Questões de Concurso
Sobre administração de medicamentos em enfermagem
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I. Deve ser preconizado o uso de oxigênio por meio da oferta da ventilação de maneira excessiva.
II. Em caso de assistolia deve ser realizado propofol imediatamente, e ser mantido o ritmo de ressuscitação.
III. O uso da epinefrina deve ser considerado com cautela para não ocasionar uma lesão renal aguda, em decorrência da reabsorção de sódio nos rins.
IV. A acidemia causada pelo acúmulo de gás carbônico é considerada uma causa irreversível.
(__)A infusão em paralelo e entre os três métodos de administração de medicamentos IV, este é o mais seguro e o mais fácil.
(__)As infusões de grande volume é composta por um pequeno frasco ou bolsa IV (25 a 250 mL) conectado a linhas com equipos curtos, que se ligam à torneirinha de três vias de uma infusão primária ou a um acesso venoso intermitente.
(__)O bolus intravenoso constitui a introdução de uma dose concentrada de medicamento diretamente na circulação. Este é o método mais perigoso para administrar medicamentos, porque não existe momento para corrigir erros.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
I - Para a paciente H.C.S., de 12 Kg, deverão ser administradas 6 gotas.
II - Para o paciente E.W.T., de 28 Kg, deverão ser administradas 14 gotas.
III - Para a paciente L.G.C.S., de 10 Kg, deverão ser administradas 5 gotas.
IV - Para a paciente P.M.A., de 8 Kg, deverão ser administradas 4 gotas.
V - Para o paciente T.M., de 18 Kg, deverão ser administradas 9 gotas.
I - Manutenção da linha infusional fechada. Deve-se realizar desinfecção das conexões antes da entrada nos dispositivos.
II - Estabilizar e fixar cateteres para evitar complicações e perda de acesso não intencional. Métodos de fixação não devem interferir na avaliação e monitoramento do local de acesso e não devem impedir a circulação vascular e/ou a entrega da terapia prescrita.
III - Os dispositivos devem ser lavados antes, entre e após cada infusão medicamentosa, a fim de avaliar o funcionamento do cateter e evitar complicações.
IV - Não usar cateteres periféricos para terapia contínua com solução vesicante, nutrição parenteral ou drogas com alta osmolaridade.
V - Realizar higienização das mãos sempre que houver manipulação do cateter, respeitando os 05 momentos.
VI - Rotineiramente o cateter venoso periférico não deve ser trocado em um período inferior a 96 horas. A decisão de estender a frequência de troca para prazos superiores ou quando clinicamente indicado dependerá da adesão da instituição às boas práticas recomendas, tais como: avaliação rotineira e frequente das condições do paciente, sítio de inserção, integridade da pele e do vaso; duração e tipo de terapia prescrita; local de atendimento; integridade e permeabilidade do dispositivo; integridade da cobertura e estabilização estéril.