Questões de Concurso
Sobre filosofia e a grécia antiga em filosofia
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(MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos présocráticos à Wittgenstein. Rio de Janeiro, Zahar, 2007 )
Sobre as diferenças entre o pensamento mítico e o pensamento filosófico-científico, é correto afirmar que:
A partir do trecho citado e de seus conhecimentos sobre a mitologia grega, assinale a alternativa correta.
Um filósofo relevante da Grécia Antiga foi Aristóteles, aluno de Platão na Academia.
Fundou sua própria escola, o Liceu, pois já não concordava com a filosofia .......................... do seu mestre. Destacou-se também por ter criado a teoria da ..................................... , composta por matéria e forma, também denominada hilemorfismo.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Segundo o método proposto por Platão, é correto afirmar que as opiniões
Para Platão, a ideia de Bem torna-se o escopo do que seja verdadeiro e belo, podemos afirmar sobre o pensamento do filósofo, EXCETO:
A filosofia grega tipifica a racionalidade humana e o conhecimento a partir de elementos naturais que representam a luz; conhecer envolve um discernimento relacionado à visão e nitidez, como podemos perceber nas citações abaixo, exceto:
“Na história do pensamento ocidental, a filosofia nasce na Grécia por volta do século VI (ou VII) a.C. Por meio de longo processo histórico, surge promovendo a passagem do saber mítico ao pensamento racional, sem, entretanto, romper bruscamente com todos os conhecimentos do passado. Durante muito tempo, os primeiros filósofos gregos compartilharam de diversas crenças míticas, enquanto desenvolviam o conhecimento racional que caracteriza a filosofia. Essa passagem do mito à razão significa precisamente que já havia, de um lado, uma lógica do mito e que, de outro lado, na realidade filosófica ainda está incluído o poder do lendário.” (Gilberto Cotrim)
Sobre o surgimento da Filosofia e a passagem da explicação mítica da realidade para uma explicação filosófica, pode‐se afirmar que:
A definição mais tradicional de conhecimento, formulada desde a Antiguidade, possui diversos elementos constitutivos e contextualizadores. Sobre ela, podemos afirmar que:
I. Conhecimento é definido como uma crença, que é verdadeira e justificada.
II. Essa definição foi formulada inicialmente na obra Teeteto de Platão.
III. Essa definição é conhecida como definição tripartite do conhecimento.
IV. Essa definição veio a ser questionada de forma consistente pela primeira vez por Descartes, em seu Discurso do Método.
V. Edmund Gettier, filósofo contemporâneo, retoma a formulação tradicional, defendendo-a fortemente contra Descartes em seu seminal artigo sobre o problema da definição do conhecimento.
Marque a alternativa CORRETA, ou seja, aquela que corresponde ao contexto da problemática dessa definição tradicional:
Sobre a evolução histórica do pensamento filosófico ocidental, marque a alternativa ERRADA:
O que a etimologia do termo FILOSOFIA expressa a respeito da atividade filosófica? Marque a alternativa que é uma interpretação ERRADA dessa etimologia:
( ) Anaximandro considerou o apeiron o arché, ou seja, a substância primordial, origem de todas as coisas. ( ) Anaxímenes considerou o fogo como seu arché, substância primordial, princípio de todas as coisas. ( ) Empédocles propôs o ar como princípio de todas as coisas, o ar é o elemento mais sutil existente. ( ) Parmênides dizia que o ser é, e não pode deixar de ser, e o não ser não é, e não pode vir a ser.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
De acordo com o texto acima, Heráclito se contrapõe a Parmênides, porque ele defende
“Platão distingue o mundo sensível, o dos fenômenos, do mundo inteligível, o das idéias. O mundo sensível, percebido pelos sentidos, é o local da multiplicidade, do movimento; é ilusório, pura sombra do verdadeiro mundo. O mundo inteligível é alcançado pela dialética ascendente, que fará a alma elevar-se das coisas múltiplas e mutáveis às idéias unas e imutáveis” (ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2013, p. 119. Adaptado).
Interpretando o texto acima, a relação da verdade com o mundo sensível e com o mundo inteligível é:
“Os Sofistas surgem na Grécia antiga, século V a. C. na passagem da oligarquia para a democracia. São os mestres de retórica e oratória, muitas vezes mestres itinerantes, que percorrem as cidadesestados fornecendo seus ensinamentos, sua técnica, suas habilidades aos cidadãos em geral. Eram relativistas. Sócrates também ensinava nas praças públicas através de perguntas e respostas que despertavam a verdade que está no interior de cada um. Sócrates afirmava que a opinião (doxa) é uma expressão individual, já o conhecimento (episteme) é universal. Desta forma, os sofistas ensinavam a retórica para convencer aos outros que sua opinião é a melhor e Sócrates ensinava a dialética, que através de questionamentos (só sei que nada sei) levava ao conhecimento verdadeiro” (MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 42-48. Adaptado).
De acordo com o texto acima, Sócrates não era um sofista, pois ele