Questões de Concurso
Sobre semiologia (patologia, clínica geral e patologia) em fisioterapia
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1. Músculo tibial anterior. 2. Músculo tibial posterior. 3. Músculo fibular longo. 4. Nervo fibular. 5. Flexor Longo do Hálux. 6. Abdutor do Hálux.
A. Com uma das mãos na face lateral do pé, o examinador resiste ao movimento de eversão do pé. Com a mão sensitiva poderá palpá-lo na face lateral da perna e acompanhar seu tendão por trás do maléolo da fíbula.
B. O examinador localizará primeiramente a aponeurose plantar. A partir de sua origem no calcanhar e anteromedialmente na parte cava do pé, deverá colocar seus dedos e solicitar, ao paciente, movimentos de flexão do hálux.
C. O examinador com seu dedo indicador palpará primeiramente a cabeça da fíbula, logo em seguida, deslizará seu dedo inferiormente até que se encaixe em um sulco, que corresponderá ao colo da cabeça da fíbula. O examinador deverá perceber uma estrutura rígida semelhante a uma “corda”.
D. O examinador solicitará ao paciente movimento de flexão do hálux contra a resistência. O indicador do examinador estará situado no sulco retromaleolar medial à frente do tendão do calcâneo.
E. O examinador deverá posicionar o pé do paciente em inversão e dorsiflexão e, com sua mão oposta na região anteromedial do pé, resistirá ao movimento. Com seus dedos sensitivos ao lado da margem anterior da tíbia, poderá sentir o músculo e, anteriormente na articulação do tornozelo, o seu tendão.
F. O examinador solicitará ao paciente uma flexão plantar associada a uma inversão do pé. Com seus dedos na margem medial da tíbia próximo ao maléolo medial poderá sentir o seu tendão.
( ) A avaliação da calota craniana do recém-nascido (RN) deve respeitar o alinhamento esquelético postural por meio de inspeção e palpação. Assimetrias cranianas, abaulamentos e afundamentos devem ser pesquisados durante a inspeção, e as suturas e fontanelas devem ser palpadas. As fontanelas consistem nos espaços abertos entre os ossos, permitindo o crescimento cerebral sem a compressão das estruturas, e alterações nesses espaços indicam microcefalia, macrocefalia ou hidrocefalia. A investigação do perímetro cefálico deve ser realizada desde o nascimento até os 2 anos de vida. As medidas do crânio devem ser examinadas com auxílio de fita métrica ou fita antropométrica maleável.
( ) A avaliação do tórax do recém-nascido (RN) deve ser iniciada por meio de inspeção, com o tórax do paciente desnudo e o ambiente bem iluminado. O exame pode ser realizado com o RN dentro da incubadora, com o objetivo de observar a musculatura, o tecido celular subcutâneo, os ossos e as articulações. O tórax típico do RN é circular e com as costelas horizontalizadas devido ao processo de crescimento e desenvolvimento ósseo e muscular. A palpação óssea é importante para verificar se há fraturas. Outro ponto a ser avaliado é o perímetro torácico, passando-se a fita métrica em volta do tórax e sobrepondo a linha mamária – os valores de referência vão de 30 a 33cm. Caso haja abaulamento da caixa torácica, associado a um abdome escavado, existe a possibilidade de hérnia diafragmática, o que pode levar a uma grave insuficiência respiratória.
( ) Na avaliação das extremidades, não devem ser comparados os hemicorpos, verificando posicionamento e mobilidade articular típicos e se existem malformações estruturais. Nessa inspeção, não é possível identificar malformações estruturais ao analisar o formato das mãos, dos dedos e das unhas. Durante a inspeção, também é importante conferir a fusão de dedos nas mãos (polidactilia) ou alterações no número dos dedos (sindactilia), as quais costumam estar associadas à síndromes genéticas.
( ) Na população neonatal, durante a avaliação dos membros inferiores, é importante observar assimetrias, encurtamentos, hipotrofia de um membro em comparação a outro, limitação da amplitude de movimento para abdução e excesso de rotação externa. Para identificação de assimetrias podem ser adotadas técnicas subjetivas, como verificar o posicionamento das pregas subglúteas na face posterior dos membros ou a diferença no tamanho entre os membros a partir do sinal de Galeazzi (o sinal é positivo quando o joelho do lado afetado é mais baixo em razão do deslocamento posterior no quadril displásico). Para confirmar se os sinais condizem com mau posicionamento da articulação coxofemoral, é possível complementar o exame com os testes de Ortolani e Barlow e exames complementares, como ultrassonografia.
( ) O teste de Barlow é realizado com o recém-nascido (RN) calmo e com os quadris e joelhos em flexão de 90 graus, promovendo, então, um movimento de abdução e leve rotação externa das coxas, o teste é positivo quando se verifica a sensação tátil e, em alguns casos, o som de ressalto da passagem da cabeça do fêmur pela parede do acetábulo e, durante a realização da manobra, o quadril contralateral deve estar sempre estabilizado. Já o teste de Ortolani consiste em uma manobra que provoca luxação e torna possível identificar a instabilidade do quadril. A criança é avaliada em decúbito ventral, com quadris a 90 graus e joelhos fletidos, onde o avaliador realiza adução e flexão do quadril, seguidas de leve compressão axial. Quando o resultado é positivo, percebe-se a luxação da articulação como um ressalto à medida que a cabeça do fêmur se desloca do acetábulo.
( ) A avaliação da força muscular em neonatos é realizada por meio da observação dos movimentos passivos. Movimentos compensatórios, alinhamento dinâmico aumentado ou movimentação simétrica podem ser sinais de fraqueza muscular, mas é importante verificar os componentes de dor e do sistema neurológico. Além disso, a análise do tônus muscular em neonatos também é realizada de maneira subjetiva e deve ser conduzida com a avaliação do funcionamento do sistema neurológico. O tônus pode estar aumentado (hipertonia), adequado ou reduzido (hipotônico), sem levar em consideração o período em que se encontra o bebê. O tônus muscular começa a aparecer por volta da 32ª semana de gestação, de início com o tônus extensor dos membros inferiores.
I. Na espasticidade, a resistência aumenta conforme a amplitude e velocidade do alongamento. Assim, quanto mais amplo e rápido o alongamento, mais forte é a resistência do músculo espástico.
II. Na espasticidade, a resistência diminuí conforme a amplitude e velocidade do alongamento. Assim, quanto mais amplo e rápido o alongamento, menor é a resistência do músculo espástico.
III. Hipotonia e flacidez são termos usados para definir tônus muscular aumentado.
IV. A distonia é um distúrbio hipercinético dos movimentos caracterizado por tônus comprometido ou desordenado, acompanhados por movimentos involuntários repetitivos.
A alternativa que contém afirmativa (s) verdadeira (s) é:
Ao analisar um exame de gasometria arterial verificam-se os seguintes valores:
Exame do paciente
pH 7,55
PaCO2 30 mmHg
PaO2 80mmHg
HCO3 25 mEq/l
BE +2
Saturação O2 96%
Valores de referência
pH 7,35 -7,45
PaCO2 35 mmHg - 45 mmHg
PaO2 80 mmHg - 100 mmHg
HCO3 21 – 26 mEq/l
BE -2 +2
Saturação O2 95%
Com base nos valores acima, é possível concluir que o paciente apresenta:
Coluna 1
1. Teste de Rabot.
2. Teste de Zohlen.
3. Teste de Smilli.
Coluna 2
( ) Estando o paciente em decúbito dorsal, o examinador, com as mãos apoiadas na face interna da patela, força o seu deslocamento lateral ao mesmo tempo em que flexiona o joelho. O paciente refere apreensão, ou seja, a sensação de que a patela irá luxar. Para alguns autores, esse teste é o patognomônico da instabilidade femoropatelar.
( ) Consiste em se promover a compressão da patela de encontro à tróclea com movimentos de lateralidade e no sentido proximal e distal. A presença de dor e crepitação caracteriza alterações na cartilagem da patela ou tróclea, sendo esse um dos indicadores da instabilidade femoropatelar.
( ) Consiste em solicitar ao paciente que faça uma contração ativa do músculo quadríceps, o que promove a elevação brusca da patela. A presença de dor na articulação femoropatelar, pela erosão da superfície articular da patela ou tróclea ao movimento de tração, é um dos sinais de instabilidade femoropatelar.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A figura representa o teste para coluna lombar denominado: