Questões de Concurso
Sobre dinâmica em física
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Um sistema mecânico composto por duas massas, polia e corda ideais, como mostra a Figura, deve ser montado em um laboratório. O sistema será abandonado da posição mostrada.

O técnico do laboratório fez uma pesquisa de mercado e encontrou cinco opções de corda listadas no Quadro abaixo.

A corda que apresenta o menor preço e que possui tração máxima superior à experimentada pela que está no sistema, em movimento, é a corda de número
Dados
aceleração da gravidade = 10,0 m.s-2
Massa 1 = 120 kg
Massa 2 = 80,0 kg
Uma gangorra, que usa em um dos lados uma mola de constante elástica K, encontra-se em equilíbrio, como mostra a Figura 1. Uma carga de 40,0 kg é colocada do outro lado da gangorra, e o sistema encontra uma nova posição de equilíbrio, mostrado na Figura 2.

Desprezando a massa da gangorra, o valor aproximado da constante elástica K, em kN/m, é
Dado
aceleração da gravidade = 10,0 m.s-2
Um dispositivo projetado para elevar uma carga sobre uma rampa é mostrado na Figura. Considere as cordas e polias ideais.

Durante a operação, a aceleração da carga é, em módulo, 2,50 m.s-2. Nessas condições, o coeficiente de atrito cinético entre a carga e a rampa vale, aproximadamente,
Dados
Aceleração da gravidade = 10,0 m.s-2
Massa da Carga = 2,00 kg
Massa do Peso 1 = 4,00 kg
Massa do Peso 2 = 10,0 kg
sen(37,0º) = 0,600
cos(37,0º) = 0,800

Considere g a aceleração da gravidade local, μe e μc os coeficientes de atrito estático e cinético entre o bloco e o plano, respectivamente. O valor de F é
O gráfico representa a variação da intensidade da força aplicada sobre um objeto, em função do deslocamento deste.

Considerando que a direção e o sentido da força e do deslocamento sejam coincidentes durante todo o trajeto, o trabalho realizado pela força no deslocamento de 0 a 9 m é, em joules, igual a
Considere que o centro de massa da ponte coincide com seu centro geométrico e que no instante mostrado na figura o centro de
massa do caminhão se encontra a 20 m da extremidade Y. Nessa situação, a intensidade da força que o apoio X exerce na
ponte é Essas duas afirmações só são equivalentes quando a
A degenerescência é um conceito importante na física atômica e molecular e pode ser entendida mesmo classicamente. Considere três paralelepípedos retos de seis faces. Considerando a energia potencial (V=mgh), onde m é a massa do corpo e h é a altura do centro de massa em relação superfície sobre a qual uma das faces do corpo está apoiada, analise as afirmações a seguir

I. Para o paralelepípedo de lados (a = b < c) , o nível mais baixo de energia potencial possui degenerescência igual a -1.
II. Para o paralelepípedo de lados (a < b < c), existem três níveis diferentes de energia, cada um com degenerescência igual a 2.
III. Para o paralelepípedo com lados (a = b = c) , temos o menor valor de degenerescência.
IV. No que se refere a estes três corpos, podemos concluir corretamente que quanto maior o grau de simetria do sistema maior é a degenerescência.
Está correto o que se afirma em
Uma partícula de massa m se encontra num potencial do tipo

A constante μ é um número positivo. Determine os pontos de estabilidade para o movimento da partícula. Para pequenas oscilações em torno dos pontos de equilíbrio estável a frequência angular de oscilação é
Dois corpos – um de massa M e outro de massa m – descem um plano inclinado atrelados a uma corda inextensível e sem massa, conforme a figura a seguir. Considere que entre o corpo de massa m o atrito é tão pequeno que pode ser desprezado, enquanto que o corpo de massa M, mais rugoso, possui um coeficiente de atrito μ entre o corpo e o plano inclinado. Dado que a inclinação do plano é θ , podemos afirmar que o módulo da tensão na corda entre os corpos é

Um disco sólido uniforme e um aro de mesmo raio R são colocados lado a lado no topo de um plano inclinado de altura H. São largados a partir do repouso e descem o plano girando sem deslizar. A razão entre as velocidades do disco sólido vd e a velocidade do aro va, quando estes chegam à base do plano inclinado, é dada por
(Dado: Momento de inércia do disco sólido com raio R: I = 1/2MR2 ; momento de inércia do aro com raio R: I = MR2 .)
Um bloco de massa 1 kg desliza em um trilho curvo com o formato de um arco de circunferência de raio 1 m, mostrado na figura a seguir. Considere que o bloco parte do repouso na posição A e que chega à posição B com velocidade de 2 m/s e a aceleração da gravidade é aproximadamente 10m/s2 . O trabalho realizado pela força de atrito sobre o bloco é, aproximadamente,

Uma massa m1 , colocada em cima de um carrinho de massa M , é conectada a outra massa m2 por meio de um fio ideal que passa por uma polia sem atrito, conforme mostrado na figura. O atrito entre as superfícies é desprezível. Para que m1 e m2 não tenham movimento em relação ao carrinho, a força horizontal F a ser aplicada é

Em uma aula em laboratório, o professor de Física
pede para seus alunos determinarem
experimentalmente o valor da aceleração
gravitacional local g. Para realizar essa tarefa, os
estudantes manipularão um aparato mecânico conforme ilustrado da figura seguinte. O aparato é
formado por um cilindro com uma seção central, de
raio Ra , saindo de um tambor maior, de raio Rb . O
cilindro, que está suspenso pelo seu eixo central e
livre para girar, possui momento de inércia
. Um
disco fino de massa desprezível é fixado ao
cilindro. Um sensor S de movimento, conectado a
um computador e fixado próximo ao disco, mede o
valor da aceleração angular α , do disco. Dois fios
são enrolados nas duas partes do cilindro. Na
extremidade de cada fio está preso um bloco de
chumbo de massa m . Todas as forças dissipativas
são desprezadas. Antes de tomar os dados
experimentais, os estudantes analisaram o problema
e deduziram uma expressão matemática para
calcular o valor da aceleração da gravidade local, g . Marque a alternativa que representa
corretamente a expressão para determinar o
valor de g .

A equivalência massa-energia prevista pela teoria da relatividade restrita permite explicar a grande variação de massa nos processos de decaimento de partículas. Considere a reação de decaimento do káon, em dois píons é dada por
K+ → π+ + π0
onde
são as massas de repouso das partículas K+ , π+ e π0 . Com base na tabela a seguir, onde Y é o fator de
Lorentz, v é a velocidade das partículas em relação
ao referencial do laboratório e c a velocidade da
luz, pode-se afirmar que o módulo da velocidade
das partículas resultantes da desintegração do
káon, em relação ao referencial do laboratório,
em termos de c, é:

Dois blocos A e B com massa MA = 10 kg e MB = 5 kg encontram-se unidos por um fio de massa desprezível e estão apoiados sobre um plano inclinado, conforme ilustrado abaixo. Sabe-se que entre os blocos e plano inclinado existe uma película de óleo lubrificante com espessura h = 0,2 mm. A área de contato de cada bloco com a superfície dos blocos e o óleo é 0,05 m2. A viscosidade do óleo é 0,1 Pa . s.
