Questões de Concurso Sobre fisioterapia em traumato-ortopedia e reumatologia em fisioterapia

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Q4179761 Fisioterapia
O conhecimento sobre níveis de amputação e dispositivos ortopédicos utilizados na reabilitação de membros inferiores é fundamental para a prática clínica, especialmente no que se refere à prescrição, adaptação e treinamento funcional com próteses e órteses. Nesse contexto, relacione corretamente os termos da Coluna A com suas respectivas descrições, dispostas na Coluna B:
Coluna A:
1. Amputação de Lisfranc. 2. Amputação de Syme. 3. Amputação de Chopart. 4. Palmilha 3/4 (três quartos). 5. Prótese transtibial. 
Coluna B:
( ) Amputação realizada por desarticulação da articulação tibiotársica, com preservação do coxim plantar do calcâneo, permitindo apoio distal do coto e adaptação protética funcional. ( ) Ressecção do pe ao nível da articulação tarsometatarsal, com preservação parcial do mediopé e necessidade frequente de órtese para controle de deformidades em equino. ( ) Dispositivo de descarga plantar que se estende até aproximadamente 2/3 do comprimento do pé, utilizado para redistribuição de carga e suporte biomecânico em alterações do antepé e mediopé. ( ) Dispositivo protético que permite substituição funcional do segmento amputado por meio de encaixe, componentes estruturais e pé protético. ( ) Amputação que preserva o calcâneo, permitindo apoio plantar parcial, mas com tendência à deformidade em equino-varo devido ao desequilíbrio muscular.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4179482 Fisioterapia
No ambulatório, um trabalhador retorna após reconstrução do ligamento cruzado anterior. Ele relata derrame recorrente após exercícios, perda de extensão terminal e dificuldade para ativar o quadríceps. O pedido administrativo pressiona por liberação precoce para corrida. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4179479 Fisioterapia
Na triagem postural de estudantes, a diferença entre uma atitude postural flexível e uma deformidade estrutural muda a leitura do achado e o diálogo com educadores. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4179477 Fisioterapia
Na elevação do membro superior acima da cabeça, a escápula muda posição para preservar congruência, distribuir carga e reduzir conflito mecânico subacromial. Assinale a alternativa correta sobre essa mecânica.
Alternativas
Q4178839 Fisioterapia
Uma fratura é uma quebra estrutural na continuidade de um osso, uma placa epifisária ou uma superfície articular cartilaginosa. Quando ocorre uma fratura, ocorre também algum grau de lesão nos tecidos moles que cercam o osso. A consolidação óssea após uma fratura apresenta três fases e além disso, dependendo do local da fratura, a lesão dos tecidos moles relacionados pode ser séria, caso uma grande artéria ou nervo periférico também estejam envolvidos. O diagnóstico, a redução, o alinhamento e a imobilização para a cicatrização de uma fratura são procedimentos médicos, entretanto, o fisioterapeuta precisa estar ciente dos sintomas e sinais de uma fratura em potencial. Se houver suspeita de fratura, deve-se encaminhar o paciente para exame radiográfico, diagnóstico médico e tratamento. A respeito da consolidação óssea após uma fratura, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

A consolidação óssea tem uma fase ________, em que ocorre formação de hematoma e proliferação celular; uma fase ________, em que há formação de calo ósseo que une a fenda e a ossificação; e uma fase de ________, durante a qual ocorre consolidação e remodelamento do osso. 
Alternativas
Q4178832 Fisioterapia
O quadril, formado pela cabeça do fêmur e acetábulo, é crucial para sustentação e locomoção. Lesões ortopédicas do quadril são comuns em adultos e idosos, frequentemente causadas por traumas que geram dor, rigidez e dificuldade de movimento. A nomenclatura para sintomas que aparecem na região lateral do quadril é a síndrome da dor trocantérica. Esta inclui sintomas de dor peritrocantérica, tendinopatia do glúteo médio/mínimo e bursite trocantérica. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito da bursite trocantérica e assinale a alternativa correta.

I. A bursite é a inflamação da bursa, estrutura com membrana sinovial perto de proeminências ósseas, articulações, tendões e ligamentos. Sua função é reduzir atrito, evitar desgaste e facilitar movimentos, sendo crucial na biomecânica articular. Existem muitas bursas no corpo, com algumas bursites, como a trocantérica, sendo mais comuns em mulheres entre 40 e 60 anos, embora ocorra em todas as idades. Além disso, em jovens, pode surgir por estilo de vida ou atividade física.
II. O diagnóstico assertivo da bursite do quadril requer combinação de história clínica detalhada e exame físico. Dor na região lateral do quadril que piora à palpação e limitação da abdução são sintomas comuns. A investigação dos hábitos do paciente é crucial para identificar as causas. Entretanto, caso os sinais e sintomas levem à dúvida diagnóstica, o médico poderá solicitar exames complementares para descartar outras causas de dor no quadril. A ultrassonografia pode auxiliar na identificação da inflamação da bursa, e a ressonância magnética é o exame mais preciso para avaliar a bursa e diferenciar de outras patologias, como tendinites.  
III. A avaliação fisioterapêutica é crucial para identificar alterações biomecânicas que causam recidiva da bursite. Avaliar o paciente estática e dinamicamente (postura, assimetria, padrões motores, compensações musculares, marcha) direciona a reabilitação. E, a orientação do paciente é vital. Para evitar a recidiva, deve-se minimizar impactos laterais no quadril com superfícies macias, evitar deitar-se no lado afetado inicialmente, movimentos repetitivos e manter um peso saudável.
IV. O tratamento não medicamentoso inicial foca na redução da inflamação e dor. O uso da crioterapia no local por 20 minutos (mínimo três vezes ao dia) e a aplicação do laser de baixa intensidade são recursos que podem ser utilizados. Além disso, a redução da atividade física pode acelerar o controle inflamatório e a dor. E, a liberação miofascial pode ser usada em casos de aumento da tensão muscular local, evitando compressão direta na bursa.
V. Exercícios para fortalecimento muscular do quadril e melhora da flexibilidade devem ser introduzidos à medida que o paciente relata melhora do quadro de dor. Para isso, são alguns dos exercícios recomendados: exercícios de elevação de quadril (ponte), elevação de quadril com perna elevada para fortalecimento glúteo (a orientação deve ser de associar a contração abdominal durante o movimento), agachamento (ter cuidado para o joelho não ultrapassar a linha da ponta do pé para evitar sobrecarga nessa articulação), exercícios para fortalecimento de abdutores de quadril, além de alongamentos. E, com a progressão do tratamento e melhora dos sinais e sintomas, exercícios de propriocepção em superfícies instáveis podem ser associados. Por fim, para a última fase do processo de recuperação serão priorizados exercícios funcionais para simular atividades do dia a dia, como subir e descer escadas.
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Q4178829 Fisioterapia
A estrutura do complexo do ombro permite a mobilidade dos membros superiores. Como resultado, a mão pode ser colocada em quase todos os lugares dentro de uma esfera de movimento, sendo limitada principalmente pelo comprimento do braço e pelo espaço ocupado pelo corpo. A mecânica combinada das três articulações sinoviais e das duas articulações funcionais, juntamente com os inúmeros músculos que compreendem o complexo do ombro interagem para proporcionar e controlar a mobilidade. Ao estabelecer um programa de exercícios terapêuticos para tratar comprometimentos da função na região do ombro, como em qualquer outra região do corpo, as características anatômicas e cinesiológicas particulares precisam ser levadas em consideração, assim como o estado da patologia e as limitações funcionais impostas pelos comprometimentos. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta com relação a patologia que pode gerar restrições de mobilidade na articulação glenoumeral: ombro congelado idiopático.  
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Q4178824 Fisioterapia
Por ser uma doença osteoarticular degenerativa, a osteoartrite se caracteriza pela perda progressiva da cartilagem articular acompanhada de neoformação óssea periarticular. Acomete indivíduos de ambos os sexos, tendo uma maior prevalência entre as mulheres, a partir dos 45 anos. Além disso, o peso e a idade são agravantes desta afecção. Pode ser classificada como primária, de causa desconhecida, fatores hereditários podem estar envolvidos, e acomete principalmente as mulheres no período da menopausa; e, secundária, pode estar relacionada com traumas, fraturas, doenças inflamatórias e doenças hematológicas, além de que grande parte dos indivíduos acima de 70 anos apresentam sinais e sintomas da doença. A respeito das características clínicas da osteoartrite, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Dor: é um dos sintomas mais importantes, com a evolução do processo patológico, ela aparece com o uso mínimo e até mesmo ao repouso.  
( ) Rigidez: perdura por um período de 30 minutos nas últimas horas do dia, é agravada por movimento, e o acometimento de grandes e pequenas articulações não causa incapacidade.
( ) Função reduzida: altera-se em decorrência da dor, da perda de amplitude de movimento e da força muscular.
( ) Estabilidade articular: acontece pela perda de congruência da cartilagem.
( ) Ganho da mobilidade: ocorre devido à degeneração da cartilagem, aos espasmos musculares secundários à dor e fraqueza muscular pelo desuso da articulação, como reação protetora decorrente do quadro doloroso.
( ) Atrofia muscular: os músculos podem tornar-se atróficos ou hipotônicos.
( ) Deformidades: ocorre por um alinhamento defeituoso da articulação.
( ) Edema: ocorre em períodos de agudização. 
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Q4178823 Fisioterapia
O fisioterapeuta precisa trabalhar em conjunto com toda a equipe multi e interdisciplinar para haver um bom resultado na reabilitação do paciente amputado de membros inferiores (MMII). A reabilitação deve ser iniciada o mais cedo possível, com uma equipe coesa de profissionais de saúde, para garantir o sucesso funcional e psicológico do paciente amputado. Além disso, o fisioterapeuta atua em todas as etapas, da pré-cirurgia à independência protética. Assim, a orientação pré-cirúrgica e a conduta fisioterapêutica pós-operatória são cruciais para a preparação do coto, prevenção de complicações e promoção da independência. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta a respeito da conduta fisioterapêutica pós-operatória nas amputações de membros inferiores. 
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Q4178822 Fisioterapia
A compressão e/ou lesão dos nervos do sistema nervoso periférico pode ocorrer em qualquer parte do seu trajeto, desde as raízes nervosas até sua terminação nos tecidos do tronco e dos membros. À medida que cada nervo sai do forame intervertebral e dirige-se a seu destino periférico, há locais que aumentam sua suscetibilidade à tensão ou à compressão. Os sintomas e sinais de comprometimento nervoso são alterações ou perdas sensoriais e fraqueza motora na distribuição das fibras nervosas envolvidas. Como os nervos são compostos de tecido conjuntivo inervado e vasos sanguíneos situados em torno dos axônios, dor isquêmica ou dor por tensão também podem ocorrer quando esses tecidos são tensionados. Portanto, conhecer o mecanismo de lesão e os sinais e sintomas clínicos ajuda o profissional a determinar o resultado potencial do paciente e a desenvolver um plano de cuidados. Assim sendo, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome do nervo periférico do quadrante inferior descrito: “Forma-se das três divisões posteriores do plexo lombar. Ele emerge da borda lateral do músculo psoas, superior ao ligamento inguinal, e desce por baixo do ligamento até o triângulo femoral, lateral à artéria femoral, para inervar o grupo muscular sartório e quadríceps. O músculo iliopsoas é suprido superiormente ao ligamento. O nervo pode apresentar lesões decorrentes de trauma, como fraturas da pelve ou da região superior do fêmur, durante a redução de luxação congênita do quadril ou em consequência da pressão durante um parto com fórceps, resultando em fraqueza na flexão do quadril e em perda de extensão do joelho. Os sintomas podem ocorrer em razão da presença de neurite no diabetes melito.” 
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Q4178819 Fisioterapia
As órteses da coluna vertebral podem ser associadas com as órteses dos membros inferiores ou destinadas apenas para disfunções lombares, torácicas e/ou cervicais. Essas órteses têm a função de estabilizar a coluna, controlar os movimentos que estejam causando os sintomas e corrigir/prevenir deformidades. De acordo com a sua fabricação e os materiais utilizados, elas podem ser rígidas ou semirrígidas. Além disso, as órteses para coluna são muito aplicadas, seja no tratamento conservador, seja no pós-cirúrgico, de modo que o fisioterapeuta deve conhecer a biomecânica da coluna para conseguir escolher a órtese mais adequada para cada lesão e necessidade do paciente. Sendo assim, relacione os tipos de órteses para coluna vertebral indicados com a sua descrição correspondente e assinale a alternativa com a sequência correta. 

1. Colar cervical.
2. Colar Philadelfia.
3. Órtese Minerva.
4. Órtese de Jewett.
5. Órtese Milwaukee.
6. Colete de Charleston. 

A. Órtese que tem o objetivo de realinhar a coluna vertebral e a caixa torácica, apresenta um sistema de pressão de três pontos, com duas almofadas anteriores, ao nível do esterno e da sínfise púbica, e uma almofada posterior toracolombar.
B. Colete para a região toracolombar com uso único e exclusivamente noturno, quando os efeitos da gravidade estão minimizados.
C. Órtese cervicotoracolombossacra que consiste em uma estrutura composta por uma cintura pélvica, duas verticais posteriores, uma vertical anterior e um anel superior, que fica na parte superior do tórax e pode ser ocultado pela maioria das roupas.
D. Órtese utilizada para lesões na cervical alta, tem extensão mandibular e occipital e uma estrutura rígida na parte anterior.
E. Órtese cervicotorácica de controle máximo, não invasiva, que tem uma estrutura rígida posterior, desde a cervical até a metade do tronco.
F. Órtese de controle mínimo, confeccionada em espuma de polietileno com uma cobertura em algodão e fecho de velcro. Utilizada para manter a estabilidade da coluna vertebral e uma postura adequada durante o dia e/ou sono.  
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Q4178816 Fisioterapia
Inúmeros são os distúrbios e patologias que afetam o sistema musculoesquelético. Pacientes com esse tipo de problema geralmente apresentam uma ou mais das seguintes queixas: dor, inchaço, perda de função ou deformidade. Sendo de suma importância ter conhecimento a respeito das patologias, para poder realizar uma avalição de qualidade. Enquanto a história clínica revela a perspectiva do paciente, o exame físico e as imagens radiográficas são aspectos de importância vital no diagnóstico. Assim sendo, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome da patologia que acomete o sistema musculoesquelético descrita: “É caracterizada pelo deslizamento do colo do fêmur em relação à epífise femoral, devido ao enfraquecimento da placa epifisária. A cabeça do fêmur é geralmente deslocada medial e posteriormente em relação ao colo do fêmur. Essa doença é mais comumente observada em adolescentes obesos do sexo masculino. Ela ocorre quando o estresse sobre a placa epifisária proximal aumenta ou quando a resistência ao cisalhamento é reduzida. Os fatores que podem levar a esse aumento do estresse ou diminuição da resistência incluem distúrbios endócrinos ou renais, obesidade, coxa profunda (uma cavidade acetabular profunda) e retroversão femoral ou acetabular. Clinicamente, é classificada como estável ou instável e, em relação ao tempo, pode ser classificada como aguda ou crônica. A dor pode ser referida na coxa ou na face medial do joelho, tornando o exame da articulação do quadril importante em qualquer criança obesa com queixa de dor no joelho. O exame físico invariavelmente revela uma limitação da rotação interna do quadril. E, a investigação diagnóstica apropriada deve incluir radiografias anteroposteriores e em perfil.”
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Q4178815 Fisioterapia
Por ser uma doença articular inflamatória, crônica e multissistêmica, que afeta as pequenas articulações das mãos e dos pés, a artrite reumatoide (AR) têm como característica principal, uma sinovite inflamatória persistente de causa desconhecida e que acomete mais as mulheres. E que apesar de poder ter início em qualquer idade, existe uma predisposição à ocorrência aproximadamente em torno dos 40 anos de idade. A melhor forma de tratamento da artrite reumatoide é quando se envolve uma equipe multidisciplinar, para que seja possível fazer o diagnóstico o mais precocemente possível; avaliar regularmente a atividade da doença; e, reduzir ao máximo o risco de incapacidades funcionais e deformidades. Para tanto, a fisioterapia desempenha um papel de suma importância em todas as fases da doença, para que se possa diminuir a dor, recuperar ou manter a mobilidade articular, e prevenir as atrofias e deformidades. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito das condutas fisioterapêuticas no tratamento de pacientes com artrite reumatoide e assinale a alternativa correta.

I. A crioterapia é contraindicada nas fases agudas ou inflamatórias e indicada em pacientes que apresentem vasculite ou fenômeno de Raynaud. Já o calor superficial pode ser usado no caso de articulações agudamente inflamadas. Nas crises ou na fase crônica, o tratamento é baseado em orientação para repouso relativo e prevenção de deformidades, o que pode ser feito com o uso de órteses. Já nos estágios subagudos ou agudos, devemse estimular gradualmente os movimentos ativos.
II. A cinesioterapia é parte fundamental do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. Apesar da capacidade aeróbia, da resistência e da força muscular ter uma tendência à diminuição nestes indivíduos, a prática do exercício físico pode levar à melhora do estado geral, para tanto, exercícios respiratórios, mobilização articular, exercícios isométricos e exercícios de amplitude de movimento podem ser empregados. Já o treinamento para obter aumento da força deve envolver a cuidadosa aplicação de resistência, para evitar danos aos ligamentos já afetados.
III. Os exercícios de marcha, equilíbrio e propriocepção também fazem parte do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. E, se necessário, pode-se fazer uso de dispositivos auxiliares, além disso, deve-se reeducar a marcha dirigida principalmente aos objetivos do paciente. O condicionamento cardiovascular é muito importante pois exerce um efeito positivo sobre a qualidade dos indivíduos com artrite reumatoide. Além disso, nos estágios posteriores da doença, é importante a atenção individual para as grandes articulações, tendo em vista a profilaxia e a correção das deformidades.
IV. Quanto à coluna dos pacientes com artrite reumatoide, estimulam-se períodos em posição supina para corrigir as contraturas em flexão, exercícios para glúteos, mobilização ativa oscilatória e sobrecarga ilimitada de peso, quando as articulações não estiverem ativas. Para os joelhos não devem ser realizados exercícios de manutenção, nem fortalecimento da musculatura do quadril e é contraindicada o uso de talas mesmo que necessário.
V. Para os pés, são muito importantes o uso de suportes em arco e sapatos adequados, além de banhos farádicos do pé e contração dos músculos intrínsecos como medida preliminar para as atividades. O segredo de controlar as dores e as inflamações está em balancear corretamente o repouso nas fases mais agudas, seguido de exercícios adequados, tão logo o paciente melhore. E, quando há envolvimento grave dos membros inferiores (que limite o movimento), deve-se instruir o paciente a usar órteses que ajudem na sustentação do peso do indivíduo. Além disso, deve ser realizado o fortalecimento isométrico de quadríceps.
VI. A hidrocinesioterapia é útil, pois a flutuação ajuda muito o paciente reumático, que tem dificuldade de movimentar-se, pois o peso precisa ser apoiado em articulações dolorosas e instáveis. A temperatura da água normalmente ao redor dos 36°C ajuda a relaxar os espasmos musculares superficiais e alivia a dor. Deve ser usada nos estágios crônicos para estimular a marcha com sobrecarga limitada de peso e para aumentar os movimentos articulares, principalmente, se há contraturas. E, o programa de exercícios deve ser estabelecido de forma gradual, usando a flutuação e a turbulência para fazer o fortalecimento muscular, sem, na realidade, proporcionar impacto sobre as articulações.
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Q4178811 Fisioterapia
Independentemente da etiologia das amputações ou se elas acometem membros superiores ou inferiores, é importante lembrar que a realização de uma amputação visa a garantir melhora da funcionalidade da região amputada. Com a realização desse procedimento, cria-se um novo órgão de contato com o meio exterior, o coto de amputação. E, com a formação desse novo órgão de contato com o meio externo, é necessário que o paciente se submeta a um processo de reabilitação integral, considerando-se a nova condição do paciente. A reabilitação nos casos de amputação deverá ser realizada com apoio integral de uma equipe multiprofissional. Desse modo, é de suma importância que o fisioterapeuta esteja apto a participar dessa equipe de atendimento, para que possa realizar um atendimento e acompanhamento integral do paciente. A respeito dos níveis de amputação de membros inferiores e superiores, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus e calcâneo, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 5º metatarsal corresponde ao hálux, e o 1º, ao dedo mínimo. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e/ou dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção total dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular fibular. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da fíbula, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A desarticulação de joelho é um tipo de amputação em que se preconiza a preservação da patela, estando indicada em casos de amputação de causa traumática, e não de causa vascular. O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril. Assim como na amputação transtibial, a amputação transfemoral pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Nos tipos de amputações chamados de hemipelvectomias, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro. 
( ) A desarticulação escapulotorácica é uma amputação em que é feita a separação entre a escápula e o peitoral maior, removendo parte da clavícula e a escápula. A desarticulação glenoumeral, ou de ombro, envolve a retirada parcial do úmero, preservando a integridade da clavícula e da escápula, sendo feita a retirada completa do membro superior. A amputação chamada de transumeral, por sua vez, consiste na amputação no âmbito do úmero, a qual pode ser feita em diferentes níveis de proximidade. A desarticulação de cotovelo consiste na retirada parcial dos ossos do antebraço (rádio ou a ulna), preservando a integridade proximal do úmero.
( ) A amputação de antebraço, também chamada de amputação transradial, consiste na secção óssea entre a articulação do cotovelo e do punho, podendo ser proximal, média ou distal, a qual representa o nível mais comum de amputação de membro superior. A desarticulação de punho/ou radiocárpica consiste na retirada total da mão, preservando a integridade distal dos ossos do antebraço. Além desses níveis de amputação de membro superior, as amputações podem ocorrer na região da mão, podendo ser feitas em diferentes níveis nessa região, desde amputações que promovam a desarticulação intercárpica, carpometacarpal, transmetacarpal, amputações metacarpofalangeanas até amputações de interfalangeanas distais ou proximais. 
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Q4176731 Fisioterapia
A respeito da atuação da fisioterapia no pós-operatório imediato de fraturas ao redor do joelho, é CORRETO afirmar que a prioridade do fisioterapeuta nessa etapa é a:
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Q4165801 Fisioterapia
Um homem de 45 anos, destro, professor de educação fÍsica, procura atendimento fisioterapêutico devido à dor na região anterior do ombro direito há aproximadamente três meses. Relata piora dos sintomas durante atividades que envolvem elevação do membro superior e movimentos repetitivos acima da cabeça. Ao exame fÍsico, apresenta dor à palpação do sulco intertubercular do úmero, teste de Speed positivo e teste de Yergason positivo. A amplitude de movimento glenoumeral encontra-se preservada, porém dolorosa nos movimentos de flexão resistida do ombro. O exame de imagem evidencia espessamento do tendão da cabeça longa do bíceps braquial, sem sinais de ruptura. Com base no caso clínico apresentado e nos conhecimentos sobre avaliação e tratamento fisioterapêutico da tendinite bicipital, analise as assertivas a seguir:
I. A positividade dos testes de Speed e Yergason sugere comprometimento da cabeça longa do bíceps braquial, sendo esses testes utilizados na investigação clínica da tendinopatia bicipital.
II. Na fase inicial da tendinite bicipital, a introdução precoce de exercícios resistidos para os movimentos de flexão do cotovelo e supinação do antebraço, com progressão rápida das cargas, favorece a reorganização das fibras colágenas e contribui para a recuperação funcional do tendão acometido.
III. Mesmo na ausência de déficits significativos de amplitude de movimento do ombro, a avaliação fisioterapêutica deve incluir a análise dos padrões de movlmento escapulotorácicos e glenoumerais, considerando que disfunções biomecânlcas regionais podem contribuir para a manutenção do quadro clínico da tendinopatia da cabeça longa do bíceps.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4162266 Fisioterapia
Uma paciente de 58 anos foi encaminhada para o setor de fisioterapia após realizar a artroplastia total do joelho esquerdo há 20 dias devido à osteoartrose avançada. Durante a avaliação, apresentou redução da amplitude de movimento, diminuição da força muscular do membro inferior esquerdo, marcha lenta, insegurança durante a deambulação e necessidade de uso de andador. Considerando o caso clínico apresentado, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4162261 Fisioterapia
Um paciente de 42 anos, diagnosticado com artrite psoriásica há 5 anos, procura atendimento fisioterapêutico devido à dor e rigidez matinal nas articulações das mãos e dos joelhos, fadiga e dificuldade para realizar atividades funcionais no trabalho. Durante a avaliação, observa-sá edema articular leve, limitação da mobilidade em interfalângicas distais e redução da força muscular global. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4153251 Fisioterapia
Analise o caso a seguir para responder à questão

Um homem de 38 anos procura atendimento fisioterapêutico relatando dor de início insidioso no tornozelo e na região anterior da perna direita há duas semanas. A dor é incessante, persistindo inclusive à noite, e espalhou-se do tornozelo para a região da tíbia. O paciente é corredor regular e não alterou seu regime de treinamento. Ele não apresenta histórico de lesões nas pernas e apresenta excelente estado de saúde, exceto por uma recente infecção dentária. 
O fisioterapeuta constata que o paciente apresenta amplitude de movimento limitada na dorsiflexão ativa e passiva do tornozelo direito. Como o fisioterapeuta deve abordar as mobilizações articulares para esse paciente?
Alternativas
Q4153250 Fisioterapia
Analise o caso a seguir para responder à questão

Um homem de 38 anos procura atendimento fisioterapêutico relatando dor de início insidioso no tornozelo e na região anterior da perna direita há duas semanas. A dor é incessante, persistindo inclusive à noite, e espalhou-se do tornozelo para a região da tíbia. O paciente é corredor regular e não alterou seu regime de treinamento. Ele não apresenta histórico de lesões nas pernas e apresenta excelente estado de saúde, exceto por uma recente infecção dentária. 
Após concluir a avaliação, o fisioterapeuta decide tratar os sintomas de dor do paciente como parte do plano de tratamento. Qual das seguintes modalidades seria a mais apropriada para usar? 
Alternativas
Respostas
81: C
82: C
83: D
84: C
85: C
86: E
87: E
88: E
89: D
90: B
91: A
92: C
93: B
94: C
95: A
96: C
97: D
98: C
99: D
100: A