Questões de Concurso Comentadas sobre geografia
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Com base nessa perspectiva integrada, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa correta sobre sua localização física.
(1) Critério de hierarquia urbana no período colonial.
(2) Função econômica predominante dos núcleos coloniais.
(3) Condicionantes de localização e traçado urbano.
( ) Proximidade de portos naturais e das barras navegáveis, facilidade de escoamento e articulação com o litoral, condicionando o sítio e a planta.
( ) Produção açucareira e atividades conexas (engenhos, armazenagem, comércio colonial) que estruturavam a vida urbana.
( ) Centralidade administrativa e eclesiástica e presença de câmaras, paróquias e serviços, atraindo fluxos e definindo a posição na rede.
I. A geografia agrária investiga as relações entre estrutura fundiária, formas de uso da terra e dinâmicas socioeconômicas no espaço rural, articulando produção, circulação e consumo de alimentos.
II. A modernização agrícola no Brasil intensificou a mecanização e o uso de insumos, eliminando conflitos no campo e reduzindo desigualdades fundiárias.
III. Os assentamentos rurais e as agriculturas familiares camponesas são temas centrais para compreender a segurança alimentar e a diversidade de sistemas produtivos.
IV. A expansão do agronegócio implica reconfigurações territoriais, podendo gerar pressões sobre comunidades tradicionais e sobre o meio ambiente.
Está CORRETO o que se afirma:
(1) Sanções e coerções econômicas.
(2) Triagem de investimentos estrangeiros (screening).
(3) Controle de exportações e políticas comerciais.
( ) CHIPS and Science Act e restrições dos Estados Unidos à exportação de semicondutores avançados e equipamentos de litografia para a China.
( ) Uso do CFIUS, nos Estados Unidos, e do mecanismo da União Europeia para revisar ou bloquear aquisições estrangeiras em setores considerados estratégicos.
( ) Medidas contra o Irã usando redes financeiras internacionais (como o dólar e o sistema SWIFT) e pressões econômicas pontuais da China sobre a Austrália.
I. O modelo raster representa o espaço por meio de uma grade de células (pixels) e é adequado para fenômenos contínuos, como temperatura e altitude.
II. Em um SIG, a topologia é dispensável nas análises de redes viárias, pois as conexões entre trechos de estrada não influenciam os resultados.
III. O sensoriamento remoto ativo emite energia (como o radar) e mede o retorno; já o passivo registra a energia refletida ou emitida pela superfície (como sensores ópticos).
IV. Para sobrepor camadas de diferentes fontes em um SIG, é necessário que todas estejam no mesmo sistema de referência espacial.
Está CORRETO o que se afirma:
O conceito de região é importante na geografia porque ajuda a entender as diferenças entre as áreas do espaço, mas seu significado mudou ao longo do tempo, dependendo da ____________ predominante e dos acontecimentos ___________ de cada época.
(INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1980. E INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1995/96.)
O Maranhão, segundo os dados expostos pelo texto, é marcado pela
“Teremos um dia inteiro na estrada, uma única, a BR-116, que liga a fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai a Fortaleza, unindo a maioria das grandes cidades brasileiras. Partiremos de Curitiba pelo norte, alcançaremos a região metropolitana de São Paulo, para daí retornarmos ao Rio.”
SENRA, Alvaro. Antiroad. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2024, p.77.
Um professor explica a seus alunos que, segundo o Plano Nacional de Viação, a nomenclatura das rodovias federais é definida pela sigla BR, seguida por três algarismos: o primeiro indica a categoria da rodovia e os outros dois definem a posição, a partir da orientação geral dela, relativamente à Capital Federal e aos limites do país. Usando o trecho do livro como exemplo, o professor explicou para a turma que essa rodovia é:
União Africana pede adoção de mapa-múndi que mostre verdadeiro tamanho do continente
A União Africana apoiou uma campanha para que governos e organizações internacionais deixem de usar o mapa-múndi de Gerardus Mercator em favor de um mapa que mostre com mais precisão o tamanho da África. “Pode parecer apenas um mapa, mas, na realidade, não é”, disse a vice-presidente da Comissão da União Africana, Selma Malika Haddadi, afirmando que a projeção de Mercator promoveu uma falsa impressão de que a África é “marginal”, apesar de ser o segundo maior continente do mundo em área, com 54 nações e mais de um bilhão de pessoas. Esses estereótipos influenciam a mídia, a educação e as políticas, disse ela.
Disponível em: https://www.infomoney.com.br/mundo/uniao-africana-pede-adocao-de-mapa-mundi-que-mostreverdadeiro-tamanho-do-continente Acesso: 16 ago. 2025.
A crítica presente no texto pode ser solucionada com as menores distorções para análise comparativa de formas, áreas e fins educativos pela adoção da projeção:
Texto 1
Três linhas subaquáticas do sistema de gasodutos Nord Stream projetados para levar gás da Península Yamal da Sibéria Ocidental diretamente à Alemanha sofreram danos “sem precedentes”. A causa das explosões é desconhecida, mas acredita-se que elas tenham sido fruto de um ato de sabotagem – da parte de quem, porém, permanece um mistério.
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/ucrania-russia/noticia/2022/09/27/ Acesso: 16 ago. 2025. (Adaptado)
Texto 2
Para substituir o gás russo, a Alemanha acelerou a construção de terminais de importação de GNL, incluindo o terminal flutuante de Wilhelmshaven, que entrou em operação em novembro–dezembro de 2022. Desde então, os EUA têm sido a principal fonte de GNL da Alemanha: em 2023, cerca de 80% do GNL importado pela Alemanha veio dos EUA; em 2024, esse número subiu para mais de 90%.
Disponível em: https://www.acgusa.org/wp-content/uploads/2025/02/LNG-Report-Andreas-KaiserREVISED.pdf?utm_source=chatgpt.com. Acesso: 14 ago. 2025. (Adaptado)
Uma consequência geopolítica direta, resultado do ocorrido no texto 1, e uma consequência econômica, resultado da ação no texto 2, estão descritas, respectivamente, na seguinte alternativa:
Na Praia do Forno, em Arraial do Cabo, uma fazenda marinha pioneira adota o cultivo multitrófico, que consiste na criação de várias espécies. O aquário natural, em um tanque, contém 15 espécies diferentes nativas, como pintangolas, xereletes, pampas e mexilhões.
Disponível em: https://g1.globo.com/globo-reporter/video/fazenda-marinha-pioneira-adota-o-cultivo-multitrofico-entenda12496436.ghtml Acesso: 15 ago. 2025.
A atividade descrita no texto acima denomina-se:
Em 2024, a área do Município de Arraial do Cabo era de 152,106 km2, o que o coloca na posição 73 de 92 entre os municípios do Estado do RJ e 4.665 de 5.570 entre todos os municípios. Em 2022, a população era de 30.986 habitantes e a densidade demográfica era de 203,71 habitantes por quilômetro quadrado. Na comparação com outros municípios do estado, ficava nas posições 51 e 33 de 92. Já na comparação com municípios de todo o país, ficava nas posições 1.089 e 383 de 5.570.
Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/arraial-do-cabo/panorama Acesso: 14 ago. 2025.
Sobre a dinâmica de distribuição populacional do Município, conclui-se, a partir do texto, que ele:
Texto 1
O fordismo é um método de organização da produção e do trabalho complementar ao taylorismo “que se caracteriza pelo gerenciamento tecnoburocrático de uma mão de obra especializada sob técnicas repetitivas de produção de serviços ou de produtos padronizados.”
A unidade dos contrários. Rev. Adm. Pública 45 (4), ago. 2011.Disponível em: https://www.scielo.br/j/rap/a/7DZRgxs8gXXWKGps4HWZxCQ/ Acesso: 8 ago.2025
Texto 2
O aparato produtivo flexível e sua adaptação permitem ao toyotismo atender sua produção a demanda de bens e serviços. (...) Os trabalhadores têm que se adaptar à produção. Surge a expressão “trabalhador polivalente”, que rompe com o trabalhador especializado do sistema fordista. (...) Aqui o trabalhador tem que executar várias tarefas, tudo de acordo com a demanda (sem falar a preocupação com a qualidade do produto). (...) Para se adaptar à demanda é necessário o aparato produtivo flexível, afetando diretamente a organização do trabalho e tornando-a flexível também.
SANTOS, Vinicius Correia. Da era fordista ao desemprego estrutural da força de trabalho. Disponível em: https://www2.unifap.br/glauberpereira/. Acesso: 24 jul. 2025 (Adaptado)
A saturação do modelo produtivo descrito no texto 1 motivou transformações no setor secundário, descritas no texto 2, e consequentemente mudanças nas relações sociais capitalistas e de produção, sendo um exemplo: