Questões de Concurso Sobre educação física

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Q2006872 Educação Física
No treinamento funcional, o complexo kettlebell envolve a seguinte sequência:
Alternativas
Q2006871 Educação Física
O Esquiador entre Cones é o exercício funcional que tem por objetivo:
Alternativas
Q2006870 Educação Física
Leia o trecho abaixo:
“______________ é uma medida da quantidade total de trabalho (em joules) realizado em uma sessão, em uma semana, um mês ou algum outro período de treinamento.”
(Fonte adaptada: https://staticsshoptime.b2w.io/sherlock/books/firstChapter/131505682.pdf).

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna do texto.
Alternativas
Q2006869 Educação Física
Quando um músculo é ativado e desenvolve força, mas nenhum movimento visível ocorre na articulação, acontece uma ação muscular:
Alternativas
Q2006868 Educação Física
As características de desenvolvimento de uma pessoa que pretende aumentar sua velocidade para prática esportiva são:
I- Desenvolver explosão, aceleração a partir de um ponto imóvel;
II- Dinamizar força e velocidade;
III- Desenvolver a capacidade elástica dos membros inferiores, e sincronia com os membros superiores nos movimentos de aceleração.
Dos itens acima:
Alternativas
Q2006867 Educação Física
Sobre as finalidades do treinamento funcional, podemos citar:
I- Qualidade física dos músculos que permite a execução rápida de movimentos tanto para corrida, saltos, ou simplesmente andar;
II- Qualidade dos músculos em permitir um contínuo esforço durante o maior tempo possível em uma atividade;
III- Qualidade que os músculos desenvolvem para sustentar o corpo e movimentar-se diante de uma resistência.
Respectivamente, os itens discorrem sobre: 
Alternativas
Q2005644 Educação Física
Relacione as colunas 1 e 2 abaixo:
Coluna 1 Corporeidade/Movimento
1. Esquema corporal 2. Consciência espacial 3. Ritmo 4. Equilíbrio 5. Agilidade
Coluna 2 Conceitos
(    ) É o reconhecimento imediato do nosso corpo em função da inter-relação das suas partes, com o espaço e com os objetos que o rodeiam tanto no estado de repouso como de movimento.
(    ) É a recorrência sincrônica de eventos relacionados de um modo que permita a formação de padrões  identificáveis.
(    ) Pode ser dividido em duas categorias: conhecimento de quanto espaço o corpo ocupa e capacidade de projetar o corpo efetivamente no espaço externo.
(     ) É a capacidade de manter a estabilidade do próprio corpo quando ele se desloca em várias posições.
(    ) É a capacidade de mudar a direção do corpo de modo rápido e preciso.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q2005643 Educação Física
“Historicamente, a participação de pessoas com deficiência em atividades físicas teve origem em programas com enfoque na reabilitação” (GREGUOL & DA COSTA, 2019).
Analise as afirmativas abaixo sobre a Educação Física Adaptada:
1. É uma parte da Educação Física cujos objetivos são o estudo e a intervenção profissional em um universo que abrange um escopo muito mais amplo que as pessoas com deficiência.
2. Seu foco é o desenvolvimento da cultura corporal de movimento, tendo em vista o potencial de desenvolvimento pessoal e não a deficiência em si.
3. O Escopo da Educação Física Adaptada é bem mais abrangente do que apenas as pessoas com deficiência motora, auditiva, visual e intelectual.
4. Quanto às atividades, uma vez conhecidas as metas do programa, convém modificá-las apenas quando necessário, sempre respeitando as metas previamente determinadas, assegurando que as atividades sejam um desafio a todos os participantes.
5. O profissional que atua no universo da Educação Física Adaptada assume um papel transformador com competência específica da área, sendo agente ativo que constrói, mantém e alterna significados sobre a área, sobre si próprio e pelas atividades sobre as quais responde.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2005642 Educação Física
“O tema esporte na Educação Física sempre causou discussões e debates” (KUNZ, 2016).
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o ensino dos esportes.
(     ) É preciso ter cuidado em promover possibilidades e oportunidades para as crianças e jovens voltarem a descobrirem coisas em situações de movimento e entenderem o jogar acima de tudo pelos seus significados.
(     ) É preciso que os praticantes entendam a perspectiva do rendimento necessário e não do rendimento obrigatório, pois não se pode cobrar um rendimento que vai além das possibilidades do educando.
(     ) É necessário ter a competição e a concorrência como princípios fundamentais e únicos para seu funcionamento.
(     ) É essencial ter sua orientação voltada à produção de rendimentos a partir do modelo olímpico.
(     ) É importante ofertar, também, possibilidades não padronizadas de locais e materiais para a prática esportiva, especialmente para aqueles com pouca ou nenhuma experiência nas clássicas modalidades.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q2005641 Educação Física
“O conteúdo jogo no cenário da Educação Física Escolar, nos apresenta muitas possibilidades de reflexão, principalmente quando articulado ao esporte” (PEREIRA & TAQUES, 2017).
Analise as alternativas sobre os Jogos Pré-Desportivos:
1. São características do método parcial, que é o aprender jogando, utilizando, inicialmente, as formas de jogo mais complexas, cujas regras vão sendo introduzidas de uma única vez.
2. Como coadjuvante no ensino de um esporte, pode ser primordial, e associado à motivação e ao uso da ludicidade na iniciação esportiva, um diferencial.
3. Pode ser visto como um mediador para o ensino eficaz para o aprendizado, aproximando o aluno do esporte a ser ensinado.
4. O conteúdo desses jogos e das características do ensino-treino possui muita relevância no quadro da cultura desportiva contemporânea, sendo um meio para o ensino na Educação Física.
5. Deve estar presente apenas nas aulas de Educação Física extracurricular, por apresentar-se de forma competitiva.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2005640 Educação Física
“Transportar o corpo de um lugar para o outro requer locomoção” (GRABER & WOODS, 2014).
Qual habilidade locomotora requer movimento do corpo inteiro e estabelece as bases para exigências posteriores mais refinadas?
Alternativas
Q2005637 Educação Física
“Os componentes da aptidão motora podem ser agrupados em fatores de controle de movimento e fatores de produção de força” (GALLAHUE, OZMUN & GOODWAY, 2013).
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. Os fatores de controle de movimento de equilíbrio e de coordenação combinados com fatores de produção de força de velocidade, agilidade e potência, tendem a emergir como os componentes que mais afetam a performance motora.
2. Os fatores do controle de movimento (equilíbrio e coordenação) tornam-se mais importantes depois que a criança passa para a fase do movimento especializado.
3. Os fatores de produção de força (velocidade, agilidade e potência) são de especial importância no início da infância, quando a criança está adquirindo controle sobre as suas capacidades de movimento fundamentais.
4. Aumentar a amplitude de movimentos nas várias articulações do corpo desempenha um papel importante no incremento da performance do movimento.
5. Uma causa importante de dano epifisário em crianças engajadas no treinamento com peso é a técnica de treinamento imprópria.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2005636 Educação Física
Analise o conceito abaixo:
“É a habilidade de integrar sistemas motores separados, com variadas modalidades sensoriais, a padrões eficientes de movimento.” GALLAHUE, OZMUN & GOODWAY, 2013.
A qual componente da aptidão motora o conceito se refere?
Alternativas
Q2005635 Educação Física
“Prevenção e orientação adequadas sobre hábitos saudáveis têm impacto direto na qualidade de vida do cidadão, no perfil de doenças e de mortalidade da população e na pressão das demandas sobre o sistema de atendimento à saúde” (BRASIL, 2008).
Sobre hábitos de vida saudável, é correto afirmar:
1. O estilo de vida, mais do que nunca, é um dos mais importantes determinantes da saúde de indivíduos, grupos e comunidades.
2. Existem fatores do estilo de vida que afetam negativamente a saúde e sobre os quais se pode ter controle.
3. A fadiga crônica, fator modificável do estilo de vida, decorrente de esforços excessivos ou repetitivos, é exclusivamente de ordem física.
4. O envelhecimento e as doenças infecciosas são fatores negativos que interferem na saúde e sobre os quais temos pouco ou nenhum controle.
5. Estudos longitudinais têm demonstrado que bons hábitos de saúde melhoram a qualidade de vida das pessoas, mas não interferem na expectativa de vida.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2005567 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

Sobre os tipos de movimento, há erro na descrição em:
Alternativas
Q2005566 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

É correto afirmar que a expressãotreinamento desportivo tem relação direta com:
Alternativas
Q2005565 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

Na preparação desportiva, o ____________ está relacionado com o desenvolvimento e com o aperfeiçoamento de capacidades motoras tais como força, velocidade, resistência, coordenação e flexibilidade.


Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:

Alternativas
Q2005564 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

É correto afirmar que a proposta crítico-superadora da Educação Física:
Alternativas
Q2005563 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

Leia:


“A intenção é construção do conhecimento a partir da interação do sujeito com o mundo, numa relação que extrapola o simples exercício de ensinar e aprender...Conhecer é sempre uma ação que implica em esquemas de assimilação e acomodação num processo de constante reorganização" (CENP; 1990, p. 9).


O excerto traz uma das bases da Abordagem da Educação Física: 

Alternativas
Q2005562 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

Pela abordagem Desenvolvimentista da Educação Física, as habilidades básicas podem ser classificadas em habilidades _____ (por exemplo: andar, correr, saltar, saltitar), e _____ (por exemplo: arremessar, chutar, rebater, receber) e ______ (por exemplo: girar, flexionar, realizar posições invertidas).
Alternativas
Respostas
17421: B
17422: A
17423: C
17424: A
17425: E
17426: D
17427: B
17428: E
17429: C
17430: C
17431: E
17432: B
17433: C
17434: B
17435: E
17436: D
17437: D
17438: C
17439: E
17440: B