Questões de Concurso Sobre astronomia observacional em astronomia

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Q3866149 Astronomia
O geocentrismo é um modelo antigo que afirma que o planeta Terra está no centro do Universo, e que o Sol, a Lua, planetas e estrelas circundam ao seu redor. O heliocentrismo, por outro lado, é um modelo que afirma que o Sol está no centro de massa do Sistema Solar, com a Terra e os demais planetas circundando-o. São observações, teorias e modelos que suportam o heliocentrismo
Alternativas
Q3832423 Astronomia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha


Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.


O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.


As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.


As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.


As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.


Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.


Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.


Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.

Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3831846 Astronomia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha


Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.


O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.


As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.


As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.


As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.


Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.


Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.


Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.

Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3830269 Astronomia
Na translação, a Terra descreve uma trajetória aproximadamente elíptica ao redor do Sol, denominada órbita. O tempo que o planeta leva para completar uma volta inteira nessa trajetória corresponde a (X), que é a duração de um ano terrestre. Assinale a alternativa que completa corretamente o (X) do texto. 
Alternativas
Q3829831 Astronomia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3829786 Astronomia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3827515 Astronomia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3827317 Astronomia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Física |
Q4145871 Astronomia
Texto para questão


Um estudante, filho de agricultores, residente no sul do Brasil, relatou ao seu professor de Física que aprendeu que o Sol sempre “nasce no Leste e se põe no Oeste”, e apresentou uma figura que, segundo ele, evidenciava essa afirmação. Durante essa aula, o professor propôs que os estudantes investigassem o movimento aparente do Sol ao longo do ano e solicitou que cada um deles perguntasse em casa como as pessoas da família costumavam observar o nascer e o pôr do Sol.




Um familiar do estudante explicou que isso nem sempre ocorre assim. Segundo ele, em diferentes épocas do ano, o Sol nasce e se põe em pontos diferentes no horizonte, algo que aprendeu com o avô ao observar a variação das sombras das árvores e das construções no campo. O relato chamou a atenção do professor para a relevância de considerar os saberes locais na sala de aula, mostrando que esses conhecimentos podem ser ponto de partida para atividades investigativas na escola.


Disponível em: https://colecao-hipopotamo.com. Acesso em: 31 maio 2025 (adaptado).
Considerando esse texto, qual proposta didática é apropriada para discutir o movimento aparente do Sol no céu?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Física |
Q4145869 Astronomia
Texto para questão


Um estudante, filho de agricultores, residente no sul do Brasil, relatou ao seu professor de Física que aprendeu que o Sol sempre “nasce no Leste e se põe no Oeste”, e apresentou uma figura que, segundo ele, evidenciava essa afirmação. Durante essa aula, o professor propôs que os estudantes investigassem o movimento aparente do Sol ao longo do ano e solicitou que cada um deles perguntasse em casa como as pessoas da família costumavam observar o nascer e o pôr do Sol.




Um familiar do estudante explicou que isso nem sempre ocorre assim. Segundo ele, em diferentes épocas do ano, o Sol nasce e se põe em pontos diferentes no horizonte, algo que aprendeu com o avô ao observar a variação das sombras das árvores e das construções no campo. O relato chamou a atenção do professor para a relevância de considerar os saberes locais na sala de aula, mostrando que esses conhecimentos podem ser ponto de partida para atividades investigativas na escola.


Disponível em: https://colecao-hipopotamo.com. Acesso em: 31 maio 2025 (adaptado).
Considerando as diferentes visões sobre o fenômeno do movimento aparente do Sol, por qual razão, ao longo do ano, o Sol nasce e se põe em pontos diferentes no horizonte?
Alternativas
Q4058170 Astronomia
Em qualquer sistema de coordenadas, a posição é determinada a partir de um plano de referência e coordenadas (x, y). Assim, qual é o sistema de coordenadas astronômicas no qual, durante a trajetória aparente do Sol, existem quatro pontos de referência e de relevância?
Alternativas
Q4032688 Astronomia
As fases da Lua correspondem aos diferentes aspectos com que esta se apresenta no céu ao longo das noites e dos "dias claros" de um mês. Isso não é devido à projeção da sombra da Terra na Lua, como alguns podem pensar. Mas sim, devido à visualização que temos da Lua conforme ela orbita em torno da Terra (posição relativa entre a Lua, Terra e Sol). Sobre a Lua, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)No eclipse do Sol, é a Terra que projeta sua sombra sobre a Lua.
(__)A fase da Lua é um fenômeno astronômico observado simultaneamente em todo o globo terrestre; assim, quando a Lua cheia é vista no Brasil, ela também é vista dessa forma em Portugal.
(__)No eclipse da Lua, a Lua atravessa a sombra da Terra.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo. 
Alternativas
Q3853672 Astronomia
Durante uma atividade de observação noturna, estudantes utilizaram telescópios amadores para registrar, em uma mesma sessão, três fenômenos: uma região da Via Láctea com grande concentração de estrelas jovens, o movimento aparente dos planetas visíveis no céu ao longo das semanas e a mudança nas fases da Lua durante o mês. Considerando os princípios astronômicos envolvidos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3824607 Astronomia
A região de Cordilheira Alta possui áreas rurais com baixa poluição luminosa, permitindo a observação do céu noturno e de estrelas da Via Láctea. Considerando conceitos de astronomia e espectroscopia aplicados a essas observações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3813462 Astronomia
O Cometa 3I/Atlas foi detectado pela primeira vez em 1º de julho de 2025 pelo telescópio Atlas, no Chile. Desde então, ele vem sendo monitorado por diferentes telescópios e missões espaciais. Sua trajetória indica que ele é possivelmente o cometa mais antigo já observado, podendo ter até 7,6 bilhões de anos, cerca de três bilhões a mais que o próprio Sistema Solar. Considerando a classificação do Cometa 3I/Atlas como um objeto interestelar, atente para o que se diz a seu respeito:

I. É um objeto com hiperbólica, que se move tão rapidamente que não consegue ser gravitacionalmente puxado pelo Sol.
II. Passará pelo Sistema Solar somente uma vez e escapará para sempre do centro de gravitação do Sol, retornando de vez ao espaço interestelar.
III. Sua velocidade no Sistema Solar é muito alta para ser de origem local.
IV. De forma geral, sua composição geológica não é semelhante à dos outros cometas formados no nosso Sistema Solar.

É correto o que se afirma em
Alternativas
Q3791925 Astronomia
O planeta Terra não está estático no universo, realizando diversos movimentos simultâneos. O movimento que a Terra realiza em torno do seu próprio eixo, com duração aproximada de 24 horas, e que é o principal responsável pela sucessão dos dias e das noites, é chamado de:
Alternativas
Q3768488 Astronomia
Assinale a alternativa que cita corretamente o movimento do Planeta Terra que demora cerca de 366 dias.
Alternativas
Q3766557 Astronomia
A maneira mais fácil de posicionamento e orientação cartográfica atualmente se dá por meio de sistemas de posicionamentos por satélite GNSS. Sem esses instrumentos modernos, utilizava-se uma bússola ou um sextante, sem os quais ainda é possível fazer a orientação pelo Sol de dia, e à noite pelas estrelas dependendo da posição do globo em que se esteja. Sobre posicionamento por estrelas, é correto afirmar que 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FÍSICA - Licenciatura |
Q3710282 Astronomia
Um estudante, filho de agricultores, residente no sul do Brasil, relatou ao seu professor de Física que aprendeu que o Sol sempre “nasce no Leste e se põe no Oeste”, e apresentou uma figura que, segundo ele, evidenciava essa afirmação. Durante essa aula, o professor propôs que os estudantes investigassem o movimento aparente do Sol ao longo do ano e solicitou que cada um deles perguntasse em casa como as pessoas da família costumavam observar o nascer e o pôr do Sol. 


Um familiar do estudante explicou que isso nem sempre ocorre assim. Segundo ele, em diferentes épocas do ano, o Sol nasce e se põe em pontos diferentes no horizonte, algo que aprendeu com o avô ao observar a variação das sombras das árvores e das construções no campo. O relato chamou a atenção do professor para a relevância de considerar os saberes locais na sala de aula, mostrando que esses conhecimentos podem ser ponto de partida para atividades investigativas na escola.

Disponível em: https://colecao-hipopotamo.com.

Acesso em: 31 maio 2025 (adaptado)
Considerando as diferentes visões sobre o fenômeno do movimento aparente do Sol, por qual razão, ao longo do ano, o Sol nasce e se põe em pontos diferentes no horizonte?
Alternativas
Q3647052 Astronomia
Imagem associada para resolução da questão

Este instrumento possui uma lente objetiva que capta a luz dos objetos e forma a imagem no foco. Logo atrás, há uma segunda lente chamada ocular, que atua como uma lupa, ampliando a imagem formada pela objetiva. Utilizado por Galileu, apresenta limitações como aberrações cromáticas e dificuldades na construção de grandes dimensões. Assinale a alternativa que corresponde a esse tipo de telescópio.
Alternativas
Respostas
21: D
22: C
23: C
24: C
25: D
26: D
27: B
28: C
29: C
30: D
31: C
32: C
33: B
34: D
35: D
36: D
37: C
38: D
39: D
40: C