Questões de Concurso Sobre o que é a filosofia em filosofia

Foram encontradas 542 questões

Q803989 Filosofia

Acerca da utilização da metodologia da aprendizagem baseada em problemas no ensino de filosofia, julgue o próximo item.

Essa metodologia pode ser desenvolvida por meio de casos hipotéticos, buscando-se solução de problemas a partir de diferentes correntes filosóficas.

Alternativas
Q803988 Filosofia

Acerca da utilização da metodologia da aprendizagem baseada em problemas no ensino de filosofia, julgue o próximo item.

O foco principal da metodologia da aprendizagem baseada em problemas é a aprendizagem individual, motivo por que os trabalhos em equipe são desprezados nas etapas de desenvolvimento dessa metodologia.

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Q803987 Filosofia
Acerca da utilização da metodologia da aprendizagem baseada em problemas no ensino de filosofia, julgue o próximo item. A aprendizagem por meio de problemas rejeita a elaboração de relatórios e avaliações de aprendizagem.
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Q803986 Filosofia

Acerca da aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ao ensino de filosofia, julgue o item a seguir.

A sugestão enfática da formação de consciência cidadã presente nos PCN afasta a possibilidade do estudo de argumentações e correntes filosóficas que discordem desse ideal.

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Q803985 Filosofia

Acerca da aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ao ensino de filosofia, julgue o item a seguir.

Ao propor um ensino de filosofia que forme cidadãos, os PCN negam a prática da dialética.

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Q803984 Filosofia

Acerca da aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ao ensino de filosofia, julgue o item a seguir.

A proposta dos PCN é tornar o ensino de filosofia mais humanizado.

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Q803983 Filosofia

Acerca da aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ao ensino de filosofia, julgue o item a seguir.

A metodologia de ensino de filosofia deve contribuir para a tomada de consciência de ser no mundo.

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Q803967 Filosofia

    A ciência é uma forma sistematicamente organizada do pensamento objetivo. Da magia — considerada um conjunto de práticas destinado a aproveitar os poderes sobrenaturais —, a ciência teria conservado uma aparência de mistério e gravidade ritual, traço que ainda hoje surpreende a maioria dos espíritos. Do feiticeiro ao cientista há apenas um pequeno passo, fácil de transpor, quando considerados os “milagres” da ciência moderna. Quanto mais escapam aos nossos sentidos as forças naturais das quais ela se aproveita (ondas hertzianas, eletricidade, emissões eletrônicas), mais parece ela realizar os sonhos dos mágicos. A ciência, entretanto, apenas poderá ser magia aos olhos de espectadores, pois é apenas se libertando da magia que a ciência propriamente dita pode desenvolver-se.

Gilles-Gaston Granger. Lógica e filosofia das ciências.

São Paulo: Melhoramentos, 1955, p. 75 (com adaptações)

Considerando o texto precedente e o cenário filosófico e científico modernos, julgue o item subsequente.
No texto apresentado, identificam-se a ciência e a magia, uma postura comum na teoria do conhecimento do início da história da filosofia.
Alternativas
Q803966 Filosofia

    A ciência é uma forma sistematicamente organizada do pensamento objetivo. Da magia — considerada um conjunto de práticas destinado a aproveitar os poderes sobrenaturais —, a ciência teria conservado uma aparência de mistério e gravidade ritual, traço que ainda hoje surpreende a maioria dos espíritos. Do feiticeiro ao cientista há apenas um pequeno passo, fácil de transpor, quando considerados os “milagres” da ciência moderna. Quanto mais escapam aos nossos sentidos as forças naturais das quais ela se aproveita (ondas hertzianas, eletricidade, emissões eletrônicas), mais parece ela realizar os sonhos dos mágicos. A ciência, entretanto, apenas poderá ser magia aos olhos de espectadores, pois é apenas se libertando da magia que a ciência propriamente dita pode desenvolver-se.

Gilles-Gaston Granger. Lógica e filosofia das ciências.

São Paulo: Melhoramentos, 1955, p. 75 (com adaptações)

Considerando o texto precedente e o cenário filosófico e científico modernos, julgue o item subsequente.
Na medida em que tanto o conhecimento científico quanto o conhecimento filosófico se interessam pela verdade, é correto afirmar que eles são idênticos.
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Q803960 Filosofia

      A pergunta sobre o que é e para o que serve a filosofia é inevitável sempre que nos confrontamos pela primeira vez com esse pensamento, que nos causa estranheza e fascínio. Na verdade, essa pergunta é tão antiga quanto o próprio surgimento da filosofia, mas claramente não possui resposta única.

     Sexto Empírico, filósofo cético dos séculos II–III, foi um dos pensadores que formulou essa questão de modo mais contundente. Diz ele que em toda investigação temos três resultados possíveis: acreditamos ter encontrado a resposta, acreditamos ser impossível encontrar a resposta, continuamos buscando. No primeiro caso, nos tornamos dogmáticos e a investigação cessa; no segundo caso, somos também dogmáticos, ainda que em um sentido negativo, e a investigação igualmente cessa; só no terceiro caso, segundo Sexto, temos a autêntica filosofia, aquela que continua a investigar, para a qual a busca é mais importante que a resposta.

    De certo modo, a filosofia moderna incorporou a posição cética, passando a considerar que nenhuma teoria, nenhum sistema, nenhum tipo de saber podem pretender ser conclusivos, podem querer ter a palavra final sobre o que quer que seja. A contribuição da filosofia tem sido, portanto, desde o seu nascimento na Grécia Antiga, a interrogação, o questionamento, a pergunta. Para a filosofia, não há nada que não possa ser posto em questão. Deve ser possível discutir tudo. E é o caráter inconclusivo das respostas que nos convida a retomar as questões, a repensá-las, a procurar nossas próprias respostas, fatalmente também inconclusivas.

Danilo Marcondes. Para que serve a filosofia?Prefácio do livro Café Philo:

As grandes indagações da filosofia.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. 9 (com adaptações).

Tendo esse texto como referência, julgue o item seguinte.
Conforme o texto, o ceticismo é uma possibilidade dogmática: a certeza estaria assentada na impossibilidade de conhecer.
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Q803959 Filosofia

      A pergunta sobre o que é e para o que serve a filosofia é inevitável sempre que nos confrontamos pela primeira vez com esse pensamento, que nos causa estranheza e fascínio. Na verdade, essa pergunta é tão antiga quanto o próprio surgimento da filosofia, mas claramente não possui resposta única.

     Sexto Empírico, filósofo cético dos séculos II–III, foi um dos pensadores que formulou essa questão de modo mais contundente. Diz ele que em toda investigação temos três resultados possíveis: acreditamos ter encontrado a resposta, acreditamos ser impossível encontrar a resposta, continuamos buscando. No primeiro caso, nos tornamos dogmáticos e a investigação cessa; no segundo caso, somos também dogmáticos, ainda que em um sentido negativo, e a investigação igualmente cessa; só no terceiro caso, segundo Sexto, temos a autêntica filosofia, aquela que continua a investigar, para a qual a busca é mais importante que a resposta.

    De certo modo, a filosofia moderna incorporou a posição cética, passando a considerar que nenhuma teoria, nenhum sistema, nenhum tipo de saber podem pretender ser conclusivos, podem querer ter a palavra final sobre o que quer que seja. A contribuição da filosofia tem sido, portanto, desde o seu nascimento na Grécia Antiga, a interrogação, o questionamento, a pergunta. Para a filosofia, não há nada que não possa ser posto em questão. Deve ser possível discutir tudo. E é o caráter inconclusivo das respostas que nos convida a retomar as questões, a repensá-las, a procurar nossas próprias respostas, fatalmente também inconclusivas.

Danilo Marcondes. Para que serve a filosofia?Prefácio do livro Café Philo:

As grandes indagações da filosofia.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. 9 (com adaptações).

Tendo esse texto como referência, julgue o item seguinte.
Em filosofia, o dogmatismo é a perspectiva que sustenta a possibilidade do conhecimento com a probabilidade de alcance da certeza.
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Q803958 Filosofia

      A pergunta sobre o que é e para o que serve a filosofia é inevitável sempre que nos confrontamos pela primeira vez com esse pensamento, que nos causa estranheza e fascínio. Na verdade, essa pergunta é tão antiga quanto o próprio surgimento da filosofia, mas claramente não possui resposta única.

     Sexto Empírico, filósofo cético dos séculos II–III, foi um dos pensadores que formulou essa questão de modo mais contundente. Diz ele que em toda investigação temos três resultados possíveis: acreditamos ter encontrado a resposta, acreditamos ser impossível encontrar a resposta, continuamos buscando. No primeiro caso, nos tornamos dogmáticos e a investigação cessa; no segundo caso, somos também dogmáticos, ainda que em um sentido negativo, e a investigação igualmente cessa; só no terceiro caso, segundo Sexto, temos a autêntica filosofia, aquela que continua a investigar, para a qual a busca é mais importante que a resposta.

    De certo modo, a filosofia moderna incorporou a posição cética, passando a considerar que nenhuma teoria, nenhum sistema, nenhum tipo de saber podem pretender ser conclusivos, podem querer ter a palavra final sobre o que quer que seja. A contribuição da filosofia tem sido, portanto, desde o seu nascimento na Grécia Antiga, a interrogação, o questionamento, a pergunta. Para a filosofia, não há nada que não possa ser posto em questão. Deve ser possível discutir tudo. E é o caráter inconclusivo das respostas que nos convida a retomar as questões, a repensá-las, a procurar nossas próprias respostas, fatalmente também inconclusivas.

Danilo Marcondes. Para que serve a filosofia?Prefácio do livro Café Philo:

As grandes indagações da filosofia.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. 9 (com adaptações).

Tendo esse texto como referência, julgue o item seguinte.
O caráter inconclusivo das respostas filosóficas é uma particularidade do modo de pensar filosófico que se projeta em outras questões, o que faz da filosofia um campo sempre aberto à investigação. 
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Q803956 Filosofia

    Na Grécia antiga, em meio à intensa vida cultural, política e comercial das poleis, nasce a filosofia, uma forma de pensar conceitualmente o mundo e responder a problemas diversos de modo racional. Uma vez que a religião, o mito e o senso comum não mais forneciam respostas satisfatórias, os primeiros filósofos buscaram uma explicação, pautada em critérios claros, demonstrativos e não dogmáticos, para as curiosidades cosmológicas, físicas e antropológicas do seu tempo. A relação da filosofia com outros saberes é um dos traços mais fortes de sua história. Na Idade Média, por exemplo, Agostinho e Tomás de Aquino aproximaram a teologia cristã da filosofia; na modernidade, Galileu, Bacon e Newton investigaram na filosofia, na física e na ciência nascente o método perfeito. As artes também constituem outro ponto de convergência para os interesses filosóficos. Com os pensadores da teoria crítica, como Benjamin e Adorno, vê-se como a produção e a fruição da arte, sob o ponto de vista filosófico e histórico, foram modificadas pelo desenvolvimento de meios técnicos e tecnológicos em um contexto capitalista, a que se denomina indústria cultural.

Silvio Galo. Filosofia: experiência de pensamento.

São Paulo: Scipione, 2013, p. 9 (com adaptações).

A partir da leitura do texto precedente, julgue o item a seguir.
O estabelecimento de conceitos para a resolução de problemas e para a compreensão do mundo determina o pensamento filosófico. A dimensão conceitual está presente na filosofia ao longo de sua história, sendo um de seus aspectos característicos.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787436 Filosofia

Os filósofos podem lançar mão de diversos elementos estruturantes para dar ordenamento aos seus argumentos. Ao longo da história, um desses elementos estruturantes foi a própria lógica. No caso da lógica, há a possibilidade de se adotar a lógica formal como princípio ordenador da argumentação, mas há também a possibilidade de se adotar uma lógica dialética. Quanto à lógica formal, à lógica dialética e a algumas diferenças entre elas, julgue o seguinte item.

Na lógica dialética, há a possibilidade de se estabelecer, internamente, a questão do devir, o que não é possível no âmbito de uma lógica formal clássica.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787435 Filosofia

Os filósofos podem lançar mão de diversos elementos estruturantes para dar ordenamento aos seus argumentos. Ao longo da história, um desses elementos estruturantes foi a própria lógica. No caso da lógica, há a possibilidade de se adotar a lógica formal como princípio ordenador da argumentação, mas há também a possibilidade de se adotar uma lógica dialética. Quanto à lógica formal, à lógica dialética e a algumas diferenças entre elas, julgue o seguinte item.

A lógica dialética recebeu, no século XIX, uma caracterização específica a partir dos trabalhos de Hegel.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787434 Filosofia

Os filósofos podem lançar mão de diversos elementos estruturantes para dar ordenamento aos seus argumentos. Ao longo da história, um desses elementos estruturantes foi a própria lógica. No caso da lógica, há a possibilidade de se adotar a lógica formal como princípio ordenador da argumentação, mas há também a possibilidade de se adotar uma lógica dialética. Quanto à lógica formal, à lógica dialética e a algumas diferenças entre elas, julgue o seguinte item.

A lógica formal tem apenas a realização feita por Aristóteles e aperfeiçoada por Frege, enquanto há várias lógicas dialéticas.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2016 - IF-PI - Professor - Filosofia |
Q2822235 Filosofia

Kant concorda, respectivamente, com empiristas e racionalistas em relação aos seguintes tópicos:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2016 - IF-PI - Professor - Filosofia |
Q2822227 Filosofia

As obras “Novum Organum”, “Ensaio acerca do entendimento humano” e “Investigação sobre o entendimento humano”, foram escritas por:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2016 - IF-PI - Professor - Filosofia |
Q2822206 Filosofia

A concepção kantiana de conhecimento sustenta:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2016 - IF-PI - Professor - Filosofia |
Q2822197 Filosofia

Dentre as alternativas abaixo relacionadas, indique qual noção teórica é utilizada para fundamentar a argumentação utilizada na seguinte citação:


“O discurso ideológico é o discurso dogmático, não-crítico, que resiste à interpelação, que é incapaz de explicitar seus fundamentos, de apresentar suas justificativas. Não é apenas pelo que diz, que pode ser considerado ideológico, mas principalmente pelo modo como diz. Nesse sentido, a ideologia não se contrapõe à ciência, a um saber verdadeiro, não-ideológico, mas sim à crítica, ao questionamento, à possibilidade de oferecer justificativas à interpelação, à possibilidade de ter pressupostos examinados".


(MARCONDES, Danilo. Filosofia, Linguagem e Comunicação. São Paulo: Cortez, p.124-125).

Alternativas
Respostas
421: C
422: E
423: E
424: E
425: E
426: C
427: C
428: E
429: E
430: C
431: C
432: C
433: C
434: C
435: C
436: E
437: E
438: D
439: A
440: D