Questões de Concurso
Sobre fisioterapia neurológica em fisioterapia
Foram encontradas 2.841 questões
Uma criança, de oito anos, com quadro de diparesia espástica, apresenta como experiências de movimento o engatinhar, a ortostase independente e a marcha com órtese tornozelo-pé, com uso de bengalas canadenses. Ela precisa desenvolver a habilidade de subir e descer escadas.
Considerando o caso clínico, no programa fisioterapêutico de locomoção, a criança será treinada
Sobre as condutas fisioterapêuticas adotadas em pacientes com paralisia cerebral, é CORRETO afirmar que:
I- a postura em rigidez por decorticação é caracterizada por resposta do padrão extensor, sendo ocasionada por lesão do neurônio motor inferior.
II- a disdiadococinesia refere-se a inabilidade de planejamento e execução da função motora grossa.
III- o clônus caracteriza-se por contrações musculares involuntárias sendo desencadeado pelo estiramento abrupto de um músculo espástico.
IV- a hipertonia elástica é dependente da velocidade da execução do movimento, sendo observada em paciente com síndrome piramidal.
Qual das seguintes raízes nervosas está sendo testada?
Qual das seguintes lesões nervosas está mais provavelmente envolvida?
Dos nervos cranianos, qual é lesionado na paralisia de Bell?
O Acidente Vascular Encefálico (AVE) ocasiona alterações sensoriais e cognitivas e grande parte dos sobreviventes possuem deficiências neurológicas e funcionais significativas, com perda da independência e da autonomia. Uma avaliação funcional permite acompanhar a evolução do paciente em seu processo de reabilitação, ocasionando a melhora das intervenções fisioterapêuticas e a verificação dos ganhos. As escalas de avaliação funcional disponíveis na literatura, em sua maioria, não foram desenvolvidas e validadas para utilização na UTI, bem como alguns domínios avaliados não eram possíveis de serem medidos. Atualmente, diversas escalas são disponíveis para a avaliação à beira do leito, mas, dentre as alternativas, uma está mais adequada para avaliar pacientes com sequela de AVE;assinale-a.
I. Alterações gastrointestinais, como vômitos e constipação. II. Distúrbios de visão e audição, como estrabismo e déficit de audição. III. Osteoporose, o que pode aumentar o risco de fraturas.
I. Tônus muscular. II. Equilíbrio corporal. III. Cognição.
I - Mais lento ocorrer.
II - Mais acurado ocorrer.
III - Menor a variabilidade.
- A encefalopatia crônica não progressiva caracteriza-se por alterações neurológicas permanentes que afetam o desenvolvimento motor; dentre as sequelas, está a hemiparesia (asserção).
- Nesses casos, o uso da terapia induzindo movimento por contenção do membro superior, do lado oposto ao acometido, é uma terapêutica bastante adotada e apresenta resultados de melhora na função do lado hemiparético (razão).
I - Foi desenvolvido na década de 40 do século passado, por Herman Kabat e Margaret Knott.
II - O conceito foi originalmente desenvolvido visando o tratamento de indivíduos com poliomielite.
III - Não apresenta melhoras na qualidade de marcha em indivíduos sequelados de Acidente Vascular Encefálico.
I - Na população idosa, é comum encontrar degeneração de componentes vertebrais, com estreitamento do canal medular; dessa forma, essa população tem risco aumentado para TRM.
II - De forma contrária ao resto do mundo, em que a idade de maior prevalência de TRM é ao redor de 50 anos, no Japão, a faixa etária que predomina é ao redor de 30 anos.
III - Após o TRM, é comum a necessidade de estabilização cirúrgica, porém, apesar de deslocamentos do instrumental fixador não serem comuns, as feridas infectadas são.
I - Para o equilíbrio adequado, é necessária integração sensório-motora de três importantes componentes: auditivo, vestibular e propriocepção.
II - O treino de equilíbrio envolve estratégias de treinamento multissensoriais, com treinos aeróbicos e resistidos.
III - Indivíduos com EM apresentam aumento da oscilação em postura estática com respostas atrasadas, quando ocorrem os distúrbios posturais.