Questões de Concurso
Sobre farmacologia dos quimioterápicos e antibióticos em farmácia
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Todas as alternativas abaixo apresentam características desse fármaco, exceto:
I - O aciclovir intravenoso é tratamento de escolha para encefalite por herpes simples, infecção neonatal por HSV e infecções graves por HSV ou VZV.
II - Em pacientes imunocomprometidos com infecção por VZV, o aciclovir em administração intravenosa diminui a incidência de disseminação cutânea e visceral.
III - Aciclovir é agente de escolha no tratamento de infecções fúngicas e em infecções por Streptococcus pneumoniae.
Em um hospital com sistema de dose unitária de dispensação de medicamentos, um paciente de 43 anos foi internado devido a um quadro de pneumonia. Para tanto, foi prescrito cefepime de 1.500 mg, a ser administrado por via endovenosa, de 12/12h, por sete dias. O paciente faz uso contínuo de dalteparina e referiu ter alergia de penicilina. O resultado do exame laboratorial demonstrou um clearence de creatinina de 70 mL/min. O farmacêutico realizou a revisão da farmacoterapia e verificou as recomendações do fabricante relacionadas ao cefepime, que estão descritas no quadro abaixo.
Quadro: Recomendações do fabricante do medicamento cefepime.
Diante do caso apresentado, qual deve ser a conduta do farmacêutico?
A endocardite infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endotelial do coração ou das válvulas cardíacas, que ocorre frequentemente em pacientes com doenças cardíacas congênitas ou adquiridas.
Segundo a American Heart Association, a posologia mais indicada como profilaxia antibiótica para pacientes com risco de endocardite infecciosa é
Paciente com quadro de infecção foi diagnosticado com uma periodontite agressiva, sendo prescrito pelo cirurgião-dentista o uso de dois antimicrobianos, a saber, metronidazol e amoxicilina.
Esses antimicrobianos são classificados, respectivamente, como:
Paciente com insuficiência renal grave chega ao consultório com queixa principal de dor de dente. Após realizar os procedimentos necessários, o cirurgião dentista prescreve um antimicrobiano.
Nesse caso, qual dos medicamentos a seguir está contraindicado?
A maioria das infecções da região maxilofacial se resolve sem o uso de antibióticos, pois as defesas do hospedeiro são potentes na cabeça e no pescoço devido à abundante vascularização da região. Quando o organismo não pode combater totalmente uma infecção facial, a intervenção cirúrgica proporciona a necessidade de ajuda ou pela remoção do foco de infecção, ou facilitando a drenagem dos produtos acumulados da inflamação, ou ambas. Assim, os antibióticos cumprem uma função coadjuvante no tratamento da maioria das infecções. Entretanto, eles também ajudam a prevenir infecções depois que a contaminação ocorre ou ajudam a interromper o desenvolvimento da infecção se administrados precocemente. Os antibióticos não devem ser usados como substitutos do tratamento cirúrgico, suporte nutricional ou outros tratamentos básicos.
Nesse contexto, nos tratamentos de infecções odontogênicas,
A interação entre os contraceptivos orais e os antimicrobianos ainda é motivo de muita discussão e controvérsia na literatura científica. Um marco importante se deu em 1988, quando o British Committe on Safety of Medicines relatou 63 casos de falhas de contracepção em mulheres que foram tratadas com antimicrobianos e tomavam contraceptivo oral, sendo que as penicilinas e tetraciclinas foram os antimicrobianos mais citados nesse relato. Isso alertou não somente os médicos, mas também os cirurgiões-dentistas, pois a prescrição de antimicrobianos, como complemento do tratamento de infecções bucais às mulheres que fazem uso de contraceptivo oral, é uma situação relativamente comum na prática odontológica.
Com relação à possibilidade de interação medicamentosa entre antibióticos prescritos pelo cirurgião-dentista e contraceptivos orais utilizados por mulheres em idade fértil, sabe-se que: