Questões de Concurso Sobre em busca da verdade em filosofia

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Q1970749 Filosofia
Desde o final do século XIX e ao longo do século XX, tanto o prestígio – social e acadêmico – da ciência quanto os problemas pertinentes ao trabalho científico – sua natureza, seus limites e método – fi zeram crescer o interessa dos filósofos pela ciência. Despontaram, assim, diferentes abordagens naquilo que chamamos filosofia da ciência, cada uma com seu arcabouço conceitual. Dentre os conceitos que se consagraram na filosofia da ciência, temos os de ciência normal e ciência extraordinária. É CORRETO afirmar que os termos em destaque integram:
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Q1970732 Filosofia
Leia o trecho a seguir:
“O que levou Kant a elaborar toda a prospectiva do criticismo foram as observações céticas de Hume, que, levando às últimas consequências a abordagem empirista, demonstrou a inconsistência das noções de espaço e de tempo, reduzindo-as a fruto de um simples hábito. Kant quis resolver esse desafio considerando o espaço e o tempo como duas formas sintéticas a priori da percepção.” (NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de Filosofia: das origens à idade moderna. São Paulo: Globo, 2005, p. 328).
Qual das alternativas a seguir traz a concepção kantiana de espaço e tempo?
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Q1969678 Filosofia
A noção de que toda verdade é relativa expressa a ideia de que: 
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Q2676122 Filosofia

O estado de ignorância se mantém em nós à medida que esta aparece como não problemática, enquanto não duvidamos de nossas crenças e ideias sobre as coisas. A incerteza sobre algo é a descoberta da ignorância e nos faz ter o desejo de superá-la com a busca da verdade A verdade configura um valor para a Filosofia. Diante do exposto, assinale a alternativa correta:

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Q2008313 Filosofia

A filosofia ocidental se desenvolveu, em grande medida, no interior das tensões entre a perspectiva racionalista e a perspectiva empirista. Com relação ao racionalismo e ao empirismo, julgue o item.


Kant escreve sua Crítica da Razão Pura para responder, entre outras, à pergunta de como a ciência é possível.

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Q2008310 Filosofia
A filosofia ocidental se desenvolveu, em grande medida, no interior das tensões entre a perspectiva racionalista e a perspectiva empirista. Com relação ao racionalismo e ao empirismo, julgue o item.
Na filosofia moderna, René Descartes foi um dos representantes máximos do racionalismo.
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Q2004427 Filosofia
Augusto Comte, o pai do positivismo, na obra Discurso sobre o espírito positivo, 1ª parte, VII, debate o termo positivo, apresentando cinco sentidos para o mesmo. Na sequência do texto, Comte elabora um significado próprio, específico de sua filosofia, ou seja, um sentido que não está diretamente ligado ao termo positivo.
O significado de positivo elaborado por Comte, e que marca o espírito filosófico positivista, versa em sua tendência necessária a substituir
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Q2004424 Filosofia
A ideia de causa e efeito foi, e ainda é, muito usada pelas ciências em geral. Quando se observa uma regularidade entre os fenômenos, precisamente a regularidade de sua contiguidade e sucessão, logo inferimos a necessidade da conexão entre os dois fenômenos, considerando-os um como causa e o outro como efeito.
Que filósofo faz a crítica da ideia de causa e efeito no século XVIII, defendendo que causa e efeito são duas ideias bem distintas entre si, pois nenhuma análise, por mais precisa que seja, pode fazer saber, antecipadamente, o efeito que deriva de determinada causa?
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Q2003947 Filosofia
O final do século XIX e início do século XX foi marcado por uma série de pensadores que promoveram uma profunda crítica ao racionalismo.
Nesse contexto surge a fenomenologia, que desenvolveu a defesa de que:
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Q2003940 Filosofia
Na antiguidade desenvolveu-se importante reflexão filosófica acerca do contraponto existente entre opinião e conhecimento.
As duas expressões são representadas respectivamente por:
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Q1950942 Filosofia
Sobre o pensamento de Kant, fala-se de filosofia crítica e de filosofia transcendental: “(...) ‘transcendental’ porque a teoria do conhecimento não poderia tratar de objetos particulares, mas da necessidade lógica e das condições universais do conhecimento enquanto tal.”
(REIS, J. C. A Crítica Histórica Da Razão: Dilthey Versus Kant. In: Memória, Identidade e Historiografia. Textos de história. vol. 10, 1 /2, 2002, p. 162 - adaptado).

Quanto às razões do seu caráter crítico, assinale a alternativa que descreve corretamente.
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Q1950941 Filosofia
A pergunta fundamental da Crítica da Razão Pura (1781), de Immanuel Kant, pode ser sintetizada na forma: “Como são possíveis os ________?”. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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Q1950939 Filosofia
Leia os trechos da Seção II do Ensaio sobre o Entendimento Humano (1748), de D. Hume, citados abaixo para responder à questão seguinte.

    “Cada um admitirá prontamente que há uma diferença considerável entre as percepções do espírito, quando uma pessoa sente a dor do calor excessivo ou o prazer do calor moderado, e quando depois recorda em sua memória esta sensação ou a antecipa por meio de sua imaginação. (...)”

    “Podemos observar uma distinção semelhante em todas as outras percepções do espírito. Um homem à mercê dum ataque de cólera é estimulado de maneira muito diferente da de um outro que apenas pensa nessa emoção. Se vós me dizeis que certa pessoa está amando, compreendo facilmente o que quereis dizer-me e formo uma concepção precisa de sua situação, porém nunca posso confundir esta ideia com as desordens e as agitações reais da paixão. Quando refletimos sobre nossas sensações e impressões passadas, nosso pensamento é um reflexo fiel e copia seus objetos com veracidade, porém as cores que emprega são fracas e embaçadas em comparação com aquelas que revestiam nossas percepções originais. (...) E as impressões diferenciam-se das idéias, que são as percepções menos vivas, das quais temos consciência, quando refletimos sobre quaisquer das sensações ou dos movimentos acima mencionados.”


(HUME, D. Ensaio sobre o entendimento humano. Trad. Anoar Aiex.
Versão eletrônica. Disponível em:
<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000027.p
df>. Acesso em: 04/ago/2021. p.10).

Quando se lê no trecho citado que “nosso pensamento é um reflexo fiel” e que “copia seus objetos com veracidade”, é evidente que Hume faz uso de uma analogia especular. Sendo assim, deve-se ter em mente que se o pensamento é o “reflexo”, logo há um objeto “refletido”, e mantendo a analogia, se o pensamento copia, então há um algo que é copiado. Quanto a este refletido ou copiado, assinale a alternativa que apresenta a correspondência correta.
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Q1950935 Filosofia
"Há já algum tempo eu me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras, e de que aquilo que depois eu fundei em princípios tão mal assegurados não podia ser senão mui duvidoso e incerto. Era necessário tentar seriamente, uma vez em minha vida, desfazer-me de todas as opiniões a que até então dera crédito, e começar tudo novamente a fim de estabelecer um saber firme e inabalável".
(DESCARTES, R. Meditações concernentes à Primeira Filosofia. São Paulo: Abril Cultural, 1973 - Adaptado).

Sobre este trecho da primeira meditação das Meditações cartesianas, assinale a alternativa incorreta.
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Q1950933 Filosofia

Leia o trecho abaixo para responder à questão seguinte:



“E assim como uma coisa é dita verdadeira por comparação com a sua medida, assim também o sentido ou o intelecto cuja a medida é a coisa fora da alma. Donde, o sentido ser dito verdadeiro quando, pela sua forma, conforma-se à coisa existente fora da alma. E assim, entende-se que o sentido acerca do sensível próprio é verdadeiro. E também deste modo o intelecto que apreende aquilo-que-algo-é sem composição e divisão, sempre é verdadeiro como é dito no livro III Sobre a alma.”


(AQUINO, Tomás de. Exposição sobre o Perihermeneias. Livro I, cap. 3. In AQUINO, 1999 pp. 89-90. - Comentário ao Tratado da Trindade de Boécio).

Sobre a verdade em Tomás de Aquino, considerando as proposições seguintes, assinale a alternativa que apresente afirmativas incorretas

I. A verdade se dá unicamente no intelecto, visto que “o que é”, estando fora da mente, não pode ser dito verdadeiro. II. A verdade se dá mais propriamente no intelecto, no juízo, mas todo ente é verdadeiro enquanto é. III. O fundamento da verdade é o ente, não o intelecto. IV. O fundamento da verdade é o intelecto, o juízo, ainda que o termo da verdade seja o “que é”. 
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Q1950932 Filosofia

Leia o trecho abaixo para responder à questão seguinte:



“E assim como uma coisa é dita verdadeira por comparação com a sua medida, assim também o sentido ou o intelecto cuja a medida é a coisa fora da alma. Donde, o sentido ser dito verdadeiro quando, pela sua forma, conforma-se à coisa existente fora da alma. E assim, entende-se que o sentido acerca do sensível próprio é verdadeiro. E também deste modo o intelecto que apreende aquilo-que-algo-é sem composição e divisão, sempre é verdadeiro como é dito no livro III Sobre a alma.”


(AQUINO, Tomás de. Exposição sobre o Perihermeneias. Livro I, cap. 3. In AQUINO, 1999 pp. 89-90. - Comentário ao Tratado da Trindade de Boécio).

Assinale a alternativa que complete corretamente a lacuna: “a definição formal de verdade inclui não somente ______ em sua essência, mas ______.”
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Q1950930 Filosofia

Leia o trecho a seguir para responder à pergunta seguinte.



“(...) Se a esta [a Verdade] só chegar pelas palavras de quem o interpela, não foram as palavras a lhe ensinar; mas apenas o tornaram lúcido para aprender de seu interior. Por exemplo, se te interpelando sobre este assunto que estamos tratando, que nada possa se ensinar com palavras, e a ti inicialmente parecesse absurdo, dado não poder ver com firmeza o todo, quererias consultar aquele Mestre interior; e se eu dissesse: onde aprendeste ser verdadeiro o que afirmei - se estarias correto ao garantir conhecer o que afirmo?

Poderias responder que eu as ensinei. Então eu acrescentaria: que tinha visto um homem a voar; e minhas palavras também o deixariam certo tanto quanto eu dissesse que os homens sapientes são melhores que os nescientes? Negarias com certeza, respondendo não crer na primeira destas afirmações; mesmo que acreditasses, ela seria para ti desconhecida, porém da segunda estarias certo de saber. Entenderias que nada aprendeste com elas, e mesmo tendo eu afirmado, as ignoraria, até aquilo que lhe seria conhecido, visto que ao ser interpelado sobre as partes, juraria aquela desconhecer e da outra ter conhecimento.

Assim, admitirias o que antes negou quando reconheceste como claras e certas as partes em que constam: o ouvinte ignora que sejam verdadeiras, ou não ignora que sejam falsas, ou sabe serem verdadeiras. Destas à primeira, se crê ou se opina ou se duvida; da segunda, se nega; da terceira, se confirma; mas em nenhuma se aprende. Assim está demonstrado que nem aquele que depois das palavras ignora o assunto, tampouco aquele que as reconhece como falsas, depois de ter ouvido, após interpelado poderia responder coisas semelhantes, demonstrando que por minhas palavras nada aprendera.”



(AGOSTINHO. De magistro. Editora Fi: Porto Alegre, 2015. p. 133- 135. Destaques do tradutor.). 

Assinale a alternativa que sintetiza de forma correta o trecho citado do De magistro de Agostinho de Hipona.
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Q1950929 Filosofia

Leia o trecho a seguir para responder à pergunta seguinte.



“(...) Se a esta [a Verdade] só chegar pelas palavras de quem o interpela, não foram as palavras a lhe ensinar; mas apenas o tornaram lúcido para aprender de seu interior. Por exemplo, se te interpelando sobre este assunto que estamos tratando, que nada possa se ensinar com palavras, e a ti inicialmente parecesse absurdo, dado não poder ver com firmeza o todo, quererias consultar aquele Mestre interior; e se eu dissesse: onde aprendeste ser verdadeiro o que afirmei - se estarias correto ao garantir conhecer o que afirmo?

Poderias responder que eu as ensinei. Então eu acrescentaria: que tinha visto um homem a voar; e minhas palavras também o deixariam certo tanto quanto eu dissesse que os homens sapientes são melhores que os nescientes? Negarias com certeza, respondendo não crer na primeira destas afirmações; mesmo que acreditasses, ela seria para ti desconhecida, porém da segunda estarias certo de saber. Entenderias que nada aprendeste com elas, e mesmo tendo eu afirmado, as ignoraria, até aquilo que lhe seria conhecido, visto que ao ser interpelado sobre as partes, juraria aquela desconhecer e da outra ter conhecimento.

Assim, admitirias o que antes negou quando reconheceste como claras e certas as partes em que constam: o ouvinte ignora que sejam verdadeiras, ou não ignora que sejam falsas, ou sabe serem verdadeiras. Destas à primeira, se crê ou se opina ou se duvida; da segunda, se nega; da terceira, se confirma; mas em nenhuma se aprende. Assim está demonstrado que nem aquele que depois das palavras ignora o assunto, tampouco aquele que as reconhece como falsas, depois de ter ouvido, após interpelado poderia responder coisas semelhantes, demonstrando que por minhas palavras nada aprendera.”



(AGOSTINHO. De magistro. Editora Fi: Porto Alegre, 2015. p. 133- 135. Destaques do tradutor.). 

A obra De Magistro de Santo Agostinho, do ano 389 da era cristã, se insere entre as obras da chamada fase de juventude e ainda contém muitos elementos de paganismo que posteriormente foram retratados pelo próprio autor. O trecho citado é de relevante importância para o estudo do desenvolvimento do seu pensamento e para o entendimento de sua obra posterior. Em relação às influências pagãs-gnósticas que ele mesmo reconheceu e das quais teve de se desfazer, assinale a alternativa correta com respeito às influências pagãs presentes no argumento do trecho citado. 
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Q1950927 Filosofia

Observe a imagem abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Platão distingue o conhecimento da mera crença ou opinião ao dizer que o conhecimento deve ser uma crença verdadeira para a qual se pode dar uma justificativa, um fundamento lógico ou "lógos". Considerando a analogia da linha dividida, presente no diálogo República (509d-511e), assinale a alternativa correta, segundo Platão, que apresenta como o conhecimento é obtido a partir da nossa experiência sensível.

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Q1852004 Filosofia

Considerando que racionalismo e empirismo são duas teorias filosóficas que apresentam a discrepância entre a formação das ideias inatas e as adquiridas, julgue o item a seguir.


De acordo com o pensamento de René Descartes, não existe uma verdade absoluta. 

Alternativas
Respostas
61: B
62: E
63: B
64: D
65: C
66: C
67: C
68: B
69: A
70: B
71: A
72: D
73: B
74: D
75: D
76: B
77: C
78: D
79: D
80: E