Questões de Concurso
Sobre arte e cultura na atualidade em atualidades
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(Adaptado de Veja, 25/12/2013. Ed. 2.353, ano 46 - n.52. p.99)
O grupo de artistas, a que se refere a notícia, recebeu a denominação de:
Quando eu vim da minha terra
[...]
Passei frio, passei fome
[...]
Quando eu vim de minha terra Não sabia o que é sobrosso*
[...]
Coragem de tigre moço
[...]
Rifle no papo amarelo
Peixeira cabo de osso
Medalha de padre Cícero
E rosário de caroço…
* Medo, receio.
A letra expressa um fenômeno social fundamental da história do Brasil, que se estende a nossa contemporaneidade, que é
“A partir de 1992, o conceito de paisagem cultural foi adotado pela UNESCO e incorporado como uma nova tipologia de reconhecimento dos bens culturais [...] em 1° de julho de 2012, uma importante cidade brasileira tornou-se a primeira área urbana no mundo a ter reconhecido o valor universal da sua paisagem urbana."
(Adaptado de IPHAN - Instituto do Patrimonio Histórico e Artístico
A cidade referida no texto é:
A Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos condenou o Brasil,
(http://oglobo.globo.com/cultura/livros/morre-aos-87-anos-escritor-cavaleiro-do-sertao-13341934)
Trata-se de
Eram membros da Academia Brasileira de Letras:
Trata-se de
Assinale a alternativa que apresenta fatores socioculturais que explicam o sucesso desta telenovela.
Assinale a alternativa que indica o personagem biografado.
O texto se refere a:
(UOL, 21/ago/2014. Disponível em http://goo.gl/v8sWzT. Último acesso: 6/set/2014. Adaptado)
O trecho faz referência ao Parque
( ) Uma das maiores dificuldades para o ensino de cultura e religiões afro-brasileiras diz respeito ao caráter laico do ensino no Brasil.
( ) Com menos de 5 anos desde seu surgimento, a lei que tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas trouxe novas diretrizes curriculares que ressaltam a importância do negro na formação da sociedade brasileira. Pode- se afirmar que essa lei obteve pleno sucesso.
( ) Correntes historiográficas relativamente recentes passaram a analisar o escravo não como figura passiva e incapaz de reagir às condições de dominação, mas sim a valorizar o seu papel enquanto sujeito e agente histórico.