Questões de Concurso
Sobre conteúdos básicos em física
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1) Lançar horizontalmente duas pequenas esferas a partir da borda da bancada do laboratório.
2) Medir o alcance das duas esferas.
3) Calcular o tempo de queda de cada esfera.
4) Calcular o módulo da velocidade de lançamento de cada esfera.
5) Considerar g = 10 m/s² e desprezar a resistência do ar no movimento das esferas.
Um grupo de alunos registra no relatório o esquema abaixo e as seguintes informações sobre o experimento:

“Duas esferas, A e B, foram lançadas horizontalmente a partir da borda da bancada do laboratório, de altura h = 080m, e atingiram o piso nas distâncias representadas no esquema”.
Supondo corretos os cálculos efetuados pelo grupo de alunos, os valores para o tempo de queda, em s, e o módulo da velocidade de lançamento de cada esfera, em m/s, são, respectivamente, iguais a
Durante uma aula de laboratório, o professor de Física utiliza uma lente para projetar, sobre um anteparo, a imagem real de um objeto. A seguir, o professor perguntou aos alunos qual ou quais alterações seriam observadas na imagem projetada do objeto no anteparo, caso metade da lente fosse recoberta por uma tinta opaca e, registrou no quadro da sala, as cinco respostas mais frequentes:
1- o brilho e o tamanho da imagem diminuem.
2- o tamanho da imagem diminui e sua forma altera.
3- o brilho da imagem aumenta e sua forma altera.
4- a forma da imagem sofrerá alteração.
5- o brilho da imagem fica menor.
É (são) correta(s) a(s) resposta(s)

Nas montagens A e B, o dinamômetro indica, respectivamente, 0,26 kgf e 0,18 kgf. O empuxo que atua no objeto na montagem B, em kgf, é igual a
Um transformador possui 25 espiras no primário e 400 espiras no secundário. O primário do transformador é ligado em uma rede alternada de 120 V, sendo percorrido por uma corrente elétrica máxima de 4,0 A. Considerando o transformador ideal, a tensão e a intensidade máxima da corrente elétrica que pode se obter no secundário são, respectivamente, iguais a

Atividade 1: girar o ímã em torno do eixo X. Atividade 2: girar o ímã em torno do eixo Y. Atividade 3: mover o ímã e a bobina ao longo do eixo X, com mesma velocidade. Atividade 4: mover o ímã e a bobina ao longo do eixo X com mesma aceleração. Atividade 5: mover o ímã e a bobina ao longo do eixo z com mesma velocidade.
O microamperímetro indica a passagem de uma corrente apenas na atividade
Os esquemas abaixo representam um circuito misto de resistores (R1, R2, R3 e R4). O voltímetro é representado por um círculo com um V e o amperímetro por um círculo com um A. Para se medir o valor da intensidade da corrente no resistor R4 e da tensão entre seus terminais, a maneira correta de associar esses aparelhos está melhor representada em:

A função entre essas grandezas é
Durante uma experiência de Física cujo objetivo era determinar o tempo de queda de um objeto, foram feitos dois grupos de medidas G1 e G2. Os tempos de cada grupo são mostrados abaixo:
G1 (t1=1,27s; t2=1,28s; t3=1,27s; t4=1,26s; t5=1,28s)
G2 (t1=1,19s; t2=1,23s; t3=1,27s; t4=1,11s; t5=1,35s) .
Sabendo que o tempo mais provável é 1,23s, as medidas dos grupos G1 e G2 são, respectivamente,
A figura representa um peixe e uma régua usada para medi-lo. A menor divisão da régua é o milímetro.

A medida do comprimento do peixe é
Em um recipiente de vidro são misturados um líquido A cujos volume e massa são, respectivamente, 254 ml e 326,60 g, e um líquido B. A massa e o volume de B são, respectivamente, 21,4 g e 232,08 ml. Sendo os líquidos miscíveis, a densidade da mistura, em g/cm3, obtida é igual a
Com relação ao espalhamento Compton, o ângulo de deflexão é o ângulo entre o fóton espalhado e a trajetória do fóton inicial. Sendo assim, existe um ângulo em que a transferência de energia para o elétron é máxima. Assinale a alternativa que corresponde a este ângulo de deflexão.
No laboratório de Física existe um experimento para determinarmos a densidade de corpos que afundam na água, por exemplo. Para realização dessa experiência dispomos, basicamente, de um dinamômetro e um recipiente contendo água (d = 1000 kg/m3). A figura abaixo mostra o esquema do experimento, bem como os valores registrados nos dinamômetros, respectivamente, 100N e 20N, nas duas situações distintas, ou seja, o bloco fora d’água e o bloco mergulhado na água.
Considerando a aceleração da gravidade no laboratório igual 10 m/s² , podemos afirmar que a densidade do bloco vale:
Com a descoberta do efeito magnético da corrente elétrica (1819), foi possível a construção de aparelhos que fossem capazes de medir a intensidade de corrente elétrica e as diferenças de potenciais (ddp), bem como, outras grandezas elétricas. A figura mostra dois desses aparelhos, o Voltímetro e o Amperímetro (à esquerda), assim como suas representações em esquemas de circuitos elétricos (à direita).
No laboratório de física, um aluno fez uma montagem de circuito elétrico, a qual está esquematizada na figura abaixo, onde além dos aparelhos de medidas, considerados ideais, temos também resistores de 10 Ω cada e uma bateria de 30 V com resistência interna desprezível.
Considerando desprezíveis também as resistências dos fios de ligação entre os componentes, os valores registrados, respectivamente, pelo voltímetro e pelo amperímetro são:
Para medir o coeficiente de atrito estático entre a superfície de um bloco e uma rampa, faz-se a montagem esquematizada abaixo. Nela temos o bloco em repouso sobre a superfície da rampa que vai levantando lentamente até que o bloco fique prestes a se movimentar (iminência de movimento). Nessas condições, anota-se o ângulo de inclinação, o qual deverá estar relacionado com o coeficiente em questão.
Este ensaio foi feito para três blocos A, B e C de materiais diferentes, cujos ângulos de inclinação foram anotados, conforme a tabela abaixo.
Material |
A |
B |
C |
Ângulo |
27° |
30º |
25º |
Sendo µA, µB e µC, respectivamente, os coeficientes de atrito estático dos blocos A, B e C em relação à superfície da rampa, podemos afirmar que a relação entre eles é mais bem representada por:
A famosa experiência de Joule, na qual o mesmo determina o Equivalente Mecânico do Calor (1 cal = 4,1868 J), está representada na figura abaixo.
(Recorte adaptado de http://ceticismo.net/ciencia-tecnologia/a-termodinamica/8/)
Considerando que Joule deixou cair por 10 (dez) vezes o corpo de massa m de uma altura de 20 cm, num local onde a aceleração da gravidade vale 10m/s² e que os 500 g de água contidos no recipiente absorvem apenas 80% da energia total oriunda das quedas, o valor de m, em kg, sabendo que em todo o processo a água aqueceu de 0,08 ºC, vale:
Considere o calor específico da água: c = 4 J/gºC.
Com placas metálicas, discos de papelão, salmoura e sagacidade, Alessandro Volta, em 1799, revolucionou o mundo moderno com a invenção da pilha elétrica de Volta.
(Recorte adaptado de http://www.hottopos.com.br/regeq4/invention.htm.)
Devido à necessidade do uso de energia elétrica em grande escala, foi necessária a invenção do Gerador Eletromecânico (1866), o qual, basicamente, é constituído de uma máquina elétrica solidária a um sistema mecânico externo. Um exemplo simples de sistema mecânico é a roda d’água mostrada na figura abaixo.
(Recorte adaptado de http://pt.clipart.me/premium-buildings-landmarks/old-mill-with-water-wheel-icon-422710)
Quanto aos geradores eletromecânicos, é correto afirmar que seu funcionamento básico está relacionado à (ao):
No laboratório de Física do IFPA, um professor, para demonstrar os processos de transmissão de calor, fez a seguinte experiência: Segurou um tubo de ensaio cheio de água fria, pela parte do fundo, mantendo-o de forma inclinada. Aqueceu a parte superior do tubo em uma chama até que a água começou a ferver. O curioso foi o fato que, ainda assim, ele pode segurar o fundo do tubo sem queimá-lo. Analisando a experiência, ela comprova que:
Os disjuntores, também conhecidos por chaves automáticas, são colocados nos circuitos residenciais e comerciais para proteção de lâmpadas, ar-condicionados, geladeiras, computadores e outros aparelhos eletroeletrônicos. Uma das grandes vantagens na sua utilização é que podem ser “armados” novamente, assim que o problema causador de seu desligamento for detectado. O motivo de ser desligado ocorre pelo seguinte fato:
No circuito, com a chave Ch aberta, um aluno do IFPA, orientado pelo seu professor de física, verifica que o capacitor C está descarregado. O professor agora fecha o circuito através da chave Ch. Nessas condições, a carga elétrica final do capacitor medida pelo aluno será:
No laboratório de física do IFPA, o professor apresenta ao aluno o circuito esquematizado para realizar determinadas medições, onde temos três resistores ligados em série. Quando o aluno, orientado pelo professor, adapta um voltímetro no resistor de 2Ω com a chave Ch fechada, a tensão medida por ele terá intensidade de: