Questões de Concurso Sobre fonoaudiologia
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( ) Segundo a classificação proposta por Spina (1979), a fissura pré-forame acomete lábio e rebordo alveolar.
( ) As fissuras labiopalatinas sempre se apresentam como parte de um quadro sindrômico.
( ) Algumas das dificuldades de fala de crianças com fissura palatina são: uso de articulação compensatória, distorção na produção de determinados fonemas e hipernasalidade.
( ) As fissuras labiopalatinas também são definidas conforme a extensão, sendo completas ou incompletas de forma bilateral, unilateral ou mediana.
( ) O tratamento das fissuras labiopalatinas é exclusivamente cirúrgico: queiloplastia e palatoplastia.
A sequência correta, de cima para baixo é:
1. Timpanograma Tipo A.
2. Timpanograma Tipo Ar.
3. Timpanograma Tipo Ad.
4. Timpanograma Tipo C.
5. Timpanograma Tipo B.
( ) Timpanograma com pico deslocado para pressão negativa.
( ) Timpanograma plano.
( ) Amplitude reduzida.
( ) Amplitude aumentada.
( ) Normal.
1. 100% a 92%
2. 88% a 80%
3. 76% a 60%
4. 56% a 52%
5. Abaixo de 50%
( ) Moderada dificuldade para compreender a fala.
( ) Acentuada dificuldade para acompanhar uma conversa.
( ) Nenhuma dificuldade para compreender a fala.
( ) Ligeira/discreta dificuldade para compreender a fala.
( ) Provavelmente incapaz de acompanhar uma conversa.
I. As dificuldades de aprendizagem podem ser transitórias quando suas causas são tratadas ou eliminadas, enquanto os distúrbios permanecem pela vida toda, já que são disfunções do sistema nervoso central.
II. Os Distúrbios de Aprendizagem são causados por problemas no sistema nervoso central que geram dificuldades em áreas específicas da aprendizagem.
III. As dificuldades de aprendizagem pelo sistema nervoso central são detectadas por exames de imagens.
IV. Para lidar com os distúrbios de aprendizagem, é preciso a ajuda de profissionais especializados.
V. A maior parte dos distúrbios passam a ser percebidos quando as crianças começam a frequentar a escola e, por isso, é necessário que elas estejam inseridas em instituições de ensino de qualidade capazes de ajudá-las.
( ) Contribuir para a construção de linhas de cuidado em cada uma das redes temáticas o trabalho individual.
( ) Buscar a compreensão e a construção da articulação entre os diversos pontos de atenção.
( ) Buscar integrar distintas instâncias de gestão, inclusive comitês gestores.
( ) Participar de padronização de procedimentos e elaboração de protocolos na atenção à saúde.
( ) Participar de ações destinadas ao planejamento, ao monitoramento e à execução de projetos e programas de saúde.
( ) Contribuir no planejamento e condução de estudos epidemiológicos e, consequentemente, na produção de conhecimento para a área de saúde.
( ) Contribuir na informação e no letramento em saúde do usuário do Sistema Único de Saúde.
( ) Fomentar estratégias de educação permanente.
I. palavras e pseudopalavras, pois apenas a via fonológica pode processar as últimas (efeito de lexicalidade).
II. palavras de ortografia regular e de ortografia irregular, pois apenas a via lexical pode processar as últimas (efeito de regularidade). Em sistemas transparentes como o português, sugere-se o uso de palavras estrangeiras utilizadas em nosso meio, como e , que também são lidas pela via lexical.
III. palavras de função gramatical e palavras polimorfêmicas, para verificar a integridade das conexões diretas entre os dois léxicos (via lexical direta).
IV. palavras frequentes e não frequentes, pois diferenças entre esses estímulos sugerem danos na via lexical.
V. palavras concretas e abstratas, uma vez que a presença do efeito de imageabilidade (melhor desempenho em palavras concretas que em abstratas) tem sido considerado como indicativo de danos na via lexical.
VI. palavras curtas e longas, uma vez que a via fonológica faz um processamento serial e sua leitura deve ser vulnerável ao efeito de extensão.
I. atuação integrada à equipe escolar, a fim de criar ambientes físicos favoráveis à comunicação humana e ao processo de ensino-aprendizagem.
II. desenvolvimento de ações educativas, formativas e informativas, para disseminação do conhecimento sobre a interface entre comunicação e aprendizagem para os diferentes atores envolvidos no processo de ensino-aprendizagem: gestores, equipes técnicas, professores, familiares e educandos, inclusive intermediando campanhas públicas ou programas intersetoriais.
III. desenvolvimento de ações institucionais, principalmente de promoção e prevenção, inclusive com a realização de encaminhamentos extra escolares.
IV. participação ativa em processos de formação continuada de profissionais da educação.
V. o fonoaudiólogo educacional deve olhar o cenário no qual a instituição de ensino está contextualizada, e realizar atendimento clínico quando houver demanda de dificuldades de aprendizagem na instituição.
VI. sensibilização e capacitação de educandos, educadores e familiares para a utilização de estratégias comunicativas que possam favorecer a universalização do acesso ao ambiente escolar, o aprendizado e a inclusão escolar e social.