Questões de Concurso
Sobre a política em filosofia
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Embora não seja a única abordagem sobre a origem do Estado moderno, o contratualismo tem destacada importância para a reflexão sobre a ordem política. Examine as afirmativas e assinale a CORRETA.
Em relação à ideia de contrato social em Hobbes, Locke e Rousseau, é CORRETO afirmar:
Em relação ao pensamento político de Thomas Hobbes, NÃO é correto afirmar:
Thomas Hobbes, considerado um pensador contratualista, concebe o homem em seu estado de natureza, o qual seria um estado anterior à sociedade civil ou política. No estado natural do homem, segundo esse pensador inglês, é CORRETO afirmar:
Um dos principais problemas colocados pelo pensamento político de Nicolau Maquiavel é o de encontrar mecanismos institucionais que impusessem a estabilidade das relações sociais numa época repleta de conflitos. A estabilidade social ocorreria, basicamente, através de duas formas de governo: o principado e a república, dependendo do estado em que se encontra uma determinada sociedade.
Sobre essa questão, NÃO é correto afirmar:
Nicolau Maquiavel, pensador florentino, é considerado o fundador da ciência política moderna ao conferir um destaque especial à esfera política em sua obra.
Em relação ao pensamento político de Maquiavel, é CORRETO afirmar:
O momento didático corresponde à circunstância pontual de organização de uma proposta didática em condições definidas e implica escolher o que se vai ensinar e, de maneira coerente, como se vai fazê-lo, em circunstâncias específicas. A coerência entre o que e como ensinar constrói-se didaticamente a partir de supostos filosóficos que se sustentem ― momento reflexivo/crítico e momento teórico/propositivo ― e de uma cuidadosa avaliação e consideração do marco institucional do segmento ao qual se dirigem as aulas. Nesse ponto, é essencial compreender a quem estão dirigidas essas aulas ou, melhor ainda, com quem o professor constrói o espaço filosófico de ensino, já que cada grupo será uma realidade diferente e, portanto, um espaço diferente para a filosofia. O êxito de um curso dependerá, em definitivo, de uma integração ativa de todos esses elementos.
Alejandro Cerletti. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica, 2009, p. 94 (com adaptações).
Considerando o texto acima, assinale a opção correta.
Não se realiza no ensino médio uma simplificação ou uma mera antecipação do ensino superior, e sim uma etapa específica, com regras e exigências próprias; mas essas só podem ser bem compreendidas ou satisfeitas por profissionais formados em contato com o texto filosófico e, desse modo, capazes de oferecer tratamento elevado de questões relevantes à formação plena dos estudantes.
BRASIL. Orientações curriculares nacionais para o ensino médio – Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEB, 2006, p. 17 (com adaptações).
Considerando-se o fragmento de texto acima, é correto afirmar que
Figura para a questão.

Na obra Teoria estética, Adorno afirma que a arte é um meio de liberdade e criatividade no mundo tecnocrata. A função da obra de arte é, portanto, desempenhar uma crítica, sendo, ainda, um tópos da utopia e do desejo humano. Nesse sentido, a arte é o fermento de um mundo livre. Adorno admirou a segunda Escola de Viena, que rejeitou a gramática musical existente e utilizou uma sintaxe musical nova, a atonalidade. Em Filosofia da nova música, Adorno defende uma modernidade radical.
Considerando o texto acima e o pensamento de Adorno, assinale a opção correta.
Além da crítica de Heidegger, há outras críticas à racionalidade técnica no pensamento contemporâneo. Há toda uma tradição crítica que vai de Max Weber aos principais nomes da Escola de Frankfurt. Um ano antes de sua morte, em 1919, o sociólogo Max Weber (1864-1920) saudava o novo espírito da modernidade, mas advertia que o “sutil manto da racionalização”, que inicialmente estava a serviço do mundo da vida, tornara-se uma ‘jaula de aço’, na qual os filhos da modernidade, no ápice da civilização ocidental, corriam o risco de se tornarem ‘especialistas sem espírito e hedonistas sem coração’. O ‘Nada’ seria o estado normal do ‘último homem’. A racionalização científica produzira um irreversível ‘desencanto’. Tendo comido do fruto da árvore do conhecimento, a humanidade tornava-se incapaz de fundar racionalmente valores últimos e escolhas de vida: “É o destino de nossa época com a sua característica racionalização e intelectualização e, sobretudo, com o seu desencanto do mundo, pois justamente os valores últimos e mais sublimes são retirados da esfera pública para refugiar-se no reino extramundano da vida mística ou da fraternidade de relações imediatas entre os indivíduos”.
Com referência a essa crítica de Max Weber, assinale a opção correta.
A justiça é um dos temas fundamentais da investigação política de Aristóteles. No capítulo 12 do livro III da Política (1282 b 14-22), ele afirma: “Uma vez que, em todas as ciências e em todas as artes, o fim é um bem, mas o bem maior e no sentido mais pleno é aquele que serve de fim na arte ou ciência é que é a mais soberana de todas, e essa é a capacidade política, mas o bem político é o justo (to dikaion), essa é, portanto, a vantagem comum que nos interessa”. Para Aristóteles, a justiça é a ordem da comunidade política. Aristóteles, nesse contexto político, vê a justiça como “justiça distributiva”, aquela que vigora na relação do todo (polis) com as partes (cidadãos), tem por princípio permitir e promover a participação dos cidadãos na promoção do bem comum da polis ou de forma absolutamente igual ou de forma proporcionalmente igual. A justiça vigora mais propriamente ali onde os homens são livres e iguais e, entre eles, subsistem relacionamentos regulados pela lei. Faz parte dessa liberdade os cidadãos poderem participar de maneira alternada do governo e das funções públicas, governando não em favor de si mesmos, mas em favor dos governados. A justiça na polis, portanto, culmina em uma convivência pacífica, baseada na philia (amizade em sentido amplo, solidariedade).
Com relação às ideias apresentadas no texto acima, assinale a opção
correta.
John Locke. Ensaio acerca do entendimento humano
Tendo o fragmento de texto acima como referência inicial, julgue os seguintes itens, acerca da filosofia de John Locke.
Segundo Locke, não existe nada na mente humana que possa, de algum modo, conduzir ou auxiliar a produção de conhecimento.
John Locke. Ensaio acerca do entendimento humano
Tendo o fragmento de texto acima como referência inicial, julgue os seguintes itens, acerca da filosofia de John Locke.
A noção de ideia é um importante conceito para a filosofia de John Locke.
John Locke. Ensaio acerca do entendimento humano
Tendo o fragmento de texto acima como referência inicial, julgue os seguintes itens, acerca da filosofia de John Locke.
De acordo com Locke, não existe conhecimento humano seguro.
Apesar de criticar as perspectivas liberais contratualistas, Hegel explica, com a utilização da dialética do senhor e do escravo, o trajeto histórico da consciência-de-si que, percorrendo a dominação e o reconhecimento, corresponderia ao estado de natureza teorizado pelos contratualistas.