cofre”, encontrei uma atividade feita pela Larissa, aluna que, na época, tinha 12 anos. Ao ser perguntada sobre os seus sonhos, ela respondeu:
‘O meu maior desejo é virar uma advogada. Desde pequena, quando o meu pai foi preso, eu sonho com
isso. Quando o meu pai saiu, eu fiquei muito feliz, mas ele só ficou dois anos na rua. Então esse é o meu
maior sonho, ser advogada para tirar o meu pai da cadeia. Sei que vou ter que estudar muito, mas tenho
certeza que vou conseguir.’
Quando me deparo com sonhos como o da Larissa, vejo que não há justiça quando a maioria precisa enfrentar toda ordem de dificuldades para galgar melhores condições de vida, ao passo que uma minoria detém todas as oportunidades. Além de perverso, uma vez que deposita nas classes pobres a culpa pela fragilização de suas vidas, tal discurso tem servido para criminalizar a pobreza e a miséria. Trabalho para que essa visão deturpada da realidade não contamine meus alunos”.
Isto posto, infere-se da reflexão acima, uma crítica relacionada a/ao:
Cientistas da Universidade de Newcastle (Reino Unido) descobriram uma nova espécie marinha na parte mais profunda do oceano. A espécie em questão é um anfípode semelhante a um camarão de aproximadamente cinco centímetros de comprimento capturado na Fossa das Marianas, entre o Japão e as Filipinas. A região é uma das mais profundas do Oceano Pacífico. Em relação a esse tema, analise as afirmativas abaixo e identifique as corretas:
I- Os cientistas chamaram a espécie encontrada de Eurythenes plasticus. O nome foi dado à nova espécie como forma de chamar a atenção para o impacto da poluição plástica que afeta milhares de espécies marinhas.
II- A cada ano, aproximadamente, 8 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos.
III- O anfípode, mesmo vivendo em uma das regiões mais profundas do Oceano, estava contaminado com partículas de plástico do tipo PET (tereftalato de polietileno) — muito comum na fabricação de garrafas de água e utensílios domésticos.
É correto o que se afirma em:
(__)- Não tem cura e pode ser fatal; (__)- O vírus da febre amarela existe no Brasil desde a colonização; (__)- Os macacos são transmissores de febre amarela; (__)- A vacina contra febre amarela é reconhecida como eficaz e segura.
Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso a sequência correta das proposições acima é, respectivamente:
Analise a imagem abaixo:

É correto afirmar que se trata de uma representação de:
“A cultura brasileira é vasta e diversa. Nossos hábitos culturais receberam elementos e influências de povos indígenas, africanos, portugueses, espanhóis, italianos e japoneses, entre outros, devido à colonização, à imigração e aos povos que já habitavam aqui.” (Fonte adaptada https://brasilescola.uol.com.br/).
Não está entre as festividades da cultura nacional brasileira:
Leia o trecho da notícia a seguir e responda à próxima questão.
Mudanças climáticas: 6 patrimônios culturais da África sob ameaça

As mudanças climáticas têm reduzido a disponibilidade de adobe de alta qualidade para construções históricas em Djenné, no Mali
Da arte rupestre no sul às pirâmides ao longo do rio Nilo, o homem tem deixado suas marcas no continente africano há milênios. Entretanto, os efeitos das mudanças climáticas — nas quais o papel das intervenções humanas têm cada vez mais sido demonstrado — colocam estas próprias marcas culturais em risco.
Em uma publicação científica recente, pesquisadores do Reino Unido, Quênia e Estados Unidos afirmam que é necessária uma "mobilização significativa" para salvar patrimônios culturais de eventos climáticos extremos, como o aumento do nível do mar e tempestades.
E, nas últimas semanas, o alerta tem se materializado em um exemplo: arqueólogos do Sudão estão se esforçando para impedir que enchentes do Nilo cheguem às ruínas de al-Bajrawiya, considerado um Patrimônio Mundial pelas Nações Unidas.
[...]
Joanne Clarke, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, está atualmente trabalhando para quantificar a velocidade com que o aumento do nível do mar e a erosão costeira podem afetar o patrimônio — possivelmente, de forma irreversível.
"O que sabemos é que a costa do Mar Vermelho será afetada nas próximas décadas, o que significa que o que atualmente está de pé será perdido [sem intervenções]", diz Clarke. [...]
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-54380849, acesso em 06/10/20)
Leia o trecho da notícia a seguir e responda à próxima questão.
Mudanças climáticas: 6 patrimônios culturais da África sob ameaça

As mudanças climáticas têm reduzido a disponibilidade de adobe de alta qualidade para construções históricas em Djenné, no Mali
Da arte rupestre no sul às pirâmides ao longo do rio Nilo, o homem tem deixado suas marcas no continente africano há milênios. Entretanto, os efeitos das mudanças climáticas — nas quais o papel das intervenções humanas têm cada vez mais sido demonstrado — colocam estas próprias marcas culturais em risco.
Em uma publicação científica recente, pesquisadores do Reino Unido, Quênia e Estados Unidos afirmam que é necessária uma "mobilização significativa" para salvar patrimônios culturais de eventos climáticos extremos, como o aumento do nível do mar e tempestades.
E, nas últimas semanas, o alerta tem se materializado em um exemplo: arqueólogos do Sudão estão se esforçando para impedir que enchentes do Nilo cheguem às ruínas de al-Bajrawiya, considerado um Patrimônio Mundial pelas Nações Unidas.
[...]
Joanne Clarke, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, está atualmente trabalhando para quantificar a velocidade com que o aumento do nível do mar e a erosão costeira podem afetar o patrimônio — possivelmente, de forma irreversível.
"O que sabemos é que a costa do Mar Vermelho será afetada nas próximas décadas, o que significa que o que atualmente está de pé será perdido [sem intervenções]", diz Clarke. [...]
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-54380849, acesso em 06/10/20)
Preencha os parênteses C (correto) ou I (incorreto) e assinale a alternativa correta.
A equipe de cientistas que escreveu, recentemente, sobre ameaças como essa, listou alguns patrimônios que também estão em risco na África:
( ) Suakin, Sudão.
( ) Cidade velha de Lamu, Quênia.
( ) Construções costeiras, Comores.
( ) Fortes e castelos costeiros, Gana.
( ) Arte rupestre em Twyfelfontein, Namíbia.
( ) Djenné, Mali.
( ) Na maioria das mortes decorrentes de intervenções policiais, as vítimas são negras.
( ) Na maioria dos casos registrados de feminicídio, o autor foi o companheiro ou ex-companheiro.
( ) Houve um aumento do número de ocorrências de porte e posse ilegal de arma de fogo comparado ao ano de 2018.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Os sinais que indicam nova alta da dengue no Brasil, em 2020, Leandro Machado (@machadoleandro) e Mariana Alvim (@marianaalvim) Da BBC News Brasil em São Paulo.

Em 2020, novo ciclo de circulação do sorotipo 2, do vírus, no país, possivelmente puxará para o alto casos de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
No mesmo mês, em que o Brasil confirmou seu primeiro caso de paciente com um novo tipo de coronavírus, surgido na China, um velho conhecido dos brasileiros, deu sinais de que vai infectar ainda mais pessoas em 2020: o vírus da dengue, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.
O mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, com dados sobre a dengue, aponta que o número de casos prováveis da doença — aqueles que são notificados à pasta pelos Estados — cresceram 19% nas cinco primeiras semanas do ano, em comparação com o mesmo período de 2019.
Foram notificados 94.149 casos prováveis, até a quinta semana do ano, (mais precisamente de 29/12/2019 a 01/02/2020), ante 79.131, no mesmo período do ano passado.
Neste início de 2020, há a confirmação de que pelo menos 14 pessoas morreram por dengue no país. A comparação de óbitos com 2019 ainda é incerta, já que os números ainda podem mudar bastante, conforme chegam os resultados de análises laboratoriais e à medida que os Estados e municípios enviam seus informes ao ministério. Os dados do boletim atual, por exemplo, ainda não computam os casos e as mortes registrados a nível local, em fevereiro.
Mas o ministério já trabalha com um cenário de aumento de casos de dengue para este ano, e alguns municípios e Estados pelo país, decretaram alerta para uma epidemia de dengue — que é definida quando há uma taxa de 300 casos confirmados de doença, para cada 100 mil habitantes.
[...]
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51667748, acesso em 02 de março de 2020).
Apesar do trecho citado, é sabido que a íntegra da notícia traz mais informações. Sobre ela, preencha os parênteses com (C) certo ou (E) errado e assinale a alternativa correta:
( ) Especialistas e representantes de governos, entrevistados pela BBC News Brasil, atribuem a tendência de alta da dengue em 2020 a uma combinação de fatores: primeiro e talvez mais importante, um novo ciclo poderoso de circulação do sorotipo 2 (existem 4 sorotipos do vírus da dengue, uma classificação que corresponde à resposta de diferentes anticorpos no infectado); soma-se a isso, condições meteorológicas particulares, nos últimos meses, e ainda, fatores culturais e comportamentais da população.
( ) Mapas de casos da doença deixam claro o destaque em uma faixa do país que começa no Acre, passa pelo Centro-Oeste e por parte do Sudeste, terminando no Paraná. Estados do Nordeste, como Paraíba e Pernambuco, tiveram poucos casos em comparação com unidades de outras regiões. No Paraná, os dados do crescimento da dengue impressionam. Em fevereiro do ano passado, o Ministério da Saúde apontou que o Estado tinha 14 doentes por 100 mil habitantes; já hoje, esse número chega a 220,7 — alta de 1.471% de incidência na comparação, entre boletins dos dois períodos.
( ) "Nesse momento, estamos com um quadro de curva ascendente da doença. A tendência é de uma situação de piora impactante, pois o período de maior incidência ainda vai começar em março", diz Ivana Belmonte, coordenadora de vigilância ambiental, da Secretaria de Saúde do Paraná.