Questões de Concurso Sobre geografia

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Q4242124 Geografia
Conforme o Censo Agropecuário de 2017, a agricultura familiar corresponde a aproximadamente 67% das pessoas ocupadas nas atividades agropecuárias brasileiras. Tendo eem vista esse contexto, determine a alternativa errada.
Alternativas
Q4242123 Geografia
Segundo Milton Santos, em sua obra “Los espacios de la globalización”, uma das consequências da globalização sobre a organização do espaço geográfico é:
Alternativas
Q4242122 Geografia
Em relação aos processos erosivos e às práticas de conservação do solo, analise as afirmativas.
1- A erosão consiste em um processo de desgaste, transporte e deposição de partículas do solo, do subsolo e das rochas, podendo ocorrer por agentes naturais ou ser intensificada pela ação humana.
2- No Brasil, a erosão hídrica é o tipo de erosão mais frequente, causando impactos significativos na agricultura, na infraestrutura e no meio ambiente.
3- Áreas com pouca cobertura vegetal tendem a apresentar menor suscetibilidade à erosão, pois ficam mais expostas à ação da água e do vento.
4. A erosão do solo pode ser provocada pela ação da água, do vento e também ser intensificada por atividades humanas, como o desmatamento e o manejo inadequado do solo.
5- Práticas como o revolvimento intensivo do solo e a manutenção da cobertura vegetal são consideradas medidas conservacionistas, pois favorecem a infiltração da água e minimizam os processos erosivos.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é: 
Alternativas
Q4242121 Geografia
O Sudeste e o Centro-Oeste, onde o inverno costuma ser seco, podem registrar pancadas de chuva fora de época. Já o extremo Norte e a faixa leste do Nordeste tendem a permanecer mais secos que o habitual, o que, associado às altas temperaturas, mantém elevado o risco de queimadas, especialmente na Região do Matopiba.
Considerando-se o contexto apresentado, é correto afirmar que esse cenário evidencia: 
Alternativas
Q4242120 Geografia
O Estado de São Paulo respondeu por 28,8% do PIB industrial brasileiro, em 2023. Entre 2013 e 2023, sua participação no PIB industrial nacional aumentou 0,3 ponto percentual e a participação da indústria no PIB estadual passou de aproximadamente 22,9% para 23,7%.
Tendo em vista essas informações, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4242119 Geografia
Considerando-se os resultados do Censo Demográfico 2022, para o Município de Santana de Parnaíba, divulgados pelo IBGE, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4242118 Geografia
O Estreito de Ormuz constitui umas das principais passagens marítimas do mundo, conectando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, além de constituir uma das principais rotas de circulação internacional de petróleo, gás natural e outros insumos estratégicos.
A posição geográfica do Estreito de Ormuz torna essa área estratégica por quê?
Alternativas
Q4242117 Geografia
O planeta foi completamente unificado e ficou "pequeno" pela primeira vez na história da humanidade, mostrando-se como sistema fechado, (não mais aberto ou "infinito").”
A ideia expressa no trecho refere-se, principalmente, ao processo de: 
Alternativas
Q4242116 Geografia
Segundo Antonio Carlos Robert Moraes, (2005), Paul Vidal de La Blache concebeu o objeto da Geografia como a relação entre sociedade e natureza sob a perspectiva da paisagem. Para o autor, o ser humano sofre influências do meio natural, mas também atua sobre ele, transformando-o. Nesse contexto, assinale a alternativa que expresse, corretamente, uma característica do pensamento de Vidal de La Blache.
Alternativas
Q4241860 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere‑se do texto que, com o aumento da industrialização no interior do País, as metrópoles deixaram de ser polos industriais.
Alternativas
Q4241859 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Segundo o estudo mencionado no texto, o Brasil voltou a apresentar crescimento industrial, em um fenômeno denominado neoindustrialização.
Alternativas
Q4241857 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere‑se das ideias do texto que o Brasil passou a ter cenário industrial mais descentralizado.
Alternativas
Q4237498 Geografia

O gráfico abaixo apresenta o quantitativo de refugiados por país para o ano de 2020.


q_geo.png (699×321)


Fonte: IBGE, 2021.


A respeito dos países apresentados no gráfico, assinale a alternativa correta.  

Alternativas
Q4237497 Geografia
Conforme o IBGE (2026), são características do relevo do Brasil, EXCETO:
Alternativas
Q4237495 Geografia
Sobre a cartografia, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Os mapas sempre representam os interesses e os objetivos de quem os faz, e essa particularidade pode se aproximar ou literalmente se afastar da realidade que está sendo representada.
( ) Através da cartografia, estudos de ordem ambiental, social e econômica e de saúde, entre outros, podem ser representados espacialmente, tornando mais eficaz o seu entendimento.
( ) A cartografia se utiliza de mapas, plantas ou cartas para representar toda e/ou parte da superfície terrestre.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4234208 Geografia

Acerca da população do estado de Alagoas e dos municípios alagoanos, julgue o item a seguir. 


A distribuição da população alagoana em relação a moradia em área urbana ou rural é desigual, cerca de 58% reside em áreas rurais, e a maioria dos municípios se encontra na região de influência da metrópole de Salvador.

Alternativas
Q4234207 Geografia

Acerca da população do estado de Alagoas e dos municípios alagoanos, julgue o item a seguir. 


O agreste e o sertão são duas regiões alagoanas de baixíssima concentração demográfica, uma vez que as atividades econômicas como turismo, extrativismo mineral de petróleo e gás, atividades comerciais e serviços concentram-se, principalmente, na região metropolitana de Maceió.

Alternativas
Q4234204 Geografia

Julgue o item subsequente, acerca dos três grandes conjuntos territoriais que formam o estado de Alagoas: litoral ou zona da mata, agreste e sertão.


Com clima tropical úmido, solo fértil e importantes atividades econômicas, como o turismo, a agroindústria canavieira, a agricultura diversificada e o setor de serviços, a zona da mata, localizada no litoral, é a região mais urbanizada e povoada do estado de Alagoas.

Alternativas
Q4234042 Geografia

Acerca do percurso do rio São Francisco, no estado de Alagoas, julgue o item a seguir. 


O percurso do rio São Francisco em Alagoas corresponde ao alto curso da bacia hidrográfica, pois é o trecho mais próximo da foz no oceano Atlântico.

Alternativas
Q4231930 Geografia
O interior do estado do Paraná é fortemente caracterizado pela agricultura. O escoamento das safras de soja e milho até os portos e cooperativas movimenta a economia e exige uma complexa infraestrutura logística. O transporte de cargas realizado especificamente por caminhões, carretas e maquinários, que trafegam através de rodovias asfaltadas e estradas de terra, é classificado na geografia como pertencente a qual modal de transporte? 
Alternativas
Respostas
801: B
802: C
803: B
804: D
805: C
806: B
807: A
808: C
809: C
810: E
811: E
812: C
813: C
814: A
815: A
816: E
817: E
818: C
819: E
820: B