Questões de Concurso
Sobre o que é a filosofia em filosofia
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1. A mensuração e a experiência como procedimentos únicos do conhecimento verdadeiro. 2. A distinção entre o conhecimento sensível e o conhecimento intelectual. 3. A diferença entre opinião e saber ou conhecimento intelectual. 4. A diferença entre aparência e essência. 5. A determinação das fontes de conhecimento como sensação, percepção imaginação, memória, linguagem, raciocínio e intuição intelectual.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
“[…] fim do século VII a. C. e início do século VI a. C., nas colônias gregas .................... , na cidade de Mileto. E seu primeiro filósofo foi Tales de Mileto. A filosofia possui também um conteúdo preciso ao nascer, ou seja, é uma .................... ”
. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Hesíodo. Teogonia.
A partir do texto acima e do chamado pensamento mítico, julgue o item que se segue.
Os deuses eram, algumas vezes, considerados como os próprios constituintes do mundo, como a Terra, o Céu e o Ar.
Hesíodo. Teogonia.
A partir do texto acima e do chamado pensamento mítico, julgue o item que se segue.
O pensamento mítico buscava explicar a origem do cosmo e do homem, sendo, portanto, classificado como filosofia.
A solução de Kant para o problema do conhecimento envolve, em alguma medida, a estipulação de categorias para o entendimento.
É correto afirmar que o segundo texto de Kant expressa, em alguma medida, algum elemento externo, não subjetivo, na constituição do conhecimento.
O imperativo categórico possui uma fundamentação empírica segundo a filosofia kantiana.
Julgue o item que se segue, tendo como referência as duas citações acima e o chamado período clássico da Filosofia.
Para os pré-socráticos, há sempre a postulação de um
elemento físico como sendo o constituinte das coisas do
mundo.
Pode-se afirmar que, para Parmênides, o Ser seria o elemento constituinte inclusive dos quatro elementos — terra, fogo, ar e água —, na medida em que a combinação destes determina a mudança.
Se a proposição α é falsa e a proposição β é falsa, então α → β é falsa.
Se a proposição α é verdadeira e a proposição β é falsa, então α → β é falsa.
Kant se ocupou exclusivamente do problema do conhecimento, em detrimento da faculdade do sentimento e do juízo estético.
ABBAGNANO, N.. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007, p.545.
Para Immanuel Kant, o Iluminismo é:
(FAVARETO, Celso F. "Notas sobre ensino de Filosofia". In: ARANTES, Paulo Eduardo, et alii. A filosofia e seu ensino. São Paulo: EDUC, 1993, p. 77).
Com base na reflexão acima e suas possíveis consequências, analise as afirmativas abaixo.
I. O texto apresenta uma crise da Filosofia, porém, independente da perda de seu assunto instituído, provoca a sua valorização e o desenvolvimento de novos estilos de Filosofar. II. A escolha do programa, por ser este necessariamente aberto, pode ser desenvolvido por qualquer professor, desde que tenha um conhecimento panorâmico das “Histórias das Ideias” e das “Ciências Humanas”. III. O importante não é a discussão sobre opções de conteúdo: informações, rede conceitual, problemas, mas sim, o que possa garantir a entrada nos procedimentos filosóficos; isto é, à produção da familiaridade com um modo de linguagem que articula fabricação de conceitos, argumentação, sistematicidade e significação. IV. O importante para um programa de Filosofia é estabelecer recortes efetuados na tradição conhecida como História da Filosofia, no elenco das áreas filosóficas tradicionais e atuais.
Estão corretas as afirmativas:
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
I. Quando o pensador fala que “nascemos do mundo”, quer dizer que, desde cedo, existe um campo aberto de possibilidades à nossa disposição, que pode nos permitir sermos livres ou não. II. Podemos compreender que o filósofo está buscando explicar o significado e o conceito de liberdade com base em dois aspectos: o da construção e o da liberdade situada. Em ambos os aspectos, o mundo abre caminhos, mas também impõem limites para a vivência da liberdade. III. Pode-se compreender a nossa existência com base em dois fundamentos: que nunca há determinismo e que nunca há escolhas absolutas, “pois nunca somos consciência nua”, algo pronto, acabado, somos seres abertos a uma infinidade de possibilidades. IV. O pensador está concordando com o pensamento de Rousseau, que afirma: “o homem no seu estado natural não é livre”, porque já nasce pronto. Segundo o filósofo, o homem é “o lobo do próprio homem”. Para ambos os pensadores, é a sociedade que torna o homem livre bondoso e virtuoso. Em outras palavras, é a sociedade que constrói a essência humana.