Questões de Concurso
Sobre astronomia observacional em astronomia
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Com base nessa distinção e nos conhecimentos sobre o Sistema Solar e o Universo, analise as afirmativas a seguir:
I. A aurora boreal é classificada como fenômeno exclusivamente astronômico, pois resulta da atividade solar e ocorre fora da atmosfera terrestre.
II. A observação de uma estrela cadente corresponde à visualização do fenômeno luminoso produzido por um meteoro ao atravessar a atmosfera terrestre.
III. As fases da Lua constituem fenômeno astronômico decorrente da variação da porção iluminada visível da Lua em função das posições relativas entre Terra, Lua e Sol.
IV. A formação de arco-íris é fenômeno cósmico, pois depende da incidência da luz solar proveniente do espaço exterior.
É CORRETO o que se afirma em:
(O Globo, 15/01/2026. Adaptado)
O texto menciona um eclipse do tipo anular, formando um "anel de fogo". Nessa situação, o observador vê um anel luminoso no lugar de um obscurecimento total porque
O movimento da Lua em torno da Terra e o tempo que ela leva para completá-lo estão corretamente apresentados na seguinte alternativa:
Em relação à dinâmica de naves espaciais e satélites, julgue o item a seguir.
Em uma transferência de Hohmann coplanar entre duas órbitas circulares de raios R0 e Rf , as queimas impulsivas sempre ocorrem nos nós orbitais, pois é nesses pontos que se minimizam, simultaneamente, a variação do semieixo maior e a excentricidade da órbita, alterando-se a orientação do plano orbital.
Em relação à dinâmica de naves espaciais e satélites, julgue o item a seguir.
Sabendo-se que a conservação do momento angular exige que os momentos angulares específicos no perigeu e no apogeu sejam iguais, é correto afirmar que um satélite em órbita elíptica cujos raios de apogeu e de perigeu sejam, respectivamente, da ordem de 16.000 km e 7.000 km, a velocidade do satélite no perigeu será maior que 8.000 m/s, se sua velocidade no apogeu for igual a 4.000 m/s.
Sabendo que uma mudança simples de inclinação de órbita de uma espaçonave pode ser realizada conforme ilustrado na figura precedente, julgue o item seguinte.
Para alterar apenas a inclinação da órbita de uma espaçonave por meio de uma manobra impulsiva realizada no cruzamento do equador, o ângulo entre o vetor velocidade da espaçonave e o vetor raio da órbita permanece igual a 90 graus e as magnitudes das velocidades antes e depois da manobra são iguais.
Em relação a sistemas de coordenadas celestes, julgue o item subsequente.
A transformação entre coordenadas equatoriais e galácticas pode ser feita por uma única rotação em torno do eixo polar.
Em relação a sistemas de coordenadas celestes, julgue o item subsequente.
O tempo sideral de Greenwich pode ser obtido diretamente a partir do tempo UTC, por meio de uma transformação linear.
Em relação a sistemas de coordenadas celestes, julgue o item subsequente.
A transformação entre coordenadas horizontais e equatoriais depende apenas da latitude do observador e da hora sideral local.
Acerca do posicionamento de satélites, julgue o item a seguir.
Para uma órbita circular, ou seja, de excentricidade nula, os elementos argumento do periélio e anomalia verdadeira são indeterminados, mas podem ser arbitrariamente fixados a zero sem perda de generalidade.
Acerca do posicionamento de satélites, julgue o item a seguir.
Em uma órbita polar, ou seja, de inclinação igual a 90 graus, o satélite passa sobre o mesmo ponto da superfície da Terra a cada volta completa.
Acerca do posicionamento de satélites, julgue o item a seguir.
Para a manutenção da posição de um satélite em órbita geoestacionária, são necessárias manobras de controle de inclinação (north-south) para compensar a perturbação de inclinação causada pelos efeitos lunisolares.
Acerca do posicionamento de satélites, julgue o item a seguir.
No problema inverso de determinação orbital a partir de duas observações de posição e velocidade em instantes diferentes, existe solução única para os elementos keplerianos caso o vetor de momento angular resultante seja perpendicular ao vetor posição média.
sob a ação
de uma força central
, em que G corresponde à
constante gravitacional e
corresponde ao vetor posição relativa
entre as partículas
em que
é o vetor posição da
partícula 2 e
é o vetor posição da partícula 1.A partir do cenário descrito, julgue o item que se segue.
A massa reduzida µ permite transformar o problema de dois corpos em um problema de um único corpo submetido a uma força central XX .
sob a ação
de uma força central
, em que G corresponde à
constante gravitacional e
corresponde ao vetor posição relativa
entre as partículas
em que
é o vetor posição da
partícula 2 e
é o vetor posição da partícula 1.A partir do cenário descrito, julgue o item que se segue.
Para o cenário descrito, as únicas primeiras integrais independentes são a energia total, o módulo do momento angular e o vetor Laplace-Runge-Lenz, inexistindo outras integrais de movimento.
sob a ação
de uma força central
, em que G corresponde à
constante gravitacional e
corresponde ao vetor posição relativa
entre as partículas
em que
é o vetor posição da
partícula 2 e
é o vetor posição da partícula 1.A partir do cenário descrito, julgue o item que se segue.
No cenário descrito, o vetor de Laplace-Runge-Lenz está alinhado com o eixo maior da elipse que descreve o movimento relativo do corpo de massa reduzida e aponta do foco ao periélio; a conservação desse vetor garante que a orientação da elipse permaneça fixa no espaço inercial para um problema de dois corpos sujeitos apenas à força gravitacional inversa ao quadrado da distância relativa.
sob a ação
de uma força central
, em que G corresponde à
constante gravitacional e
corresponde ao vetor posição relativa
entre as partículas
em que
é o vetor posição da
partícula 2 e
é o vetor posição da partícula 1.A partir do cenário descrito, julgue o item que se segue.
A solução geral da equação de movimento do corpo de
massa reduzida no cenário descrito pode ser dada pela
expressão a seguir, em que
sãos vetores constantes, ω corresponde à frequência angular e t, ao tempo.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha
Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.