Questões de Concurso Comentadas sobre geografia
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O artigo 58 da Lei de Diretrizes Básicas para educação (LDB) especifica que educação especial é uma modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Já o artigo 59 determina que os sistemas de ensino assegurarão aos educandos da modalidade especial, currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos para atender às suas necessidades. Tendo em vista essa determinação da lei, as escolas e os professores da educação básica precisam estar preparados para atender a essas demandas. No caso específico de alunos cegos ou de baixa visão, no que diz respeito ao aprendizado da linguagem cartográfica, identifique os itens certos e os itens errados: (LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Presidência da República, Casa Civil. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional)
( ) existe um ramo da Cartografia voltado para esse público, chamado de “Cartografia para cegos”.
( ) para a representação tátil, algumas das variáveis gráficas (táteis) mais eficientes são: textura, altura (relevo), forma e tamanho.
( ) a confecção dos mapas táteis é otimizada pois um mesmo mapa atende as mais variadas faixas etárias, independentemente o grau de desenvolvimento cognitivo.
( ) a elaboração de mapas táteis pode ser totalmente manual, através da colagem de diferentes materiais, como a cortiça, emborrachados, barbantes e material de bijuteria.
( ) para a reprodução de mapas táteis é utilizada tecnologia manual, na qual a matriz produzida é colocada em uma máquina que aquece uma folha de acetato (brailex ou braillon) e com ajuda de uma bomba de vácuo molda-o à matriz reproduzindo o mapa em relevo.
A alternativa que apresenta a sequência adequada, de cima para baixo, é:
“O foco da nossa análise se concentra no movimento de expansão e nas transformações estratégicas do poder global dos Estados Unidos, depois da sua ‘crise’ dos anos 1970, e da sua vitória dos anos 1990, quando os Estados Unidos assumiram, explicitamente, o projeto de construção de um império global. Mas, logo no início do século XXI, este projeto começou a enfrentar dificuldades que reabriram as portas – dialeticamente – para o fortalecimento dos estados nacionais e do seu cálculo geopolítico tradicional, em todos os tabuleiros regionais do sistema mundial [...] Resumindo: neste início do século XXI, a crise expansiva do império americano está reacendendo a competição entre as nações, e, em todos os lados, o que se observa é uma diminuição da capacidade de intervenção unilateral dos Estados Unidos, com o aumento dos graus de incerteza e de liberdade de ação das velhas e novas potências, em cada um dos ‘tabuleiros regionais’ do sistema mundial”
Adaptado de: FIORI, José Luís. A nova geopolítica das nações e o lugar da Rússia, China, Índia, Brasil e África do Sul. In: OIKOS. Rio de Janeiro. nº 8, ano VI • 2007. Disponível em: www.revistaoikos.org.
Pensando nos reflexos da tendência exposta no texto e com base em seus conhecimentos sobre o sistema mundial na atualidade, é correto afirmar que:
“Rondônia é o único estado brasileiro fruto de um acordo, o Tratado de Petrópolis. Neste, o Brasil ficou com as terras do Acre em troca da construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré. O estado, localizado na região Norte, é oriundo de dois outros estados, Amazonas e Mato Grosso, e que não dependia diretamente de um rio, mas da rodovia BR-364, porta de entrada da Amazônia brasileira” IBGE Cidades. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ro/historico.
A respeito dos fatores econômicos, geográficos e sociais de Rondônia, é correto afirmar que:
“A construção das estradas/hidrovias/ferrovias/portos tem por objetivo facilitar a circulação das mercadorias no espaço geográfico e estimular que a produção e a acumulação de capital se acelerem. Produzir mais, isto é, aumentar a capacidade de transformação da matéria – trabalho para os físicos – exige o aumento da capacidade de realizar trabalho – para os físicos, energia. A magnitude e a escala das transformações em curso na reorganização espacial seriam, assim, impossíveis sem o aumento da oferta de energia. A demanda energética é função direta do processo de urbano-industrialização em todo o mundo sob o impulso da acumulação de capital. A Amazônia também tem passado por intenso processo de urbanização nos últimos 30/40 anos e, assim, há uma demanda crescente de energia da própria região, embora o maior impulso seja dado pela integração da região aos mercados globais”
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Amazônia: encruzilhada civilizatória: tensões territoriais em curso. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Consequência, 201.
Partindo da reflexão trazida por Porto-Gonçalves (2017), e baseando-se em seus conhecimentos sobre os recursos hídricos e energéticos do território brasileiro, é INCORRETO afirmar que:
No contexto de utilização das técnicas no espaço geográfico, Milton Santos (2006) propõe dividir a da produção do meio geográfico, em três períodos distintos: o meio natural, o meio técnico e o meio técnico-científico-informacional. Com base nesse autor e em seus conhecimentos sobre o assunto, identifique os itens certos e os itens errados:
( ) no meio natural, a harmonia socioespacial assim estabelecida era, desse modo, respeitosa da natureza herdada, no processo de criação de uma nova natureza.
( ) no meio técnico, os objetos técnicos e o espaço maquinizado são lócus de ações "superiores", graças à sua superposição triunfante às forças naturais.
( ) no meio técnico-científico-informacional, os objetos técnicos tendem a ser ao mesmo tempo técnicos e informacionais, já que, graças à extrema intencionalidade de sua produção e de sua localização, eles já surgem como informação.
( ) no meio técnico-científico-informacional, não podemos então falar de uma tecnicização da paisagem, na medida em que as paisagens acabam não absorvendo tanto as transformações como o espaço.
A alternativa que apresenta a sequência adequada, de cima para baixo, é:
Ao analisar o processo de urbanização mundial, muitos fatores devem ser levados em consideração. Moreira (2007) em seu livro “Pensar e Ser em Geografia”, traz elementos importantíssimos para pensarmos essa e muitas outras questões pertinentes à ciência geográfica. Numa das passagens desse livro, o autor traduz com maestria as descrições sobre o desencadeamento dos processos em torno da urbanização. Leia as descrições de Moreira (2007) para esses processos.
(MOREIRA, Rui. Pensar e ser em Geografia. São Paulo: Contexto, 2007)
_______________: diz respeito a uma rearrumação permanente dos arranjos do espaço, mina a territorialização, a ambientação e o enraizamento cultural instituídos, via contínuo reordenamento e redistribuição da configuração existente. ____
___________: é o principal efeito da mobilidade do espaço na modernidade. E um meio de reorganização radical do arranjo do espaço herdado. De certo modo, a modernidade espacial se consolida com ela e por meio dela, em sua generalização pelo planeta.
_______________: é resultado da intensificação das trocas estimulada pelos novos hábitos de consumo pela redução do tempo das distâncias e a velocidade das comunicações. A aceleração das transações financeiras é o melhor exemplo desse planeta que diminui de dimensões físicas, ao tempo que fica mais denso no seu quadro de relações.
_______________: acontece quando os fluxos ganham movimentação crescente. Primeiro as trocas, depois os homens e por fim os dados deslocam-se de um ponto a outro do planeta num tempo de aceleração maior e num tempo de distância menor.
Com base em seus conhecimentos geográficos sobre o assunto, a alternativa que apresenta, na ordem, o nome dos processos correspondentes é:
Considerando alguns suportes teóricos da atualidade que sustentam o ensino de geografia, marcados essencialmente pela superação dos meios tradicionais de ensino e pela busca por novas práticas que permitam evidenciar uma interpretação crítica da organização do espaço, pode-se afirmar que:
Baseado em: ALMEIDA. Rosângela Doin de. A propósito da questão teórico-metodológica sobre o ensino de Geografia. Marco Zero. 1996
Segundo PASSINI (1994), a alfabetização cartográfica deve ser considerada tão importante quanto a alfabetização para leitura e escrita. Seu principal processo está na decodificação, ou seja, na leitura dos mapas e essa leitura significa a compreensão da linguagem cartográfica, onde a informação é decodificada pelo usuário através das legendas e conversão de escalas, sobre a informação do espaço representado.
PASSINI, Elza. Alfabetização Cartográfica e o Livro Didático: uma análise crítica. Belo Horizonte- MG: Editora Lê S/A. 1994.
A respeito da linguagem cartográfica, analise as afirmativas a seguir:
I. Os mapas têm sido usados no ensino apenas como recursos didáticos para localizar lugares, neutralizando o potencial de aprendizagem cartográfica, no qual o mapa poderia ser utilizado como instrumento científico de construção do conhecimento sobre o espaço.
II. A principal tarefa no processo de aprendizagem da linguagem cartográfica é fazer com que os alunos aprendam todos os códigos e simbologias para que sejam eficientes leitores de mapas.
III. Na comunicação cartográfica, os mapas fazem uso de símbolos (ou códigos) gráficos para fornecer as informações necessárias para que o leitor compreenda a organização espacial de um recorte qualquer da superfície terrestre.
IV. No processo de ensino da linguagem cartográfica, o papel do professor deve ser apenas o de conduzir à tarefa de decodificação da realidade, propondo atividades que façam com que os alunos desenvolvam as habilidades necessárias para a compreensão dos mapas.
Entre as afirmativas destacadas, são corretas, apenas:
“A integração pressupõe a alteridade, ou seja, a articulação de coisas diferentes e que permanecem diferentes, o que não é o mesmo que separadas. O conhecimento da “natureza primeira” – dos processos físicos, químicos e biológicos, e mais especificamente, dos processos geoecológicos que deles são desdobramentos – e o conhecimento da sociedade – mais particularmente, [...], da produção social do espaço – possuem suas especificidades epistemológicas e metodológicas, por mais que também existam convergências e uma necessidade de diálogo e cooperação. Reconhecer essa necessidade é algo legítimo e mesmo fundamental – para a ciência, em geral, e para o campo de conhecimento denominado Geografia, muito particularmente.”
Adaptado de: SOUZA, Marcelo Lopes de. Consiliência ou bipolarização epistemológica? Sobre o persistente fosso entre as ciências da natureza e as da sociedade − e o papel dos geógrafos. In: SPOSITO, E. S.; SILVA, C. A.; SANT'ANNA NETO, J. L.; MELAZZO, E.S. [org.]. A diversidade da Geografia brasileira. Escalas e dimensões da análise e da ação. 1ª ed. Rio de Janeiro: Consequência, v. 1, p. 13-56, 2016.
De acordo com as reflexões do trecho acima, é correto afirmar que:
A Iniciativa para Integração da Infraestrutura Sul-Americana (IIRSA), criada em 2000 na Conferência de Brasília, tem como objetivo integrar a infraestrutura de transportes, energia e comunicações entre os doze países signatários, a saber: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. A respeito dessa Iniciativa no sistema sul-americano de integração regional, é correto afirmar que:
A respeito da Oceania, é correto afirmar que:
I. as suas ilhas são, em sua grande maioria, de origem vulcânica, formando rochas de composição basáltica.
II. geralmente é dividida em quatro áreas principais: Melanésia, Micronésia, Polinésia e Australásia.
III. as duas únicas línguas faladas são o inglês e o francês, dada o controle francês, britânico e estadunidense sobre a região no passado.
IV. é cortada pela Linha Internacional de Mudança de Data, pela linha do Equador e pelo Trópico de Capricórnio.
V. é banhada pelos Oceano Índico a oeste e pelo Oceano Pacífico ao Leste.
VI. integra o Hemisfério Sul e assim é inserida nas diferentes formas de regionalização do mundo.
Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:
Alguns cientistas defendem a ideia de que estamos vivendo em uma nova era geológica, denominada de Antropoceno que, na imagem, é ilustrada como a última e mais recente camada.
Extraído de: https://www.flickr.com/photos/thechoclo/24224195718/
A despeito das críticas e da relativa falta de consenso acadêmico a respeito da data de início dessa nova era geológica, ensinar Geografia através das discussões sobre o Antropoceno:
( ) é inapropriado, à medida que não existem meios do Homem controlar as forças e interferir sobre fenômenos que são de ordem natural, como terremotos, vulcões, ciclones, furacões e chuvas.
( ) é uma oportunidade de sensibilizar olhares e mentes a respeito da responsabilidade socioambiental que carregamos, ao nos vermos como agentes de transformação da Terra, entendida enquanto um espaço da nossa morada.
( ) pode se dar a partir da escala do lugar vivido, através de um olhar para o entorno do espaço escolar que problematize, por exemplo, a qualidade do ar respirado, da água consumida, dos alimentos que chegam à mesa com a contaminação dos solos.
( ) pode utilizar-se da categoria analítica de paisagem e de suas transformações no tempo-espaço, de modo a permitir a percepção de que os impactos ambientais afetam direta e indiretamente a qualidade de vida dos seres humanos.
( ) por não ter um sentido muito prático, permite a visualização dos impactos ambientais apenas nas macroescalas espaço-temporais, distanciando as discussões sobre mudanças de atitude, dada a irreversibilidade dos efeitos globais já desastrosos.
Identifique os itens certos e os itens errados. A alternativa que apresenta a sequência adequada, de cima para baixo, é:
O Oriente Médio é conhecido como um “barril de pólvora”, onde conflitos de diversas ordens e naturezas desencadeiam tensões e instauram um clima de instabilidade geopolítica na região.
Relacione os espaços ou situações conflitivas, presentes na primeira coluna, com as descrições pertinentes de suas características na segunda coluna:
1. Colinas de Golã
2. Projeto Grande Anatólia
3. Cisjordânia
4. Curdistão
5. Primavera Árabe
( ) Iniciando com a expectativa de transição de regimes autoritários para democracias, teve diversos desdobramentos, como a violenta guerra civil no Iêmen, de localização estratégica do ponto de vista da passagem de navios petroleiros. Dada a tensa transição política, os ataques da Al-Qaeda e de um movimento separatista no sul, somadas à corrupção e insegurança alimentar, a situação dramática, agravada com intervenções estrangeiras, é denominada como uma “guerra esquecida”.
( ) Território estratégico, principalmente por seus recursos hídricos, envolve o controle da bacia do rio Jordão. Localizado em solo sírio, o território foi conquistado por Israel em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias e foi anexado em 1981. A ONU o considera um “território ocupado” de forma ilegal.
( ) Na atualidade tem como maiores obstáculos à paz interna a construção de um muro, condenado como ilegal e contrário às leis do Direito Internacional por parte do Parecer Consultivo da Corte Internacional de Justiça (CIJ), e a ocupação de tal espaço pelos kibutzim, retraindo territórios outrora delimitados pela ONU para a criação de um Estado nacional até hoje não concretizado.
( ) As nascentes do Eufrates e do Tigre são alvo de problemas hídricos entre Turquia, Síria e Iraque, com os dois últimos lutando por um “tratado internacional de gestão compartilhada” das águas. A Turquia construiu várias represas, ao longo dos dois rios e de seus afluentes, destinadas, sobretudo, à irrigação ou à produção de energia, o que compromete a vazão aos demais.
( ) Um dos povos sem pátria presentes no Oriente Médio reivindica a criação de um Estado próprio. Seu povo ganhou visibilidade internacional para a causa defendida a partir da cooperação no combate às células do Estado Islâmico e tem nas mulheres exemplos de protagonismo na luta pró-democrática.
A alternativa que apresenta a sequência adequada, de cima para baixo, é:
“Então, depois de ter passado alguns anos nos EUA como uma africana, eu comecei a entender a reação da minha colega de quarto para comigo. Se eu não tivesse crescido na Nigéria e tudo o que eu soubesse sobre África viesse das imagens populares publicadas, eu também pensaria que a África era um lugar de paisagens bonitas, animais bonitos e pessoas incompreensíveis, disputando guerras insensatas, morrendo de pobreza e AIDS, incapazes de falar por si mesmas. Esperando para serem salvas pelo estrangeiro branco e gentil. [...] Eu acho que essa história única vem da literatura ocidental. [...] Então comecei a perceber que minha colega de quarto deve ter visto e ouvido, durante toda sua vida, diferentes versões da história única.”
ADICHIE, Chimamanda. O perigo de uma única história. Conferência anual – TED global 2009 – de 21 a 24 de julho. Oxford, Reino Unido. Disponível em: https://bit.ly/215XCHv. Acesso em: 15/06/2019.
A partir do relato acima, uma forma adequada de abordagem da África em sala de aula, que contemple a ruptura com uma história única, é:
“[...] A questão ambiental é eminentemente política – não se trata do “Homem” em geral, ou do “planeta” supostamente comum, embora muito desigualmente apropriado. Trata-se da sobrevivência de práticas espaciais das quais dependem trabalhadores em geral, moradores de áreas periféricas, assim como comunidades camponesas e povos tradicionais. As condições de trabalho e de moradia de todos esses grupos sociais estão permanentemente comprometidas pela privatização de fato do espaço não mercantil das águas, dos ares e sistemas vivos por grandes projetos hidrelétricos, industriais, minerários e agroindustriais. A “questão ambiental”, portanto, não diz respeito, como pretende um senso comum despolitizado à racionalidade mais ou menos “ecológica” das escolhas técnicas, mas, sim, à disputa entre diferentes formas de apropriação e uso dos recursos ambientais – das terras, águas, da atmosfera e dos sistemas vivos – por um lado, fonte de sobrevivência para os povos e, por outro, fonte de acumulação de lucros para as grandes corporações.”
ACSELRAD, Henri. Prefácio. PERALTA, C. E; ALVARENGA, L. J.; AUGUSTIN, S. (orgs.). Direito e Justiça Ambiental [recurso eletrônico]: diálogos interdisciplinares sobre a crise ecológica. Caxias do Sul: Educs, 2014
O trecho acima é corretamente aplicado através de um Ensino de Geografia que:
A respeito da industrialização brasileira, Clélio Campolina Diniz (1993) defende a tese de que nem houve uma desconcentração espacial, nem uma contínua polarização, mas sim um “desenvolvimento poligonal”, que, por sua vez, seria o resultado de um conjunto de forças. Entre as afirmativas a seguir, integra(m) corretamente esse conjunto de forças:
O processo de globalização trouxe algumas promessas e expectativas positivas, através da chamada “compressão espaço-temporal” (HARVEY, 1992) que, no entanto, demandam um novo olhar geográfico sobre o Sistema Mundial atual. No livro “A Sociedade em Rede”, Manuel Castells (1999) apresenta diversas reflexões a respeito das expectativas e das concretizações associadas à temática, entre as quais é correto afirmar que:
O projetista deverá desenhar um lote por coordenadas; depois de inseridos todos os pontos de coordenadas, pela ferramenta (point), ele deverá ligar os pontos com linhas. Qual comando de precisão do OSNAP (OBJECT SNAP) deverá estar ativado para que o projetista consiga pegar o centro dos pontos?
Um projetista, ao desenhar o mapa de localização de uma obra, deparou-se com o seguinte problema: esqueceu o tamanho da linha que desenhou. Qual comando ele deverá utilizar no software CAD para saber o tamanho da linha?
I. Acionar com o botão direito do mouse a função Properties, estando com a linha selecionada.
II. Acionar o comando DIST e clicar nos extremos da linha.
III. Clicar na linha e pedir o comando LIST.
IV. Acessar o menu da barra de ferramentas DIMENSION e ativar a função LINEAR.
Assinale a alternativa que apresenta o(s) comando(s) correto(s).
Um Agrimensor foi contratado para realizar o levantamento de um loteamento. O projetista deverá inserir os pontos oriundos do levantamento topográfico para o software de CAD e finalizar com o acabamento do desenho. Qual ferramenta do software CAD o projetista deverá utilizar para desenhar os cantos das quadras?