Questões de Concurso
Sobre voz em fonoaudiologia
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( ) Os objetivos da reabilitação vocal para nódulos são a reabsorção da lesão, a modificação de ajustes laríngeos inadequados, a modificação de hábitos do paciente, a melhora da qualidade vocal e a diminuição do esforço fonatório. ( ) Os objetivos da reabilitação vocal para pólipos são a terapia suavizadora com mudanças no comportamento vocal, procurando reduzir o impacto na região posterior da laringe e a eliminação do pólipo. Terapia agressiva pela sequência de arrancamento, provocando microtraumatismos na base da lesão, para produzir desgarre. ( ) Os objetivos da reabilitação vocal para edema de Reinke são orientação, diminuição de edema associado e melhora de qualidade vocal, orientação quanto ao uso da voz na vigência da lesão e diminuição do esforço fonatório.
I. A técnica de bocejo-suspiro é indicada para abaixamento da laringe e projeção vocal, mas não para redução de ataques vocais bruscos. II. A técnica mastigatória é uma técnica universal que tem como objetivo aquecimento vocal e aumento da resistência vocal. III. A técnica de movimentos cervicais associados a sons facilitadores é indicada, por exemplo, para o tratamento das disfonias por tensão muscular e nódulos de pregas vocais. IV. A técnica de manipulação digital da laringe tem, como um de seus objetivos, a redução da hipertonicidade laríngea, sendo destinada, por exemplo, para o tratamento da muda vocal incompleta e de sulcos vocais.
Assinale a alternativa que apresenta as assertivas corretas de cima para baixo:
I. O objetivo da avaliação da voz é conhecer o perfil vocal do sujeito e inclui, dentre outras, a análise perceptivo-auditiva, considerada como uma parte subjetiva da avaliação vocal. II. O tempo máximo de fonação e a relação s/z são parâmetros observados na análise acústica da onda sonora. III. Considerando a avaliação da ressonância, tem-se por prática, atualmente, avaliar apenas a laringe e o nariz, pois são as estruturas que compõem o sistema de ressonância vocal principal. IV. A escala GRBAS (Hirano, 1981) centra-se no nível laríngeo é um método amplamente utilizado para a avaliação vocal.
Assinale a alternativa que apresenta as assertivas corretas de cima para baixo:
I. Disfonias funcionais por uso incorreto da voz podem acontecer por falta de conhecimento vocal e por modelo vocal deficiente. II. Assimetrias laríngeas, fusão laríngea posterior incompleta e desvios na proporção glótica são exemplos de disfonias funcionais causadas por inadaptações anatômicas. III. Disfonias funcionais secundárias por inadaptações vocais devem ocorrer apenas em decorrência de incoordenação pneumofônica. IV. Disfonia da muda vocal é um tipo de disfonia funcional psicogênica.
Assinale a alternativa que apresenta as assertivas corretas de cima para baixo:
( ) A técnica de esforço ou empuxo é uma contração rápida e voluntária de um grupo muscular, tal como braços, que favorece a contração de outros, como laringe. ( ) A mecânica da fonação inspiratória é feita com a retração das pregas vestibulares, essa técnica é chamada de som nasal ou humming. ( ) A técnica mastigatória, por agregar vocalização ao movimento, leva a voz para uma produção mais natural. ( ) A técnica de bocejo-suspiro favorece a expansão do trato vocal e propicia uma voz mais relaxada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I – A voz trêmula apresenta emissão tensa, com abafamento dos harmônicos e acentuado predomínio da ressonância laringofaríngea, além de condições de projeção e volume vocais limitadas.
II – Na voz soprosa, nenhuma parte do ar é modulada pela glote, estando as pregas vocais distantes da linha média e sem condição de sonorizar o ar expiratório.
III – A voz tensa-estrangulada apresenta som comprimido e entrecortado, com flutuações em sua qualidade, podendo chegar a silvos laríngeos, com pouca quantidade de ar transglótica, quebras de frequência e sonoridade.
I – As próteses traqueoesofágicas têm como vantagem o uso do ar pulmonar para a fonação.
II – A eletrolaringe ou laringe artificial tem sido indicada, na realidade brasileira, como último recurso de adaptação vocal.
III – A voz esofágica consiste em aproveitar o esfíncter esofágico e o terço superior do esôfago (que deve estar íntegro) para receber o ar introduzido por uma das técnicas de produção da referida voz.