Questões de Concurso Sobre fonoaudiologia
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Diante desse cenário, a equipe de fonoaudiólogos de um município pretende desenvolver uma pesquisa para acompanhar, ao longo dos anos, a evolução auditiva de jovens expostos continuamente ao uso prolongado de fones de ouvido, visando subsidiar ações de prevenção e promoção da saúde auditiva no SUS.
Fonte: PACHECO, Nara Lorena Furtado; FARIAS, Ruth Raquel Soares de; SABOIA, Tamires Moura de. Efeitos auditivos ocasionados pelo uso excessivo do fone de ouvido. Research, Society and Development, v. 10, n. 16, e345101623835, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i16.23835. Acesso em: 06 de maio de 2025.
Considerando os princípios da Fonoaudiologia Baseada em Evidências e os diferentes delineamentos metodológicos de pesquisa, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: GORSKI, Leslie Palma; LOPES, Suleny Gomes; SILVA, Etienne Barbosa da. Perícia fonoaudiológica: conhecimento e atuação dos profissionais da Fonoaudiologia de dois estados do Brasil. Revista CEFAC, São Paulo, v. 15, n. 5, p. 1338-1346, set./out. 2013.
Nesse contexto, considerando os fundamentos técnico-legais da perícia em Fonoaudiologia, assinale a alternativa CORRETA.
Sobre os fundamentos que sustentam essa atuação intersetorial e integral, assinale a alternativa CORRETA.
I- A utilização combinada de emissões otoacústicas evocadas e potencial evocado auditivo de tronco encefálico automático na triagem neonatal ampliam a capacidade de identificação de alterações auditivas cocleares e retrococleares.
PORQUE
II- Enquanto as emissões otoacústicas avaliam a função coclear, o potencial evocado auditivo de tronco encefálico automático permite analisar a integridade da condução neural ao longo das vias auditivas até o tronco encefálico, possibilitando a detecção de alterações que não seriam identificadas por métodos exclusivamente cocleares.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Com base no quadro clínico e nos achados da avaliação, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: CATRINI, Melissa; LIER-DEVITTO, Maria Francisca. Apraxia de fala e atraso de linguagem: a complexidade do diagnóstico e tratamento em quadros sintomáticos de crianças. CoDAS, São Paulo, v. 31, n. 5, e20180121, 2019. DOI: 10.1590/2317-1782/20192018121. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317- 1782/20192018121. Acesso em: 6 maio 2026.
Considerando as características clínicas da apraxia de fala na infância e os desafios diagnósticos descritos pelas autoras, assinale a alternativa CORRETA:
À luz das políticas públicas educacionais inclusivas e das atribuições do fonoaudiólogo educacional, assinale a alternativa CORRETA.