Questões de Concurso
Sobre farmacologia do sistema nervoso central e periférico em farmácia
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Diversos medicamentos podem ser utilizados para o tratamento agudo da cefaleia da enxaqueca. O sumatriptano e outros triptanos desempenham seu efeito terapêutico através da ação agonista nos receptores:
Os fármacos antipsicóticos são antagonistas nos receptores D2 de dopamina, porém a maioria desses fármacos também bloqueia outros receptores de monoaminas.
Inibidores seletivos da recaptação de serotonina como amitriptilina e sertralina são usados para tratar transtornos de ansiedade.
Flumazenil pode ser usado para reverter o efeito da superdosagem de morfina.
A carbamazepina, que é um antiepiléptico amplamente utilizado, também pode ser usada para o tratamento da dor neuropática.
Julgue o seguinte item com relação à farmacologia do sistema nervoso central.
Medicamentos antipsicóticos, principalmente os mais
sedativos, são indicados em quase todos os episódios
psicóticos agudos.
Julgue o seguinte item com relação à farmacologia do sistema nervoso central.
O fármaco fluoxetina é um antidepressivo tricíclico, enquanto
a clomipramina é um inibidor da recaptação de serotonina.
Julgue o seguinte item com relação à farmacologia do sistema nervoso central.
O tratamento da insônia crônica, independentemente de suas
causas, deve ser manejado com fármacos hipnóticos.
Julgue o seguinte item com relação à farmacologia do sistema nervoso central.
O tratamento da epilepsia deve ser iniciado com um único
fármaco, pois a monoterapia reduz riscos de toxicidade e
elimina problemas de interação farmacológica.
O uso prolongado de levodopa no tratamento de pacientes com doença de Parkinson está associado ao aparecimento de complicações motoras tardias; por isso, esse fármaco não é mais referência nessa enfermidade.
O sistema nervoso autônomo atua na manutenção da homeostase
dos indivíduos, e as drogas que atuam direta ou indiretamente sobre
esse sistema têm grande importância clínica, uma vez que são
capazes de interferir em funções que estão fora do controle
voluntário do indivíduo. A respeito do sistema nervoso autônomo
e das drogas capazes de interferir na sua atuação, julgue o item a
seguir.
Uma das formas de atuação da metildopa como antagonista dos
receptores adrenérgicos é a ativação dos mecanismos de
retroalimentação autoinibitória que os receptores do tipo
beta-2-adrenérgicos exercem nos neurônios pré-sinápticos.
A doxazosina, um antagonista alfa-1 seletivo, é utilizado no tratamento da hipertensão, uma vez que causa vasodilatação e queda da pressão arterial.
Nos casos de asma brônquica, utiliza-se o salbutmol, que é agonista seletivo dos receptores alfa-adrenérgicos e leva à dilatação da musculatura lisa dos brônquios.
A adrenalina é agonista dos receptores tanto alfa- como dos beta-adrenérgicos e apresenta a mesma potência para os dois receptores.
Todas as fibras simpáticas pós-ganglionares liberam noradrenalina, que age sobre os alfa- ou beta-adrenorreceptores.
No tratamento da miastenia grave, utiliza-se um anticolinesterásico de média duração, o que aumenta a concentração de acetilcolina na fenda sináptica.
A toxina botulínica é capaz de inibir a liberação de acetilcolina por um impulso nervoso através da clivagem de proteínas específicas envolvidas na exocitose das vesículas que contêm a acetilcolina, causando um bloqueio de longa duração da função sináptica.
O sistema nervoso autônomo atua na manutenção da homeostase dos indivíduos, e as drogas que atuam direta ou indiretamente sobre esse sistema têm grande importância clínica, uma vez que são capazes de interferir em funções que estão fora do controle voluntário do indivíduo. A respeito do sistema nervoso autônomo e das drogas capazes de interferir na sua atuação, julgue o item a seguir.
Em doses baixas, tanto a atropina como o metonitrato de
atropina causam bradicardia paradoxal em seres humanos,
provavelmente em decorrência da sua ação no sistema nervoso
central.
Os receptores muscarínicos, classificados em cinco tipos, do M1 ao M5, são típicos receptores acoplados à proteína G que ativam a via fosfato de inositol para reduzir os níveis intracelulares de AMP cíclico.
A pilocarpina, droga parassimpatomimética, é um agonista dos receptores muscarínicos, comumente utilizada em pacientes com glaucoma agudo.